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domingo, 28 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 2)

Olá meus queridos leitores,
continuando hoje o meu Conto de Natal, a parte 2 do meu natal um tanto agitado! Tudo começou na noite do dia 24/12, quando eu e minha prima Helena demos uma fugidinha para dar uma dentro do carro, depois fui para o apê de Fernandinha e acabei também fodendo a minha querida Marylin no capo do meu carro - na tarde do dia 25/12, sai com a Carolzinha, uma leitora do blog que mora bem pertinho de mim.
Todo esse resumo, é fruto do conto anterior: Conto de Natal (Parte 1)

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Cheguei no local combinado para encontrar a Carolzinha. Menina doida. Leitora do blog, começou a me mandar alguns emails me dizendo que queria me conhecer. Oras, logo de cara aceitei. Eu costumo conversar muito com as pessoas antes de aceitar sair com elas, ainda mais leitoras do blog, mas, esta me pareceu ser convincente. E sinceramente, acho que aceitei porque ela mora bem pertinho de mim.
Nos encontramos em um parque e logo a reconheci: Loirinha, baixinha, pele branca, e cumpriu o que havia dito no e-mail quando combinamos o encontro. Ela disse que iria de shortinho jeans e blusinha vermelha. Pedi para ela ir de calcinha fio dental e de preferencia sem sutiã, isso eu teria que ver com meus próprios olhos.
Mas me excitei com a idéia daquela garota linda, caminhado em minha direção, estar com uma calcinha fio dental, atolada na bunda, só para eu poder tirar com a boca.

Ela chegou até mim, me reconheceu de primeira. Me abraçou e eu retribui quase quebrando as suas costelas com um abraço forte.
_Eu vim vestida do jeitinho que combinamos.

Eu dei um beijo no rosto dela:
_E merece um doce por isso.

Ela riu, com um sorriso de safada. Já havia sacado tudo da minha leitora. Ela disse que adorou os contos da Gabriella (Link aqui) e da Rafaela (Link aqui), ambos porque eu era violento e acabava fazendo anal. Carolzinha havia me dito que nunca fez anal, e eu, claro:
_Isso sim é um ótimo presente de Natal. Eu te dou um peruzão suculento, e tu me dá a sua portinha dos fundos.
Ela riu ainda mais, estava ansiosa para foder comigo, assim como eu estava louco para comer aquela menina.

A levei para a minha casa. No carro, ela se demonstrou ser bastante tímida, mas não a culpo, deve ser mesmo estranho encontrar um cara desconhecido que escreve suas experiencias sexuais em um site. Depois conversamos sobre isso e ela me contou que só estava um pouco assustada.

Quando chegamos no meu apartamento, ela já parecia se sentir um pouco mais a vontade. Sentou-se no meu sofá e eu liguei a TV - como sempre, nada de interessante. Busquei um vinho tinto que estava guardando para datas festivas, mas ela me disse que não gosta muito de beber antes de fazer sexo.
Menina apressada, gosto disso. Me sentei do lado dela e já fui passando a mão na sua nuca, afinal, se era para ser apressado, eu faria isso direito. Ela se inclinou e eu a beijei. Coloquei as mãos no meio de suas pernas e ela já foi colocando seus dedinhos em cima da minha perna. Com a outra mão, trouxe a mãozinha delicada dela para cima do meu cacete já duro.

Ela riu. Abriu meu ziper como uma profissional e tirou o meu pau da calça. Começou a me masturbar bem de leve, e elogiou o tamanho da minha cabeça. Eu comecei a forçar a sua nuca para leva-la até o meu cacete. Ela me deu mais alguns beijos enquanto continuava me masturbando, e então foi descendo para abocanhar o meu pau.

Passou a primeira lambida e foi descendo com a lingua para a base do meu cacete, fazendo um espiral. Olhou para mim com cara de safada, olhos de quem queria pica estocada na garganta. Colocou o meu pau dentro de sua boca. Eu agarrei o seu cabelo e puxei com força, ela sorriu. Não falou nada, me masturbou, abriu ainda mais as minhas pernas e caiu de boca mais uma vez no meu caralho. Forcei a cabeça dela para minha direção, e ela fez uma garganta profunda deliciosa. Tirei a cabeça dela e terminei de tirar a minha calça. Só de camisa ali sentado no sofá, ela continuou abocanhando o meu cacete, e massageando as minhas bolas.

