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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 1)

Não existe nada mais clichê do que reativar um blog (quase) abandonado no dia 25 de dezembro: Natal! 
Pois é meus queridos, vocês ficaram desde o dia 8 de agosto apenas com a postagem "PASSADINHA RÁPIDA", e agora estou chegando super atrasado desejando Natal para todos vocês,  meus queridos e fieis leitores, que me lotaram de mensagens, comentários e e-mails durante toda essa minha ausência. 
Bom, é fato de que eu ando trabalhando muito, a vida de Fotógrafo não é fácil e também tenho entrado em outros ramos ultimamente (acreditem se quiserem, mas até no ramo pornográfico eu estou agora, e agora é para valer), e o blog, que era apenas um hobbie acabei deixando de lado. 

Enfim, hoje passei aqui, aproveitando que estou de folga e consegui ficar sozinho por alguns minutos, respondi todos os comentários que estavam pendentes e também muitos emails. Gostaria de agradecer muito a "Mineirinha", a nossa leitora que vive a comentar os meus contos, e que ultimamente esteve muito próxima de mim, no meu dia a dia. Beijão para ti linda! 

Bom, vamos deixar as desculpinhas de lado e agradecimentos para que sejam feitos pessoalmente mais tarde, hoje, volto a escrever no blog contando sobre como foi o começo do meu Natal desse ano, 2014. 

O relógio marcava 20:00, de ontem (dia 24/12), e eu estava na casa dos meus tios. Eles preparavam uma gigantesca de uma ceia para os meus primos, irmãos e avós, e eis que enquanto eu conversava com a minha tia, na varanda, tomando um vinho tinto, a minha prima Helena chega de carro com o novo namorado.
Babei. 
Helena está fantástica! Bumbum empinado, cabelos até os ombros,uma maquiagem leve, batom rosa. Estava vestida apenas de vestidinho, mostrando as belas pernas brancas e um lindo decote, mostrando seus seios deliciosos (não são grandes, mas adoro beija-los). 
Aqui no blog eu já falei muito sobre as minhas travessuras com Helena, e sobre os meus fetiches. Desde criança, eu e ela tínhamos uma relação "intima". A primeira buceta que encarei e lambi foi a dela, quando eu era um pivete do tamanho dos meus priminhos. Eu e ela nos escondíamos em encontros familiares para nos masturbarmos, um ao outro, e eu na maioria das vezes acabava gozando em sua calcinha. 

Desci as escadas correndo para abraçar a minha prima. Enquanto descia, vi dois primos meus, que devem ter seus 12 e 13 anos, Julio e Isabela - pensei no que eles poderiam fazer escondidos em algum canto da casa, como eu e Helena fazíamos. A encontrei ainda na sala. A abracei e a levantei do chão. Ela ficou toda vermelha. Cumprimentei o namorado dela e já fui puxando a minha doce prima para o sofá para conversarmos. Primeiro conversamos sobre as trivialidades da vida, sobre o trabalho, sobre a faculdade e sobre o tempo  que fazia que não nos víamos. Helena sempre soube que eu a amei, e sempre soube que eu adorava ter aqueles fetiches sexuais com ela. E ela já é moça formada, moça direita, mora sozinha e já leva bem quem entende para a cama. Senti que ela queria era dar aquela fugidinha comigo, como fazíamos sempre.
_Edgar, tu pode me levar ali no supermercado, estou procurando um vinho tinto pra hoje. 
_Claro.
O namorado dela se levantou:
_Pode deixar que eu vou, querida.
_Não, não é preciso - falou o nome dele e o abraçou - Fica aqui com os meus pais, eu vou lá com o Edgar, é super rápido.
O garoto hesitou por um momento, mas aceitou quando ela deu um beijo no seu rosto. Eu me levantei e já fui correndo para o meu carro.

Ela saiu da casa da minha tia e correu para o banco do passageiro, quando fechamos as portas, ela sussurrou: 
_Vamos pra algum lugar escuro, agora!

Corri. Sai dali e fui direto para um campinho de futebol que tem ali perto da casa da minha tia, que por sinal, fica próxima também do supermercado onde teríamos o nosso álibi. Apaguei os faróis e espiamos todos os campos para ver se ninguém nos espiaria. Ninguém a vista.
Saltei para o banco de trás e ela veio junto. Fui puxando o meu sinto e eu fui abaixando o seu vestido, deslizando eles pelos seus ombros. Ela estava sem sutiã, seus seios empinados apontavam para mim. Jogou meu cinto longe e abriu meu ziper, levantei a bunda e ela tirou a minha calça com velocidade. A peguei pela cintura e a trouxe para o meu colo. De pernas abertas para mim, ela já sentia o meu cacete duro embaixo de sua buceta. 

