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sábado, 31 de janeiro de 2015

Histórias da Fernanda #4: Indepêndencia de uma adolescente

Eu e Fernandinha fomos para São Sebastião ontem (litoral paulista), e no caminho ela foi me contando uma história - uma daquelas que ela me conta mais sobre as fodas mais excitantes que ela já teve. E claro, botei o gravador no REC para depois poder escrever o conto para vocês. É claro, com a autorização dela. Foi mais ou menos assim:

Fernanda nem sempre foi uma filhinha de papai. Quando completou seus 18 anos e saiu de casa, ela partiu logo para o quarto de uma senhora, morar sozinha e buscar a independência (na verdade, ela queria mesmo era poder sair de noite e voltar a hora que quisesse, e também podem levar qualquer macho pra dentro do seu quarto e dar a noite inteira). Por sorte, esta senhora que alugou o quarto para ela era muito surda, então, contando que ela colocasse um lençol no vão da porta do quarto, ela podia gemer no tom que quisesse e que ninguém ouviria nada.

"Edgar, eu me lembro que na primeira semana, eu havia conseguido um emprego num McDonalds do shopping - eu ainda vou te contar a história de quando dei para o Gerente, mas não agora.
Eu saia da casa da senhorinha às 15:00 e chegava no shopping às 15:20, começava a trabalhar às 15:30. Trabalhava até às 21:30. Chegava na casa dela às 22:00 e a casa já estava toda apagada. A velhinha dormia muito cedo - acordava com as galinhas, mas nunca me perturbou.
Eu queria estrear o quartinho que estava alugando, queria era levar algum macho lá para dentro e poder foder a noite toda, então comecei a procurar loucamente por alguém que pudesse me foder - alguém que estivesse livre durante a noite toda.
Não foi difícil, é claro. No shopping a gente acaba conhecendo muita gente, muitos carinhas bonitos que querem se dar bem com a garota tola que trabalha no McDonalds. Junto com o lanche de um garoto que chegou, me encarando e sorrindo, eu dei o meu telefone e o horário que deixava o trabalho.

Quando o relógio marcou 21:30, eu ainda estava de uniforme e alguns cliente ainda estava chegando, ele me ligou. Pedi um momento para o meu Gerente (nessa data eu ainda não havia dado para ele) e corri para atender.

_Oi Fernanda, tudo bom? Tu me deu o seu telefone. 
_Sim, dei. Você sorriu bastante pra mim aqui no Mc (Donalds), pensei que talvez quisesse conversar.
_Claro que quero. Está saindo do shopping agora?
_Daqui a pouco, porque?
_Posso te pegar aí. tu mora longe?
_Não, moro perto. Você pode me acompanhar até em casa. 
_Tudo bem. Vou te esperar na saída do shopping.
Desliguei o telefone e voltei para atender os últimos clientes. Corri para o vestiário, me troquei e sai do shopping. O carinha estava lá, me esperando, todo pomposo.
Queria foder, e queria foder no meu próprio quarto alugado, portanto, não me importei em parecer uma vadia ou não. Não era um cara que eu iria querer algo futuramente, só estava interessado era o cacete dele - de preferencia duro e babando.

Ele estava de moto, me deu um capacete e fomos. Na verdade era muito perto do shopping, chegamos em cinco minutos. Abri o portão da garagem e ele estacionou a moto lá. A senhora tinha um Monza velho que nem mesmo funcionava. Não iria se incomodar com a moto ali na garagem. Entramos sem fazer barulho algum.
_Seus pais já estão dormindo?
_Eu não moro com meus pais.
Ele foi andando pela ponta dos pés, me acompanhando. Abri a porta do meu quarto e ele entrou sem hesitar. Fechei a porta, tranquei e coloquei o lençol no vão para o barulho não sair dali. Ele colocou o capacete na cama, meio sem jeito e sentou-se.
_Belo quarto.
_Este quarto é tipo a minha casa. Moro com uma senhorinha.
Ele queria saber mais da minha vida, mas me sentei do lado dele e fui logo dando-lhe um beijo. Ele entrou na onda do beijo e foi segurando a minha nuca, É claro, dois adultos, em um quarto, durante a noite - é claro que vai rolar sexo.
Ele foi logo descendo a mão pela minha cintura e chegou na minha coxa. Deixei rolar. Também coloquei a mão na coxa dele. Bem devagarinho, ele pegou a minha mão e colocou em cima do seu pau duro, por cima da calça. Eu também peguei a mão dele e coloquei bem em cima da minha buceta. Ele não podia sentir, mas eu também já estava molhada. Quando coloquei a mão dele em cima da minha boceta, é claro, ele se levantou e foi me beijando ainda mais loucamente. Começou a tirar o cinto, abaixou o ziper e já arracou a calça. Eu me deitei e deixei que ele tirasse a minha calça. 

