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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Final de Semana com Fabiana - Parte 2

Queridos leitores e leitoras,
Me deparei com 160 comentários pendentes aqui na página, e com cerca de 50 e-mails não respondidos de leitoras. Bem, tentei responder à todas, e sobre os comentários pendentes, bem, vou respondendo os que consigo.

No dia 7 de março de 2015 foi a ultima postagem que fiz aqui no site, prometendo a segunda parte do meu "Final de Semana com Fabiana". Bem, para quem estava aguardando, chegou o momento de lerem a segunda parte. Mas para quem espera que eu volte a escrever com frequência, vou ter que dar uma noticia bem triste. A falta de tempo me corrompeu completamente, e o blog Cenas Muito Quentes me arranca muito tempo. Estou com outros projetos, e com muitos contos para serem escritos. Não quero deixar o blog com assunto pendentes portanto, chega de papo e aproveite a continuação do meu Final de Semana inesquecível!

Parte 1

***

Nos levantamos e comemos bolachas e café puro que fiz na hora. Depois fomos para a sala e assistimos a um filme. Ficamos agarradinhos todo o tempo, feito um casal muito apaixonado. Estávamos suados porque deixamos a casa toda fechada para que os vizinhos pensasse que não havia ninguém em casa.
Ela estava deitada em cima de mim no sofá. Comecei a alisar a suas costas e ela começou a esfregar os seios no meio peito. Senti os biquinhos de seus seios ficando durinhos. Levantei a sua camisa e comecei a passar de leve as minhas unhas em suas costas. Ela ficou toda arrepiada.

Abriu as pernas e começou a se esfregar no meu cacete. Segurei a sua bunda e comecei a pressiona-la em cima de mim, ela começou a dar leves gemidinhos bem próximo do meu ouvido e mordiscou a minha orelha. Comecei a abaixar a sua calça de moletom e ela tirou o meu cacete para fora.
Foi descendo beijando minha barriga e a cabeça do meu pau, e então mergulhou ele todo dentro de sua boca.

E enquanto ela me chupava, eu peguei o controle remoto e desliguei a TV. Ficamos apenas com o som dos gemidinhos dela, e das lambidas no meu cacete. Eu ajeitei o seu cabelo para vê-la melhor. Ela parecia admirar o meu pau como um doce muito gostoso. Lambia ele todo como se fosse um picolé, e eu amava aquela chupada.

Estava quase gozando, mas não o queria, pedi para ela parar e se levantar. Tirei a calça dela e mandei ela subir em cima da minha cara. Fiquei sentado no sofá e ela sentada no apoio de costas, comecei a lamber toda a sua boceta e a abrir os seus lábios com a minha língua, depois de abertos e com a boceta muito molhada, comecei a enfiar a minha língua dentro dela. Ela segurou o meu cabelo com força. Olhei seu rosto e a vi corada e gemendo, de olhos fechados, deliciada com a minha chupada. Segurei bem a sua bunda e ela começou a tremer, gozando na minha boca. Chupei ainda mais e suquei o seu grelo, até ela se arrepiar e gemer ainda mais. Rebolou na minha cara e eu fiquei com a cara lambuzada de sua goza.

Ela saiu de cima da minha cara e foi logo me mandando deitar-me. Andou alguns metros para pegar a camisinha dentro da mochila jogada ali no chão, enfiou no meu cacete e foi mergulhando em cima de mim. Bem de leve e com as perninhas dobradas, ela subia e descia em cima do meu pau e ia me beijando todo o tempo.
Segurei a sua bunda e fazia ela subir e descer no meu ritmo, e ela adorava.

Meu cacete com a camisinha não me deixava gozar e ela prazeroso demais para ela. Sua boceta era muito apertada, meu pinto ficava pressionado dentro dela, e ela dizia que sentia o volume da cabeça do meu pau como um cogumelo muito grosso dentro dela.

Mas eu queria mais.
Fabiana tinha uma bunda enorme e eu queria o meu pau atolado dentro do cú dela. Eu senti ela tremer, tendo mais um daqueles orgasmos incontroláveis, e ela desceu de cima de mim. Meu pau ainda estava duro, eu fui para cima dela, batendo meu cacete na sua bocetinha cansada. Ela se arrepiava com as batidinhas que eu dava em cima do seu grelo, e disse que estava cansada demais para continuar. Seguido de vários elogios sobre a minha sede de comê-la.

A boceta dela realmente já estava inchada e vermelha, ela não estava acostumada a uma pica entrando e saindo toda hora de dentro dela. Então, me deitei do seu ladinho e pedi com carinho, que ela precisava me fazer gozar, nem que fosse por outro lado. Ela riu um tanto envergonhada. Tinha vergonha de tentar fazer anal. Ela pegou o meu pau e começou a me masturbar. Disse que iria se dedicar, mas que precisava descansar antes de fodermos mais.

Eu deixei ela de ladinho no sofá e fiquei esfregando o meu cacete duro na bunda dela, mas ela não liberou, continuou me masturbando. Esfregava a cabeça do meu pau no meio da bunda, a minha cabeça chegava a tocar o seu cu, mas ela não me permitia penetrar. Acabei gozando com a masturbação dela.