Era hora de trocar de posição. Mandei ela ficar em pé e fui tirando a sua blusinha. Fiquei em pé junto dela, e ela com as duas mãos no meu pau, não parou de me masturbar. Ela realmente estava sem sutiã. Antes de tirar a sua blusinha, pude ver os biquinhos de seus seios durinhos a mostra. Tirei a blusinha e fui logo caindo de boca naqueles seios rosados. Me lembrou os seios deliciosos de Helena, que havia chupado no carro na noite passada. Fui também tirando o seu shortinho jeans, e então eu vi a calcinha fio dental de Carolzinha. Me abaixei e a coloquei de bumbum empinado para mim, encostada no sofá. Mordi o lacinho da calcinha e fui puxando, tirando a calcinha fio dental do rego dela, do jeitinho que havia prometido por email.

Ela empinou a bunda. Eu fiquei em pé e abracei ela por trás. Ela sentiu o meu cacete duro e molhado em sua bunda, e esticou os braços para encontrar a minha cabeça. Me beijou na boca enquanto eu descia as minhas duas mãos para a sua bucetinha. Também estava molhada, a safada. Com a mão direita comecei a massagear seu clitóris e com a esquerda eu massageava os lábios, fui abrindo-os bem de leve e quando ela começou a gemer eu enfiei o dedo indicador. Ela gostou, continuou gemendo, portanto, continuei a masturbando. Enfiei outro dedo e fui ainda mais fundo. Ela me deu outro beijo e ainda mordeu meu lábio inferior.

A coloquei de frente para mim e ela sentou-se no sofá, já de pernas bem abertas. Enfiei, agora com a mão direita, dois dedos dentro de sua buceta. Comecei a enfiar com rapidez os meus dedos dentro de sua buceta e a alisar o seu clitóris. A masturbei com velocidade e força até ela começar a implorar para eu parar. Era assim que eu a queria, submissa. Ela ejaculou e o meu pau já não aguentava mais, precisava foder a Carolzinha para fazer do meu Natal inesquecível. 


Pulei para cima dela e ela já foi me dando a sua bunda. Queria mesmo era dar o cuzinho, mas eu deixaria para depois. Fui beijando a sua nuca. Fiquei deitado atrás dela ali o sofá, e continuei a masturbando. A garota era safada, começou a gemer no meu ouvido e a falar bobagens:

_Vai comer o meu cuzinho, vai? Vai gozar lá dentro?


Coloquei a camisinha e alisei o cuzinho dela. Ela estava delirando, podia sentir pelo seu tom de voz e pelos gemidos. Mas ainda não era hora. Comecei a meter em sua buceta. Levantei bem alto a sua perna e penetrava bem fundo. Ela não parava de gemer, atorava ter um cacete atolado na buceta - eu não conseguia parar de pensar em como seria comer aquele cuzinho! Que me perdoem as pessoas religiosas, mas na minha opinião, todo mundo deveria passar o natal fodendo, fazendo sexo, da melhor maneira possível!

Apertava os seios da menina e ela gemia ainda mais. Me dava bundadas e rebolava no meu cacete.

Tirou o meu pau e subiu em cima de mim, continuou me cavalgando como uma profissional. Apoiou os braços no meu peito e continuava falando bobagens enquanto me cavalgava: 
_Edgar, você tá gostando? Quer gozar no meu cuzinho quer?

Ela tirou o meu pau de sua buceta e tentou coloca-lo no cu. Ela ficou vermelha de dor quando a minha cabeça começou a passar pelas pregas. Não conseguiu e inseriu o meu pau de volta na sua buceta, onde continuou me cavalgando. Foi a minha vez de falar bobagens. A puxei para bem pertinho de mim, e fiquei segurando sua cabeça para conseguir beija-la, e para poder sussurrar em seu ouvido:
_Eu vou estourar o seu cuzinho! Você vai ter que sair daqui de cadeira de rodas, sua safada. Piranha.

A buceta dela me mastigou quando comecei a xinga-la. Ela gostava disso. A buceta dela foi ficando ainda mais apertada e ainda mais molhada. Ela continuou me cavalgando. 
Apertei bem a bundinha de Carolzinha e com o meu polegar, comecei a alisar o seu cuzinho. Estava piscando, a garota estava mesmo afim de perder a virgindade do cu. 

