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domingo, 28 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 2)

Olá meus queridos leitores,
continuando hoje o meu Conto de Natal, a parte 2 do meu natal um tanto agitado! Tudo começou na noite do dia 24/12, quando eu e minha prima Helena demos uma fugidinha para dar uma dentro do carro, depois fui para o apê de Fernandinha e acabei também fodendo a minha querida Marylin no capo do meu carro - na tarde do dia 25/12, sai com a Carolzinha, uma leitora do blog que mora bem pertinho de mim.
Todo esse resumo, é fruto do conto anterior: Conto de Natal (Parte 1)

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Cheguei no local combinado para encontrar a Carolzinha. Menina doida. Leitora do blog, começou a me mandar alguns emails me dizendo que queria me conhecer. Oras, logo de cara aceitei. Eu costumo conversar muito com as pessoas antes de aceitar sair com elas, ainda mais leitoras do blog, mas, esta me pareceu ser convincente. E sinceramente, acho que aceitei porque ela mora bem pertinho de mim.
Nos encontramos em um parque e logo a reconheci: Loirinha, baixinha, pele branca, e cumpriu o que havia dito no e-mail quando combinamos o encontro. Ela disse que iria de shortinho jeans e blusinha vermelha. Pedi para ela ir de calcinha fio dental e de preferencia sem sutiã, isso eu teria que ver com meus próprios olhos.
Mas me excitei com a idéia daquela garota linda, caminhado em minha direção, estar com uma calcinha fio dental, atolada na bunda, só para eu poder tirar com a boca.

Ela chegou até mim, me reconheceu de primeira. Me abraçou e eu retribui quase quebrando as suas costelas com um abraço forte.
_Eu vim vestida do jeitinho que combinamos.

Eu dei um beijo no rosto dela:
_E merece um doce por isso.

Ela riu, com um sorriso de safada. Já havia sacado tudo da minha leitora. Ela disse que adorou os contos da Gabriella (Link aqui) e da Rafaela (Link aqui), ambos porque eu era violento e acabava fazendo anal. Carolzinha havia me dito que nunca fez anal, e eu, claro:
_Isso sim é um ótimo presente de Natal. Eu te dou um peruzão suculento, e tu me dá a sua portinha dos fundos.
Ela riu ainda mais, estava ansiosa para foder comigo, assim como eu estava louco para comer aquela menina.

A levei para a minha casa. No carro, ela se demonstrou ser bastante tímida, mas não a culpo, deve ser mesmo estranho encontrar um cara desconhecido que escreve suas experiencias sexuais em um site. Depois conversamos sobre isso e ela me contou que só estava um pouco assustada.

Quando chegamos no meu apartamento, ela já parecia se sentir um pouco mais a vontade. Sentou-se no meu sofá e eu liguei a TV - como sempre, nada de interessante. Busquei um vinho tinto que estava guardando para datas festivas, mas ela me disse que não gosta muito de beber antes de fazer sexo.
Menina apressada, gosto disso. Me sentei do lado dela e já fui passando a mão na sua nuca, afinal, se era para ser apressado, eu faria isso direito. Ela se inclinou e eu a beijei. Coloquei as mãos no meio de suas pernas e ela já foi colocando seus dedinhos em cima da minha perna. Com a outra mão, trouxe a mãozinha delicada dela para cima do meu cacete já duro.

Ela riu. Abriu meu ziper como uma profissional e tirou o meu pau da calça. Começou a me masturbar bem de leve, e elogiou o tamanho da minha cabeça. Eu comecei a forçar a sua nuca para leva-la até o meu cacete. Ela me deu mais alguns beijos enquanto continuava me masturbando, e então foi descendo para abocanhar o meu pau.

Passou a primeira lambida e foi descendo com a lingua para a base do meu cacete, fazendo um espiral. Olhou para mim com cara de safada, olhos de quem queria pica estocada na garganta. Colocou o meu pau dentro de sua boca. Eu agarrei o seu cabelo e puxei com força, ela sorriu. Não falou nada, me masturbou, abriu ainda mais as minhas pernas e caiu de boca mais uma vez no meu caralho. Forcei a cabeça dela para minha direção, e ela fez uma garganta profunda deliciosa. Tirei a cabeça dela e terminei de tirar a minha calça. Só de camisa ali sentado no sofá, ela continuou abocanhando o meu cacete, e massageando as minhas bolas.