Fiquei deitada e de pernas abertas para ele. Ele subiu em cima de mim e eu coloquei a minha calcinha de ladinho. Nem vi quando foi que ele havia tirado a cueca. Só vi a cueca dele lançado do outro lado do quarto. Peguei a piroca dele e comecei a esfregar nos lábios molhados da minha boceta. O quarto estava escuro e frio, ele em cima de mim começou a me esquentar, e aquele momento foi mágico. Eu poderia foder com ele, gritar, gemer o quanto pudesse, e ninguém poderia falar nada - Era a minha independência de adolescente.

Ele tentou colocar o cacete dentro de mim mas segurei o seu pau, não deixei entrar, comecei a me masturbar e a segurar o cacete dele bem em cima do meu clitoris. Queria apenas sentir a cabeça do pau dele, já molhada, em cima de mim. Comecei a gemer e ele a ficar louco, queria foder logo e eu ali, segurando o seu pau e apenas esfregando em mim. Ele começou a me beijar, beijou o meu pescoço, levantou a minha camisa e beijou os meus seios, e eu só me masturbando com os meus dedos e esfregando o cacete dele em cima de mim. Fiquei muito molhada, meu clitoris latejou. Tirei o cacete dele de cima de mim e o empurrei para se deitar do meu lado.

Cai de boca em seu pau. Fiz garganta profunda e fui lambendo todo o cacete. O garoto gemeu, mas gemeu alto, de delirar.
_Como você é boa! Nossa, você é demais. 
As palavras dele eram um grande "foda-se" para mim, mas eu queria aquilo, que pudéssemos gemer sem meu pai ter um infarto no outro quarto.  

Peguei a camisinha e vesti nele com a boca, e falei alto enquanto montava nele: 
_Quer me foder quer?
_Quero! Quero te comer a noite inteira.
_Então me fode cara
Sentei em seu pau. Senti a cabeça passar pelos meus lábios e o cara suspirou aliviado. Cavalguei em seu pau como se estivesse possuída e logo vi a cara de desespero do menino. Ele gozou mas não queria me contar. Sai de cima dele e ele inventou uma desculpinha de que não imaginava que gozaria tão rápido. Tirei a camisinha dele e tomei toda a sua porra, como se fosse um sorvete de saquinho. O pau do cara foi murchando, mas não liguei. Me deitei do lado dele e ele me deu alguns beijos. Passou uns 10 minutos e ele já estava animado de novo. Agora sim a foda iria começar. 

Comecei a masturba-lo e a pica dele já estava estalando de vontade. Coloquei outra camisinha e ele assumiu a foda, me colocou deitada de pernas abertas e ergueu as minhas pernas até o meu ombro. Começou a fazer graça e a esfregar o cacete duro na minha boceta. Adorei, fiquei deliciada, minha vagina já estava molhada novamente, querendo mais pica. E então ele começou. Bombou de verdade dentro de mim.

Eu comecei a gemer feito uma puta. Agarrei a cabeça dele bem pertinho da minha boca e gemia. A cada bombada, a cada vez que sentia aquela cabeça invadindo a minha boceta, eu gemia alto, agudo e falava bobeira para ele:

_Minha boceta vai explodir!

Ele começou a bombar ainda mais rápido dentro de mim, feito um animal, e eu gostava. O garoto deu algumas pausas e senti que ele ia gozar. Ele tirou o cacete de dentro de mim e passou a beijar os meus seios, tentando ganhar tempo. Eu grudei as minhas pernas na cintura dele e forcei que ele metesse mais. Foi metendo com um pouco de zelo e mais devagar, justamente para não gozar. Apertei a minha boceta com toda a força e ele gritou de prazer. Não conseguia enfiar o pau e nem tirar, mas gemeu e revirou os olhos.

Apertei minha boceta e cara gozou gostoso. Aliviei a minha boceta e ele tirou o pau de dentro de mim, arrancou a camisinha e choveu porra para fora. Peguei a camisinha da mão dele e lancei para minha boca, comecei a chupar toda a porra dele. Enquanto ele se deitou do meu lado, suado e cansado pela foda fantástica, eu me deliciava com a porra amarga do cara. 


2 comentários:

  1. Já trepei muito com desconhecidos quando era jovem - em tempo de pegar um doido-assassino-de-vadias! Hojem dia tenho coragem mais naum!
    K garota experiente, não?! Com 18 eu fazia um boquete de forma desajeitada, depois deitava e abria as pernas! hihiririrhi...eu era tipo...pés-si-ma!!!

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    1. hahaha, faz parte. Jovens jovens jovens, sem pratica. Quando se aprende não larga mais.

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