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sábado, 24 de janeiro de 2015

Conto de Prostituta: Minha primeira vez com uma Puta

Meus queridos leitores, hoje trago para vocês o meu primeiro passeio com uma prostituta: Eu tinha meus 18 anos e seu nome eu não me lembro ao certo, mas creio que seja Sabrina.
Para quem conhece o blog, sabe que eu já tinha experiencia com sexo. Primeiro com a minha amiga Jéssica, segundo com minha prima Helena, depois com a minha vizinha Sra. Cursino, mais tarde com a minha primeira namorada Angela e depois com Fabiana. Bem, minhas experiencias sexuais só foram aumentando, e a grande sacada foi com Sabrina.

Sabrina era uma japonesa que ficava na primeira esquina do centro de uma cidadezinha pequena do interior de São Paulo. Essa esquina é muito movimentada, portanto, todos os homens algum dia já passaram por ela, e todos os homens, sem exceção nenhuma, já olharam para as suas pernas. O ponto da vadia é tão movimentado que, diz as boas línguas que com 5 meses sendo garota de programa ela conseguiu colocar silicone nos seios, e aumentou o valor do seu programa para um valor absurdo, estilo puta de luxo: E continuou no mesmo ponto de sempre.

Quando complete 18 anos, meu tio me buscou em casa e disse que eu tinha que perder o cabaço. É claro, eu já havia comido outras antes, mas, como ele pagaria, fiz questão de fingir que ainda era virgem e dar uma de desesperado sobre o assunto. Ele me levou até a tal esquina e a Japonesa não estava mais lá. Decidimos estacionar o carro ali proximo e espera-la.
_Existem outras putas aqui tio. - comentei com ele.
_Não, você vai comer é a Sabrina, é só ela que vai te transformar em homem.

Me lembro que enquanto esperávamos a puta, eu estava pensando em como seria foder uma prostituta. Pensei se entre uma transa e outra ela tomava banho, ou se eu ia fode-la ainda com porra de outro homem lançado em cima dela. Alguns pensamentos muito bizarros chegou até mim, mas, quando a vi dobrar a esquina, me esqueci completamente.
A puta andava com uma elegância suprema de salto alto. Seus seios eram enormes e o seu quadril muito chamativo. Usava um vestidinho florido mostrando as coxas. O cabelo liso e solto, voando enquanto caminhava, segurando a sua bolsa. Chegou até a esquina e sacou da bolsa um espelho, e começou a passar o batom:
_Chegou a hora.
Disse o meu tio, saiu do carro e foi em direção a puta, eu o segui.

_Oi Sabrina.
Ela sorriu para ele. Parecia conhece-lo, o chamou pelo nome.
_Este daqui é o Edgar, que te falei.
_Oi Edgar - ela falou e foi ao meu encontro, dando um beijinho na minha bochecha, como se fossemos amigos de barzinho - Está fazendo 18 anos hoje não é?
_Sim - falei um pouco timido. Ela cheirava a hortelã. Mas na minha cabeça ainda passava a imagem dela dando para outro cara há poucos minutos antes de estar ali. Só conseguia pensar nela chupando outro cara.
Meu tio quebrou o silencio:
_Vamos lá Sabrina, leva o menino para o quarto e cuide bem dele. Ele é virgem, vou te dar o dinheiro para uma hora com ele, está bom?
Ela sorriu e olhou para mim. Segurou a minha mão e foi caminhando comigo em direção ao pequeno Motel onde fazia seu trabalho.
_Pode deixar, em uma hora ele vai voltar um homem.
Uma hora com ela, pensei. Uma hora com Angela, ou com Fabiana costumava ser duas ou três fodas. Como seria com uma prostituta?

Passamos pela recepção do motelzinho barato, o homem entregou a chave para Sabrina e me olhou de cima a baixo - nem mesmo perguntou a idade. Caminhamos por um corredorzinho e descemos para um lugar onde haviam uns 10 quartos do lado esquerdo e 10 do lado direito. Sabrina foi caminhando em direção ao quarto 12, abriu, jogou a bolsa na cama e depois que entrei ela trancou a porta.