Tirei o meu cacete e tirei ela de cima, segurei a sua mão e fui com ela para a minha cama. Ela já foi logo subindo e ficando de quatro para mim. Troquei de camisinha e peguei o lubrificante que guardo no criado mudo. Cai de boca no cuzinho da menina. Piscava de tesão. Mergulhei três dedos na sua buceta e a masturbava, enquanto chupava aquele cu delicioso. 

Deixei escorreu lubrificante por toda a sua bunda e no meu cacete:
_Vo te estourar menina! 
_Me fode até meu cu ficar roxo. 

Estoquei o meu pau no cuzinho apertado e virgem de Carolzinha e ela endureceu todo o corpo. Ficou arrepiada e deu um grito de dor. Estoquei mais uma vez e ela gemeu com dificuldades. A terceira estocada e ela já estava deitada de bruços na cama. Comecei o vai e vem e o seu cu nada de alargar. A garota continuava tensa. Segurei os seus ombros e comecei a massagear:
_Não fica tensa, gostosinha, é só o seu cuzinho ficando arrombado.
Ela falava com dificuldades, estava sem folego:
_Eu sei, eu sei, eu sei...


Enquanto comia o cu de Carolzinha, ela ficou quieta e gemendo bem baixinho. Tirei o meu pau do seu cu e ele piscava feito enfeite de natal. Cuspi no cuzinho dela e enfiei dois dedos com muita dificuldade. O cu da menina estava bem apertado. Enfiei três dedos em sua buceta e comecei a masturba-la. Ela passou a gemer alto. Me aproximei do seu ouvido e falei: 
_Quer que eu continue te fodendo no cuzinho quer?
Ela se virou para mim com dificuldades e cara de puta:
_Quero, me fode no cu. 

Tirei meus dedos do seu cu e estoquei meu pau de novo. Ela gritou de dor mais uma vez.
_Vamos tirar essas pregas, vamos?

Ela enfiou a cabeça no meio do travesseiro e continuava dura como pedra, e o corpo todo arrepiado. Olhou para mim e eu pude ver as lagrimas nos olhos da menina. 

Para o azar dela, eu demorei a gozar. Estourei o seu cu, fodi ele com muita força e estoquei a minha lança o mais fundo que consegui no cu de Carolzinha. A menina já estava pálida quando sussurrou que já não aguentava mais. Ouvia o som saindo de seu cu, e gases vaginais saindo de sua buceta. Era dor que ela sentia.
_Tá gostando do presentinho de natal?
_Seu pau é muito pra mim, eu fui uma menina má o ano todo. 

Estoquei meu cacete ainda mais fundo, e ela gritou de dor. _Foi uma menina má? E só agora me fala isso?
Segurei ela pelo cabelo e comecei a meter ainda mais fundo naquele cuzinho apertado. Ela gemeu, agora gemeu feito louca. Para deixa-la excitada, comecei a xinga-la:
_Putinha, gosta disso sua piranha? Gosta quando puxo seu cabelo, vadia?

E ela rindo dizia que sim. Estoquei ainda mais, senti que precisava gozar. 

Tirei a camisinha e comecei a esfregar o meu pau na buceta e no cuzinho, gozei nas costas da garota. 


Estávamos suados. Ela deitou-se e eu me deitei do seu lado com o pau ainda duro. Ela segurou o meu cacete e começou a me masturbar. 

_Eu acho que não consigo andar mais. - Ela disse sorrindo e olhando para o meu cacete.
Beijei a menina e segurei seu cabelo novamente. A conduzi até o meu pau gozado e a fiz me chupar. A submissa Carolzinha fez o que mandei. Abocanhou o meu cacete com vontade. A deixei me chupando até gozar de novo, dessa vez na sua boca. 


Ela se deitou novamente, mais uma vez disse que não conseguiria se levantar. Disse para ela dormir e relaxar, de noite levaria ela de volta para a sua casa. 


Olhei no celular e Fernandinha me perguntava se podia ir em casa, disse que não, pois havia uma garota com o cu arrombado na cama. 

Carolzinha me abraçou e ficamos ali deitados por pelo menos uma hora, até o cu da menina parar de arder e ela conseguir ir pro banho.


Enfim, foi um ótimo Natal. Para encerrar com chave de ouro, depois que deixei a Carolzinha em sua casa, fui para a casa de Fernandinha para receber um boquete daqueles.