Lambia os seus seios com delicadeza, e conseguia ouvir os seus gemidos bem baixinho.

Não tínhamos muito tempo. Apesar do super mercado estar lotado, não poderiamos abusar do tempo para que ninguém desconfiasse, e o que mais gostei era que Helena também sabia disso. Ela colocou a sua calcinha de lado e eu tirei o meu cacete para fora da cueca. Ela mesmo agarrou o meu caralho e começou a encaixar em sua bucetinha. 

Abracei ela. Ficamos com o corpo colado, no breu da noite, dentro do meu carro, estacionado naquele campinho. E ela foi subindo e descendo no meu cacete. Entrando e saindo. A buceta de Helena é o que eu chamo de 'buceta esmaga pau'. Muito apertada, estica o meu prepúcio de maneira semelhante a quando faço anal com outras mulheres. Não nos preocupados em meter sem camisinha. Aquela relação de incesto que estávamos tendo ali era algo que deveríamos ter feito há muito tempo. 

Continuei beijando o seus seios, mordisquei o biquinho do seio rosado e ela gemeu ainda mais. Abraçou a minha cabeça e me trouxe para mais perto de seu seio. Sentia o coração dela acelerado, e os nossos corpos suando. Comecei a movimentar o meu quadril com mais vontade, com mais força, e os gemidos dela foram ficando mais agudos, mais gostosos, e com um ritmo mais rápido, até começar a sussurrar que estava gostoso. E eu respondi que iria gozar.
Para minha surpresa, Helena sentou ainda mais fundo no meu cacete e disse que não teria problemas em gozar dentro. Segurei a sua bunda e comecei a meter ainda mais fundo nela, sentia o meu cacete encostando no final de sua buceta. 

Gozei e gemi alto, abraçando a cabeça dentro contra o meu ombro. E ela também gemeu só no meu ouvido enquanto esfregava ainda a buceta em cima da cabeça do meu pau, toda molhada. 

Vesti a minha calça e ela a sua calcinha. Arrumamos as nossas roupas e estacionei o carro no supermercado. Entramos, compramos o vinho e fomos para a casa. Isso já marcada quase 22:00. Estávamos suados, mas ninguém questionou. O namorado dela lhe deu um beijo quando chegamos. Ela retribuiu com outro - não se falaria mais naquilo.  

Decidi ir visitar Fernandinha, que atualmente está morando sozinha e iria passar o natal no apê dela. Fiz uma surpresa e levei uma garrafa de champagne. Para a minha surpresa, Fernandinha já estava bêbada. Apenas de calcinha e sutiã no apartamento todo fechado, ela estava na internet, conversando com maniacos sexuais no chat da uol. Nas salas de sexo de São Paulo. Ela estava exibindo a buceta para dois caras gordos e peludos. Pedi para ela parar com isso, mas ela decidiu que tínhamos que nos exibir. Mandou eu me sentar no sofá, ela posicionou o notebook onde não pegaria o meu rosto. Ela abaixou a minha calça e começou a me masturbar.  

Não é dificil ficar excitado com Fernandinha, aquele corpo de menina, aquele jeitinho de ninfomaniaca, ainda mais de calcinha e sutiã e corpo suado. Com meu cacete duro na frente dela, ela começou a chupar e a olhar para a webcam do notebook. Os dois velhos gordos e peludos começaram a se masturbar e gozaram logo depois de um minuto socando aqueles paus velhos. Ela continuou me chupando. Eu demoro a gozar com sexo oral. 

Enquanto ela ia me chupando, eu passei as mãos para a sua bunda. Enfiei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a cutucar o seu cuzinho. Ela me fez uma garganta profunda e engasgou. Encheu seus olhos de lágrimas. 

Ela então se levantou, abaixou o notebook, encerrando o showzinho para os dois velhos, e começou a me beijar. Ali mesmo no sofá. Eu agarrei Fernandinha pela cintura e coloquei ela para se deitar no sofá. Coloquei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a masturba-la. Enfiei dois dedos na sua buceta, do jeitinho que ela gosta, e a ouvi gemer. 

Levantei a suas pernas e fui tirando as suas calcinhas. Ela ficou com as pernas bem abertas, uma no chão e a outra por cima do encosto do sofá. Coloquei duas almofadas embaixo do cóccix dela e mandei ver em sua bucetinha molhada. 