Era hora de trocar de posição. Mandei ela ficar em pé e fui tirando a sua blusinha. Fiquei em pé junto dela, e ela com as duas mãos no meu pau, não parou de me masturbar. Ela realmente estava sem sutiã. Antes de tirar a sua blusinha, pude ver os biquinhos de seus seios durinhos a mostra. Tirei a blusinha e fui logo caindo de boca naqueles seios rosados. Me lembrou os seios deliciosos de Helena, que havia chupado no carro na noite passada. Fui também tirando o seu shortinho jeans, e então eu vi a calcinha fio dental de Carolzinha. Me abaixei e a coloquei de bumbum empinado para mim, encostada no sofá. Mordi o lacinho da calcinha e fui puxando, tirando a calcinha fio dental do rego dela, do jeitinho que havia prometido por email.

Ela empinou a bunda. Eu fiquei em pé e abracei ela por trás. Ela sentiu o meu cacete duro e molhado em sua bunda, e esticou os braços para encontrar a minha cabeça. Me beijou na boca enquanto eu descia as minhas duas mãos para a sua bucetinha. Também estava molhada, a safada. Com a mão direita comecei a massagear seu clitóris e com a esquerda eu massageava os lábios, fui abrindo-os bem de leve e quando ela começou a gemer eu enfiei o dedo indicador. Ela gostou, continuou gemendo, portanto, continuei a masturbando. Enfiei outro dedo e fui ainda mais fundo. Ela me deu outro beijo e ainda mordeu meu lábio inferior.

A coloquei de frente para mim e ela sentou-se no sofá, já de pernas bem abertas. Enfiei, agora com a mão direita, dois dedos dentro de sua buceta. Comecei a enfiar com rapidez os meus dedos dentro de sua buceta e a alisar o seu clitóris. A masturbei com velocidade e força até ela começar a implorar para eu parar. Era assim que eu a queria, submissa. Ela ejaculou e o meu pau já não aguentava mais, precisava foder a Carolzinha para fazer do meu Natal inesquecível. 


Pulei para cima dela e ela já foi me dando a sua bunda. Queria mesmo era dar o cuzinho, mas eu deixaria para depois. Fui beijando a sua nuca. Fiquei deitado atrás dela ali o sofá, e continuei a masturbando. A garota era safada, começou a gemer no meu ouvido e a falar bobagens:

_Vai comer o meu cuzinho, vai? Vai gozar lá dentro?

Coloquei a camisinha e alisei o cuzinho dela. Ela estava delirando, podia sentir pelo seu tom de voz e pelos gemidos. Mas ainda não era hora. Comecei a meter em sua buceta. Levantei bem alto a sua perna e penetrava bem fundo. Ela não parava de gemer, atorava ter um cacete atolado na buceta - eu não conseguia parar de pensar em como seria comer aquele cuzinho! Que me perdoem as pessoas religiosas, mas na minha opinião, todo mundo deveria passar o natal fodendo, fazendo sexo, da melhor maneira possível!

Apertava os seios da menina e ela gemia ainda mais. Me dava bundadas e rebolava no meu cacete.

Tirou o meu pau e subiu em cima de mim, continuou me cavalgando como uma profissional. Apoiou os braços no meu peito e continuava falando bobagens enquanto me cavalgava: 
_Edgar, você tá gostando? Quer gozar no meu cuzinho quer?

Ela tirou o meu pau de sua buceta e tentou coloca-lo no cu. Ela ficou vermelha de dor quando a minha cabeça começou a passar pelas pregas. Não conseguiu e inseriu o meu pau de volta na sua buceta, onde continuou me cavalgando. Foi a minha vez de falar bobagens. A puxei para bem pertinho de mim, e fiquei segurando sua cabeça para conseguir beija-la, e para poder sussurrar em seu ouvido:
_Eu vou estourar o seu cuzinho! Você vai ter que sair daqui de cadeira de rodas, sua safada. Piranha.

A buceta dela me mastigou quando comecei a xinga-la. Ela gostava disso. A buceta dela foi ficando ainda mais apertada e ainda mais molhada. Ela continuou me cavalgando. 
Apertei bem a bundinha de Carolzinha e com o meu polegar, comecei a alisar o seu cuzinho. Estava piscando, a garota estava mesmo afim de perder a virgindade do cu. 

Tirei o meu cacete e tirei ela de cima, segurei a sua mão e fui com ela para a minha cama. Ela já foi logo subindo e ficando de quatro para mim. Troquei de camisinha e peguei o lubrificante que guardo no criado mudo. Cai de boca no cuzinho da menina. Piscava de tesão. Mergulhei três dedos na sua buceta e a masturbava, enquanto chupava aquele cu delicioso. 

Deixei escorreu lubrificante por toda a sua bunda e no meu cacete:
_Vo te estourar menina! 
_Me fode até meu cu ficar roxo. 