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 1)

Não existe nada mais clichê do que reativar um blog (quase) abandonado no dia 25 de dezembro: Natal! 
Pois é meus queridos, vocês ficaram desde o dia 8 de agosto apenas com a postagem "PASSADINHA RÁPIDA", e agora estou chegando super atrasado desejando Natal para todos vocês,  meus queridos e fieis leitores, que me lotaram de mensagens, comentários e e-mails durante toda essa minha ausência. 
Bom, é fato de que eu ando trabalhando muito, a vida de Fotógrafo não é fácil e também tenho entrado em outros ramos ultimamente (acreditem se quiserem, mas até no ramo pornográfico eu estou agora, e agora é para valer), e o blog, que era apenas um hobbie acabei deixando de lado. 

Enfim, hoje passei aqui, aproveitando que estou de folga e consegui ficar sozinho por alguns minutos, respondi todos os comentários que estavam pendentes e também muitos emails. Gostaria de agradecer muito a "Mineirinha", a nossa leitora que vive a comentar os meus contos, e que ultimamente esteve muito próxima de mim, no meu dia a dia. Beijão para ti linda! 

Bom, vamos deixar as desculpinhas de lado e agradecimentos para que sejam feitos pessoalmente mais tarde, hoje, volto a escrever no blog contando sobre como foi o começo do meu Natal desse ano, 2014. 

O relógio marcava 20:00, de ontem (dia 24/12), e eu estava na casa dos meus tios. Eles preparavam uma gigantesca de uma ceia para os meus primos, irmãos e avós, e eis que enquanto eu conversava com a minha tia, na varanda, tomando um vinho tinto, a minha prima Helena chega de carro com o novo namorado.
Babei. 
Helena está fantástica! Bumbum empinado, cabelos até os ombros,uma maquiagem leve, batom rosa. Estava vestida apenas de vestidinho, mostrando as belas pernas brancas e um lindo decote, mostrando seus seios deliciosos (não são grandes, mas adoro beija-los). 
Aqui no blog eu já falei muito sobre as minhas travessuras com Helena, e sobre os meus fetiches. Desde criança, eu e ela tínhamos uma relação "intima". A primeira buceta que encarei e lambi foi a dela, quando eu era um pivete do tamanho dos meus priminhos. Eu e ela nos escondíamos em encontros familiares para nos masturbarmos, um ao outro, e eu na maioria das vezes acabava gozando em sua calcinha. 

Desci as escadas correndo para abraçar a minha prima. Enquanto descia, vi dois primos meus, que devem ter seus 12 e 13 anos, Julio e Isabela - pensei no que eles poderiam fazer escondidos em algum canto da casa, como eu e Helena fazíamos. A encontrei ainda na sala. A abracei e a levantei do chão. Ela ficou toda vermelha. Cumprimentei o namorado dela e já fui puxando a minha doce prima para o sofá para conversarmos. Primeiro conversamos sobre as trivialidades da vida, sobre o trabalho, sobre a faculdade e sobre o tempo  que fazia que não nos víamos. Helena sempre soube que eu a amei, e sempre soube que eu adorava ter aqueles fetiches sexuais com ela. E ela já é moça formada, moça direita, mora sozinha e já leva bem quem entende para a cama. Senti que ela queria era dar aquela fugidinha comigo, como fazíamos sempre.
_Edgar, tu pode me levar ali no supermercado, estou procurando um vinho tinto pra hoje. 
_Claro.
O namorado dela se levantou:
_Pode deixar que eu vou, querida.
_Não, não é preciso - falou o nome dele e o abraçou - Fica aqui com os meus pais, eu vou lá com o Edgar, é super rápido.
O garoto hesitou por um momento, mas aceitou quando ela deu um beijo no seu rosto. Eu me levantei e já fui correndo para o meu carro.

Ela saiu da casa da minha tia e correu para o banco do passageiro, quando fechamos as portas, ela sussurrou: 
_Vamos pra algum lugar escuro, agora!

Corri. Sai dali e fui direto para um campinho de futebol que tem ali perto da casa da minha tia, que por sinal, fica próxima também do supermercado onde teríamos o nosso álibi. Apaguei os faróis e espiamos todos os campos para ver se ninguém nos espiaria. Ninguém a vista.
Saltei para o banco de trás e ela veio junto. Fui puxando o meu sinto e eu fui abaixando o seu vestido, deslizando eles pelos seus ombros. Ela estava sem sutiã, seus seios empinados apontavam para mim. Jogou meu cinto longe e abriu meu ziper, levantei a bunda e ela tirou a minha calça com velocidade. A peguei pela cintura e a trouxe para o meu colo. De pernas abertas para mim, ela já sentia o meu cacete duro embaixo de sua buceta. 