Fernandinha já estava suada, o meu corpo foi ficando cada vez mais melado junto com o dela. Deitei-me em cima dela e a beijei. Senti o gosto de vodka, mas continuava. Ela parava de me beijar só para pedir para eu ir mais fundo. Tirei o meu cacete de dentro de sua buceta e meti os dedos. Alisei o ponto G da Fernandinha só para ve-la se contorcer de prazer e gemer mais alto. E então, voltava a meter o meu cacete dentro de sua buceta molhada e larga. 


Tirava, enfiava três ou quatro dedos, alisava o seu ponto G, e voltava a cacetar aquela buceta com a minha piroca inteira. 



Ficamos assim até ela ter dois orgasmos e mandar eu parar, pois já não aguentava mais nada. Já havia se masturbado antes para os velhos. Ela só queria que eu ficasse deitada junto com ela durante os fogos de artificio. 

Não era tão fácil assim. Levei o meu cacete para a boca dela e ela me fez gozar! Engoliu tudo. 


Nos deitamos de conchinha ali no sofá. Ambos suados e a meia luz de abajur. O relógio marcou 0:00 e os fogos de artifícios começaram lá fora. A coitada que sofre de solidão só queria ser abraçada.

A noite estava ótima. O relógio marcava 1:00 quando eu levei Fernandinha para a cama dela, dormindo como uma pedra. Já havia comido Helena e feito Fernandinha chegar no orgasmo duas vezes. Eu queria saber quantas mais eu poderia comer naquela noite de Natal. 
"QUANTAS PODEM AINDA ENGOLIR O MEU PERU!" pensei nessa piada infame quando tranquei o apartamento de Fernandinha e joguei a chave para dentro. 

Desci e liguei para a Marylin, a minha melhor amiga, a melhor prostituta de São Paulo. Ouvi ela conversando enquanto me atendeu, estava bêbada e em uma festa de família.
_Marylin, Feliz Natal! 
_Feliz Natal Edgar! O que que você manda?
_Está ocupada? Festa de família?
_Sim, mas já estou indo embora. - Ela deu uma pausa - Eu não sei como vou embora, eu estou mamada. 
_Eu te busco.

Ela me passou o endereço e eu corri para pega-la. Marylin bêbada sempre foi um vulcão em erupção. Enquanto pensava nela dirigindo até a casa de seus pais, meu pau latejava de desejo por mais. 
Marylin entrou no carro, ainda se despedindo de alguns familiares:
_Essa daqui é meu amigo, amanha pego o meu carro de volta. 

Fechou a porta e saímos de lá. 
_O que esta pensando em fazer comigo heim, Edgar?
_Quero te comer sob o capô do meu carro, tem como?
Ela riu alto, mas parecia interessada.
_Edgar, o que eu não faço por você, meu querido.

Sumi do mapa. Subi até a caixa d'água no ABC paulista. Um breu, ninguém em nenhum lugar, só as luzes lá embaixo, piscando. A noite de natal mais quente que já vivi. Marylin desceu do carro e eu peguei a minha blusa no banco de trás. Coloquei em cima do meu capo e ela sentou-se. Reclamou que estava quente, mas continuou deitada. 
É um tanto diferente ver Marylin sem aquelas roupas extravagantes de puta. Ela estava vestida de calça jeans e uma regata branca. Tirei a sua sandália e ela foi desabotoando a sua calça jeans. Tirei com dificuldades aquela calça justa. 

Abriu bem as pernas para mim, revelando aquele bucetão monstruoso que somente uma profissional do sexo tem, e as que eu adoro. Tirei o meu cacete para fora e ele foi logo seguindo em direção ao bucetão de Marylin, como um imã sendo atraído. 

Só conseguíamos ouvir os grilos lá em cima e o som do vento. Em poucos instantes, ela possível ouvir o barulho do capo do carro vibrando, dos nossos corpos batendo um no outro, e de Marylin gritando feito uma puta de filme pornô brasileiro:


_Me fode mais, me fode mais, mais fundo caralho, mais fundo porra! 



Tirei meu cacete de dentro daquele bucetão molhado, tirei a camisinha e gozei em cima de seu corpo. 


Ela, como uma boa profissional do sexo, desceu do capo e foi logo se ajoelhando, agarrando o meu cacete e chupando cada gota de porra que ainda estava no meu pau. Sugando a cabeça do meu cacete como quem chupa um picolé. 

Coloquei meu cacete para dentro e ela vestiu a calça. Entramos no carro e levei ela para a sua casa. 