Sentou-se na cama e eu sabia que tinha que me despir. Olhei para uma porta que ficava ao lado e ela me disse que era o banheiro. Continuou sentada na cama, só esperando eu me sentar ou me despir. Resolvi ir direto ao ponto, tirei a camisa e ela brincou:
_Ui, já vai direto ao ponto. Prefere luz acessa ou apagada?
Por mim tanto faz, mas resolvi apagar - talvez por não ter pensado direito.
Apaguei e ela foi se deitando na cama, ainda de roupas e bota. Tirei a calça e o volume na minha cueca já era visível. Subi na cama e ela me colocou para deitar ao seu lado.
Enfiou a mão por debaixo da minha cueca e começou a me masturbar:
_Olha só que safadinho, está muito duro.
Eu agarrei os seus seios e ela já foi tirando-os para fora. Comecei a chupar aqueles seios imensos da japonesa, eram durinhos e empinados - meu primeiro contato com seios siliconados.
Ela começou a tirar a minha cueca e continuou me masturbando, meu cacete estalando de grosso e cabeçudo, queria come-la logo. Peguei em sua bunda e comecei a puxa-la para mais perto de mim, ela riu e foi me beijando no pescoço, ela tirou a minha camisa e começou a beijar o meu peito, começou a descer pela minha barriga e chegou no meu pau. Beijou a cabeça, beijou toda a extensão e elogiou o peso e as veias. Se levantou e foi até a sua bolsa, sacou uma camisinha e se despiu. Ficou completamente nua. Uma mulher inteira, só para mim.


Ela abriu a embalagem e colocou a camisinha na boca sugou com a boca e desceu até meu cacete. Ela colocou a camisinha com a boca, toda toda, jeitinho especial de puta. Me olhando com olhinhos pequenos. Fiquei delirando.



Sugava meu cacete, sugava a cabeça do meu pau, lambia ele todo de cima em baixo e partia para dar lambidinhas arrepiantes nas minhas bolas. Perguntou se eu gostava e eu disse que sim, meio sem jeito de dizer que me arrepiava, e então ela colocou as minhas duas bolas inteiras dentro de sua boca. Continuou me chupando até eu gozar.

Ela tirou a camisinha com delicadeza e a amarrou. Continuou me masturbando até meu pau amolecer. Ela se sentou ao meu lado, disse que tínhamos muito tempo ainda. Pegou o controle remoto e ligou a TV. Um filme pornô, desses vintages estava passando, uma japonesa engolia o pau de dois caras negros. Ela me perguntou se eu já havia feito sexo antes, e o que achava de filmes pornos. Respondi que ainda era virgem, e que assistia a muitos filmes todos os dias. Não demorou muito e eu já estava com o cacete duro de novo. Ela elogiou a velocidade e o como é bom sair com adolescentes.

Pegou outra camisinha e colocou no meu pau com a boca novamente.

Eu continuei deitado na cama e ela subiu em mim, encaixou o meu pau duro dentro de si e começou a cavalgar. Segurei a sua bunda e comecei a apertar, ela ia cavalgando cada vez mais em mim, e começou a gemer. Gemidos falsos de puta, mas que no momento me fizeram ficar duro feito rocha. Beijei seus seios e comecei a chupar os bicos durinhos. Ela colocou a minha cara no meio de seus seios duros e enormes e eu fiquei lá, sendo sufocado por aqueles enormes melões e sentindo o meu pau entrar e sair de uma bucetona larga e molhada. Ela ia cavalgando, rebolando em cima de mim. Olhei para ela e o cabelo estava todo caindo em mim, no meu rosto. Tudo que via era ela gemendo e os pequenos olhinhos japoneses me olhando, fixamente:
_Está gostando?