Lambia os seus seios com delicadeza, e conseguia ouvir os seus gemidos bem baixinho.

Não tínhamos muito tempo. Apesar do super mercado estar lotado, não poderiamos abusar do tempo para que ninguém desconfiasse, e o que mais gostei era que Helena também sabia disso. Ela colocou a sua calcinha de lado e eu tirei o meu cacete para fora da cueca. Ela mesmo agarrou o meu caralho e começou a encaixar em sua bucetinha. 

Abracei ela. Ficamos com o corpo colado, no breu da noite, dentro do meu carro, estacionado naquele campinho. E ela foi subindo e descendo no meu cacete. Entrando e saindo. A buceta de Helena é o que eu chamo de 'buceta esmaga pau'. Muito apertada, estica o meu prepúcio de maneira semelhante a quando faço anal com outras mulheres. Não nos preocupados em meter sem camisinha. Aquela relação de incesto que estávamos tendo ali era algo que deveríamos ter feito há muito tempo. 

Continuei beijando o seus seios, mordisquei o biquinho do seio rosado e ela gemeu ainda mais. Abraçou a minha cabeça e me trouxe para mais perto de seu seio. Sentia o coração dela acelerado, e os nossos corpos suando. Comecei a movimentar o meu quadril com mais vontade, com mais força, e os gemidos dela foram ficando mais agudos, mais gostosos, e com um ritmo mais rápido, até começar a sussurrar que estava gostoso. E eu respondi que iria gozar.
Para minha surpresa, Helena sentou ainda mais fundo no meu cacete e disse que não teria problemas em gozar dentro. Segurei a sua bunda e comecei a meter ainda mais fundo nela, sentia o meu cacete encostando no final de sua buceta. 

Gozei e gemi alto, abraçando a cabeça dentro contra o meu ombro. E ela também gemeu só no meu ouvido enquanto esfregava ainda a buceta em cima da cabeça do meu pau, toda molhada. 

Vesti a minha calça e ela a sua calcinha. Arrumamos as nossas roupas e estacionei o carro no supermercado. Entramos, compramos o vinho e fomos para a casa. Isso já marcada quase 22:00. Estávamos suados, mas ninguém questionou. O namorado dela lhe deu um beijo quando chegamos. Ela retribuiu com outro - não se falaria mais naquilo.  

Decidi ir visitar Fernandinha, que atualmente está morando sozinha e iria passar o natal no apê dela. Fiz uma surpresa e levei uma garrafa de champagne. Para a minha surpresa, Fernandinha já estava bêbada. Apenas de calcinha e sutiã no apartamento todo fechado, ela estava na internet, conversando com maniacos sexuais no chat da uol. Nas salas de sexo de São Paulo. Ela estava exibindo a buceta para dois caras gordos e peludos. Pedi para ela parar com isso, mas ela decidiu que tínhamos que nos exibir. Mandou eu me sentar no sofá, ela posicionou o notebook onde não pegaria o meu rosto. Ela abaixou a minha calça e começou a me masturbar.  

Não é dificil ficar excitado com Fernandinha, aquele corpo de menina, aquele jeitinho de ninfomaniaca, ainda mais de calcinha e sutiã e corpo suado. Com meu cacete duro na frente dela, ela começou a chupar e a olhar para a webcam do notebook. Os dois velhos gordos e peludos começaram a se masturbar e gozaram logo depois de um minuto socando aqueles paus velhos. Ela continuou me chupando. Eu demoro a gozar com sexo oral. 

Enquanto ela ia me chupando, eu passei as mãos para a sua bunda. Enfiei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a cutucar o seu cuzinho. Ela me fez uma garganta profunda e engasgou. Encheu seus olhos de lágrimas. 

Ela então se levantou, abaixou o notebook, encerrando o showzinho para os dois velhos, e começou a me beijar. Ali mesmo no sofá. Eu agarrei Fernandinha pela cintura e coloquei ela para se deitar no sofá. Coloquei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a masturba-la. Enfiei dois dedos na sua buceta, do jeitinho que ela gosta, e a ouvi gemer. 

Levantei a suas pernas e fui tirando as suas calcinhas. Ela ficou com as pernas bem abertas, uma no chão e a outra por cima do encosto do sofá. Coloquei duas almofadas embaixo do cóccix dela e mandei ver em sua bucetinha molhada. 