O relógio marcava 4 horas da manhã. Hora de ir para minha casa. 

Cheguei às 6, e ainda fui checar os meus e-mails e eis que encontro um e-mail de uma leitora do blog, interessadíssima em me encontrar. Disse que é do ABC paulista, e que poderíamos nos encontrar hoje, sem problemas. Só não gosta muito de motéis. 
"mas que belo presente de Natal um blogueiro pode receber", mandei para ela. Liguei e combinamos um encontro às 14:00 de hoje (25/12). Deitei na cama e dormi. Acordei as 11:00 com o Caue me ligando, perguntando se iria descer pro litoral junto dele, disse que não, pois teria compromisso. Vi mensagens de Marylin dizendo que o que fizemos ontem era loucura, e também mensagens de Fernandinha dizendo que eu tinha que ter dormido junto com ela na noite passada.

Marcou 13:30 e eu já estava na estação, esperando pela garota, que vou chamar de Carolzinha. E claro, o que eu fiz com Carolzinha no meu Natal fantástico, deixo para depois. 

Beijos e abraços, meus queridos leitores, e claro, ótimo Natal. 


4 comentários:

  1. AS ESPOSAS ADORAM VER A CARA DO MARIDO QUANDO AS ESPOSAS ESTÃO FODENDO COM OUTROS HOMENS GOZAM MUITO MAIS NO PAU DO OUTRO POIS A CARA DO SEU ESPOSO FICA FIXA OLHANDO A BUCETA DELA SE ABRIR AOS POUCOS NO PAU ENTRANDO NELA NA SUA FRENTE OLHANDO TAMBÉM ELE VER ELA LHE TRAIR NA SUA FRENTE E GOZANDO DELE COMENDO SUA ESPOSA GOSTOSA CASADA COM ELE COM A VAGINA AO OUTRO HOMEM FODENDO NELA E GOZANDO TODA ESPOSA DELE MOLHANDO TODA ELA E ELA NÃO SABENDO O QUE FAZER DIZ OLHA AMOR, OLHA AMOR, OLHA MUITO, OLHA BEM AMORZINHO ELE ME COMEU TODINHA AMOR, VIU AMOR? VIU AMORZINHO? ME COMEU TODINHA TU VIU, VIU TUDO AMORZINHO? AS ESPOSAS ADORAM VER A CARA DO MARIDO QUANDO AS ESPOSAS ESTÃO FODENDO COM OUTROS HOMENS GOZAM MUITO MAIS NO PAU DO OUTRO POIS A CARA DO SEU ESPOSO FICA FIXA OLHANDO A BUCETA DELA SE ABRIR AOS POUCOS NO PAU ENTRANDO NELA NA SUA FRENTE OLHANDO TAMBÉM ELE VER ELA LHE TRAIR NA SUA FRENTE E GOZANDO DELE COMENDO SUA ESPOSA GOSTOSA CASADA COM ELE COM A VAGINA AO OUTRO HOMEM FODENDO NELA E GOZANDO TODA ESPOSA DELE MOLHANDO TODA ELA E ELA NÃO SABENDO O QUE FAZER DIZ OLHA AMOR, OLHA AMOR, OLHA MUITO, OLHA BEM AMORZINHO ELE ME COMEU TODINHA AMOR, VIU AMOR? VIU AMORZINHO? ME COMEU TODINHA TU VIU, VIU TUDO AMORZINHO?

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    1. Ok. Pessoa Anônima, não é preciso comentar a mesma coisa 7 vezes e em 7 postagens diferentes, eu vou le-las. Tenha calma.
      Um comentário muito interessante, se estivesse no contexto do que escrevi. Tu leu o conto?
      Alias, usar virgules, aspas e ponto final entre um parágrafo e outro é bom, além de desativar o capslock quando for escrever, seria bom também.

      Tenha uma boa tarde, e se for comentar novamente, mantenha a calma, um comentário é o bastante.

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  2. Meu amado Edgar,
    Tu és o homem mais sumido do cyber space, por favor não me abandone!
    Por que este "até" no ramo pornográfico? Como de fosse surpresa pra moçada...rrrrrrrrrrrrrsssssssssss
    Curti mais o relato com a prima - ela estava te devendo essa!
    Vc não sossega o pinto nem no Natal, fodedor?!

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    1. Verdade, o "Até", é porque as vezes eu me surpreendo com os trabalhos que acabo arrumando.
      Sim, a minha prima já me devia uma bela foda! E não, nem mesmo no Natal eu paro! Não posso parar.

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