Eu estava suando feito um louco apertei ainda mais a bunda dela e comecei a puxa-la ainda mais para proximo do meu cacete. E ela começou a aumentar o ritmo:
_Gosta que eu seja mais rápida?
_Sim!
Ela começou a cavalgar mais rapido em cima de mim, quase quebrando o meu cacete. Mas era bom sentir o seu peso, sentir a sua bunda, sentir a sua buceta e ouvir os seus gemidos exagerados. Gozei feito um louco. Ela desceu de cima de mim e sentou-se na cama como havia feito antes. Eu tirei a minha camisinha e ainda voou um jato de porra em cima da minha barriga. Ela pegou a camisinha da minha mão, amarrou e jogou no chão.

Ela olhou no relógio e disse que ainda tínhamos 50 minutos, perguntou se eu ainda iria aguentar mais uma, ou se eu queria continuar. Disse que sim. Continuamos deitados e assistindo ao filme pornô. Passou-se vinte minutos, acabou um filme e começou outro. Ela se virou para mim e perguntou se eu ainda conseguiria. Me deu um beijo no rosto e um no pescoço. Continuei vendo o filme porno enquanto ela me excitava. Segurou o meu cacete e começou a me masturbar bem devagarinho e foi bem devagar que o meu cacete começou a subir e engrossar na mão dela:
_Vamos brincar pela ultima vez, como você quer fazer?

Pedi para ela ficar de quatro, e ela mandou eu ficar em pé diante da cama. Ficou de quatro empinando a bunda para mim. Agarrei aquela bunda deliciosa da japa e ela começou a me elogiar - elogios de puta, coisa normal. Mas na hora eu fiquei extremamente empolgado.

 Coloquei a camisinha e comecei a penetrar aquele bucetão largo, enfiava o meu pau e tirava com muita facilidade, e ela gostoso. Eu não parava de meter e, apesar de sentir muito prazer em estar colocando meu pau em uma buceta quente e molhado, eu não gozava. Comecei a extravasar todo o meu desejo e também todo o meu físico metendo nela, e era bom.
 Ela começou a gemer em um tom diferente e eu sabia que agora sim estava dando prazer. 

Eu, com 18 anos, dando prazer para uma puta. A segurei pelos seios turbinados e meti ainda mais fundo, estocando o meu pau até o fundo com força. O seu corpo começou a se contorcer e ela começou a falar repetidas vezes de que eu tinha que continuar, até que se calou, passou a língua pelos lábios e gozou. Pulou para frente e deitou-se na cama, com as pernas tremendo. Virou-se de frente para mim e abriu bem as pernas. Eu subi em cima e continuei metendo fundo. Pingos de suor desciam da minha testa, e então eu gozei. Gozei com o pau dentro de sua buceta, senti a porra espalhar pela camisinha. Fechei os olhos, estava exausto.

Tirei o meu cacete e ela se levantou para tirar a minha camisinha, amarrou e continuou dando beijos no meu pau. Um pingo de porra escorria e ela deu uma bela de uma lambida. Riu e disse que eu tinha um gosto doce.

Fomos para o banheiro, ela ligou o chuveiro e lavou só a buceta. Me lembro dela inclinando o quadril para a água morna e esfregando os poucos pelos da buceta que ela tem. Pegou o sabonete do quarto e se lavou rapidamente. Perguntou se eu queria tomar um banho e eu recusei, apenas coloquei a minha roupa de volta e a esperei.

Saímos para a rua e ela me deu um beijo no rosto, disse que eu teria que voltar para vê-la. Mas nunca voltei. Entrei no carro do meu tio e ele rindo, disse que agora eu era homem e que teria que conquistar muitas outras mulheres, afinal, putas são fáceis. Fomos embora.


2 comentários:

  1. Por que vc não voltou lá?
    Minha primeira vez com um garoto de programa foi tão excitante...transar com profissa é outra coisa!!!

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    Respostas
    1. Haha, não voltei porque encontrei muitas outras prostitutas tão excitantes quanto ela.

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