Estoquei o meu pau no cuzinho apertado e virgem de Carolzinha e ela endureceu todo o corpo. Ficou arrepiada e deu um grito de dor. Estoquei mais uma vez e ela gemeu com dificuldades. A terceira estocada e ela já estava deitada de bruços na cama. Comecei o vai e vem e o seu cu nada de alargar. A garota continuava tensa. Segurei os seus ombros e comecei a massagear:
_Não fica tensa, gostosinha, é só o seu cuzinho ficando arrombado.
Ela falava com dificuldades, estava sem folego:
_Eu sei, eu sei, eu sei...


Enquanto comia o cu de Carolzinha, ela ficou quieta e gemendo bem baixinho. Tirei o meu pau do seu cu e ele piscava feito enfeite de natal. Cuspi no cuzinho dela e enfiei dois dedos com muita dificuldade. O cu da menina estava bem apertado. Enfiei três dedos em sua buceta e comecei a masturba-la. Ela passou a gemer alto. Me aproximei do seu ouvido e falei: 
_Quer que eu continue te fodendo no cuzinho quer?
Ela se virou para mim com dificuldades e cara de puta:
_Quero, me fode no cu. 

Tirei meus dedos do seu cu e estoquei meu pau de novo. Ela gritou de dor mais uma vez.
_Vamos tirar essas pregas, vamos?

Ela enfiou a cabeça no meio do travesseiro e continuava dura como pedra, e o corpo todo arrepiado. Olhou para mim e eu pude ver as lagrimas nos olhos da menina. 

Para o azar dela, eu demorei a gozar. Estourei o seu cu, fodi ele com muita força e estoquei a minha lança o mais fundo que consegui no cu de Carolzinha. A menina já estava pálida quando sussurrou que já não aguentava mais. Ouvia o som saindo de seu cu, e gases vaginais saindo de sua buceta. Era dor que ela sentia.
_Tá gostando do presentinho de natal?
_Seu pau é muito pra mim, eu fui uma menina má o ano todo. 

Estoquei meu cacete ainda mais fundo, e ela gritou de dor. _Foi uma menina má? E só agora me fala isso?
Segurei ela pelo cabelo e comecei a meter ainda mais fundo naquele cuzinho apertado. Ela gemeu, agora gemeu feito louca. Para deixa-la excitada, comecei a xinga-la:
_Putinha, gosta disso sua piranha? Gosta quando puxo seu cabelo, vadia?

E ela rindo dizia que sim. Estoquei ainda mais, senti que precisava gozar. 

Tirei a camisinha e comecei a esfregar o meu pau na buceta e no cuzinho, gozei nas costas da garota. 


Estávamos suados. Ela deitou-se e eu me deitei do seu lado com o pau ainda duro. Ela segurou o meu cacete e começou a me masturbar. 

_Eu acho que não consigo andar mais. - Ela disse sorrindo e olhando para o meu cacete.
Beijei a menina e segurei seu cabelo novamente. A conduzi até o meu pau gozado e a fiz me chupar. A submissa Carolzinha fez o que mandei. Abocanhou o meu cacete com vontade. A deixei me chupando até gozar de novo, dessa vez na sua boca. 


Ela se deitou novamente, mais uma vez disse que não conseguiria se levantar. Disse para ela dormir e relaxar, de noite levaria ela de volta para a sua casa. 


Olhei no celular e Fernandinha me perguntava se podia ir em casa, disse que não, pois havia uma garota com o cu arrombado na cama. 

Carolzinha me abraçou e ficamos ali deitados por pelo menos uma hora, até o cu da menina parar de arder e ela conseguir ir pro banho.


Enfim, foi um ótimo Natal. Para encerrar com chave de ouro, depois que deixei a Carolzinha em sua casa, fui para a casa de Fernandinha para receber um boquete daqueles.



6 comentários:

  1. Meteu sem dó no cu da menina; tadinha!!!...

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    1. Sem dó nenhum. E ela adorou. Vamos repetir a dose qualquer dia desses.

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  2. Amo seu jeito atrevido de meter, mas não sou tão jovem e linda quanto as sortudas que vc pega...

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    1. Para de drama Chocolícia! Tu sabe que eu adoro foder uma mulher mais velha. Me manda e-mail para cenasmuitoquentes@gmail.com, vamos marcar um encontro! Vou te comer de quatro, de lado, de ponta cabeça. Te fazer chegar no orgasmo até tremer a noite inteira!

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  3. Nossa seu blog é de mais mesmo,essas tuas histórias dão muita vontade em qualquer pessoa que as lê incluse a mim ;)

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    1. Hmm, que bom que te deixei excitada! Fico imensamente feliz. Aceito fotos de tu bem molhadinha! ;)

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