Depois do almoço decidimos limpar a nossa sujeira na sala e ver algum filme. Ficamos o dia todo sem fazer nada. E o tal trabalho de biologia que demos como desculpa para os nossos pais para ficarmos de bobeira juntos, nem chegamos a pensar em fazê-lo.
Quando a noite estava se aproximando, ela me lembrou que havia dito para seus pais que iria para a casa, iria pegar mais roupas e voltaria para continuarmos, portanto, ela pediu para tomar um banho, já que estavamos cheirando a sexo.

Fomos para o chuveiro, meu pau estava acesso e eu não parava de beijá-la. Beijei a sua nuca, beijei a sua boca, beijei o seu seio. Peguei o sabonete e comecei a esfregar por todo o corpo dela, ela pegou o shampoo e começou a passar na minha cabeça. Eu a abracei e comecei a esfregar o sabonete na sua boceta, e ela soltou alguns gemidinhos de prazer.
Me beijou, beijos mais molhados do que o normal, usou a lingua como um liquidificador na minha boca, mordeu meu lábio e eu fingi enfiar o sabonete na boceta dela. Ela gostou, segurou o meu cacete duro e aproximou o quadril de mim, ergueu bem a perna e começou a esfregar os lábios da sua boceta no meu pau babando.

Eu já havia deixado algumas camisinhas ali no banheiro, com o propósito de comê-la no chuveiro, mas eu não queria comer a sua boceta, queria era comer aquele rabo.
Me aproximei do ouvidinho dela e disse mais uma vez que queria aquela bunda toda para mim. A beijei com agressividade, mordi os seus lábios como ela havia feito comigo, e funcionou.

Ela ficou de costas e empinou bem a bunda. Peguei a camisinha, enfiei no meu cacete e comecei a esfregar o meu pau no meio daquela bunda. Ela abriu bem a sua bunda para mim e pude ver o seu cuzinho de tonalidade escura. Peguei o condicionador e passei tanto na sua bunda quanto no meu pau, e então enterrei o meu cacete bem fundo.

Ela gritou de dor, abriu bem as pernas e parecia não gostar. O cu dela era apertado demais, esmagou o meu cacete com força. A primeira vez que a minha cabeça passou pelo cu dela ela gritou de dor, a segunda e a terceira ela já estava se virando para me beijar.

Enfiei até metade do meu cacete e o cu dela me apertou tanto que acabei gozando. Era quente e apertado. Fora do normal para mim. Gozei e comecei a ver estrelas de tanto prazer. Explodi de felicidade. Lembro que quando tirei o meu pau, a camisinha ficou dentro do cu dela, e a porra que saia do meu cacete escorreu por toda a sua perna.

Saimos do banho e ela disse que a bunda dela estava ardendo.

Ela foi para a sua casa com uma cara de dor. Pensei que ela não voltaria mais naquela noite. Me deitei no sofá aliviado. Havia comido a menina mais gostosa da escola, e ainda havia comido o seu cu no banheiro. Pensei em como eu iria me gabar daquela história no colegio na segunda feira. Estava quase pegando no sono por conta do cansaço, quando ouvi a campainha. Corri lá para fora e ela Fabiana de novo.

Entramos e a primeira coisa que ela me disse foi: "Não vamos mais fazer no cuzinho, tá bom?".

Ela ainda havia ficado com dor. Beijei ela e fomos para o meu quarto.
Continuei a beijando, e para compensar a dor que deixei em seu cu, eu chupei aquela boceta com muita vontade. Babava enquanto chupava a sua boceta. Sugava com gosto e ela se retorcia de prazer enquanto eu a chupava. Devo ter chupado ela por cerca de quarenta minutos, pois, ela tremia de orgasmos e eu continuava chupando-a. Ela pedia para eu continuar, pedia para eu parar, e quando eu olhava para ela, ela dizia que me queria mais.

A sua boceta estava aberta, e a minha cama estava molhada de todo o gozo dela. Eu fui para cima ela e ela agarrou o meu corpo com as pernas entrelaçadas, e só me soltou quando eu gozei dentro dela, depois de muitas bombadas naquela boceta inchada, vermelha e cansada de gozar. E mesmo quando blasfemei seu nome dizendo que ia gozar, ela não me deixou sair de dentro dela.


Me deitei do lado dela e ela continuava tremendo de prazer, e dormiu ao me abraçar.

Domingo de manhã acordamos e ela estava mais grudenta do que o normal. Mas não me incomodei. Sempre gostei do calor feminino. Ela estava me beijando com mais carinho. Disse que a foda de ontem a noite havia sido inesquecível. E eu disse à ela que o cu dela era inesquecível. Ela riu. Disse que podíamos fazer anal novamente, contando que eu à desse o mesmo prazer que dei na noite passada. Estávamos animados e empolgados. Dois adolescentes em uma casa sem ninguém, é claro que o conteúdo é para maiores de 18. Mas, quando comecei a excita-la e a deixar de quatro, ela disse que a sua boceta estava ainda ardendo e que ela ainda estava com dores.

Meus pais chegariam de noite, mas ela precisava estar na casa dela antes das 18:00. Comemos, e na mesa ela me acariciava com os pés. Fomos para o sofá da sala e eu acariciava o couro cabeludo de Fabiana. Para não me deixar na mão, ela me chupou a tarde toda no sofá enquanto assistíamos bobagens na TV.

Não nego que eu queria ter comido ela mais vezes naquele domingo, mas a boceta dela realmente não aguentava, estava vermelha, e ela já não queria mais fazer anal.

O resultado foi que ela aprendeu a gostar do gosto da minha porra.