Fernandinha já estava suada, o meu corpo foi ficando cada vez mais melado junto com o dela. Deitei-me em cima dela e a beijei. Senti o gosto de vodka, mas continuava. Ela parava de me beijar só para pedir para eu ir mais fundo. Tirei o meu cacete de dentro de sua buceta e meti os dedos. Alisei o ponto G da Fernandinha só para ve-la se contorcer de prazer e gemer mais alto. E então, voltava a meter o meu cacete dentro de sua buceta molhada e larga. 


Tirava, enfiava três ou quatro dedos, alisava o seu ponto G, e voltava a cacetar aquela buceta com a minha piroca inteira. 



Ficamos assim até ela ter dois orgasmos e mandar eu parar, pois já não aguentava mais nada. Já havia se masturbado antes para os velhos. Ela só queria que eu ficasse deitada junto com ela durante os fogos de artificio. 

Não era tão fácil assim. Levei o meu cacete para a boca dela e ela me fez gozar! Engoliu tudo. 


Nos deitamos de conchinha ali no sofá. Ambos suados e a meia luz de abajur. O relógio marcou 0:00 e os fogos de artifícios começaram lá fora. A coitada que sofre de solidão só queria ser abraçada.

A noite estava ótima. O relógio marcava 1:00 quando eu levei Fernandinha para a cama dela, dormindo como uma pedra. Já havia comido Helena e feito Fernandinha chegar no orgasmo duas vezes. Eu queria saber quantas mais eu poderia comer naquela noite de Natal. 
"QUANTAS PODEM AINDA ENGOLIR O MEU PERU!" pensei nessa piada infame quando tranquei o apartamento de Fernandinha e joguei a chave para dentro. 

Desci e liguei para a Marylin, a minha melhor amiga, a melhor prostituta de São Paulo. Ouvi ela conversando enquanto me atendeu, estava bêbada e em uma festa de família.
_Marylin, Feliz Natal! 
_Feliz Natal Edgar! O que que você manda?
_Está ocupada? Festa de família?
_Sim, mas já estou indo embora. - Ela deu uma pausa - Eu não sei como vou embora, eu estou mamada. 
_Eu te busco.

Ela me passou o endereço e eu corri para pega-la. Marylin bêbada sempre foi um vulcão em erupção. Enquanto pensava nela dirigindo até a casa de seus pais, meu pau latejava de desejo por mais. 
Marylin entrou no carro, ainda se despedindo de alguns familiares:
_Essa daqui é meu amigo, amanha pego o meu carro de volta. 

Fechou a porta e saímos de lá. 
_O que esta pensando em fazer comigo heim, Edgar?
_Quero te comer sob o capô do meu carro, tem como?
Ela riu alto, mas parecia interessada.
_Edgar, o que eu não faço por você, meu querido.

Sumi do mapa. Subi até a caixa d'água no ABC paulista. Um breu, ninguém em nenhum lugar, só as luzes lá embaixo, piscando. A noite de natal mais quente que já vivi. Marylin desceu do carro e eu peguei a minha blusa no banco de trás. Coloquei em cima do meu capo e ela sentou-se. Reclamou que estava quente, mas continuou deitada. 
É um tanto diferente ver Marylin sem aquelas roupas extravagantes de puta. Ela estava vestida de calça jeans e uma regata branca. Tirei a sua sandália e ela foi desabotoando a sua calça jeans. Tirei com dificuldades aquela calça justa. 

Abriu bem as pernas para mim, revelando aquele bucetão monstruoso que somente uma profissional do sexo tem, e as que eu adoro. Tirei o meu cacete para fora e ele foi logo seguindo em direção ao bucetão de Marylin, como um imã sendo atraído. 

Só conseguíamos ouvir os grilos lá em cima e o som do vento. Em poucos instantes, ela possível ouvir o barulho do capo do carro vibrando, dos nossos corpos batendo um no outro, e de Marylin gritando feito uma puta de filme pornô brasileiro:


_Me fode mais, me fode mais, mais fundo caralho, mais fundo porra! 



Tirei meu cacete de dentro daquele bucetão molhado, tirei a camisinha e gozei em cima de seu corpo. 


Ela, como uma boa profissional do sexo, desceu do capo e foi logo se ajoelhando, agarrando o meu cacete e chupando cada gota de porra que ainda estava no meu pau. Sugando a cabeça do meu cacete como quem chupa um picolé. 

Coloquei meu cacete para dentro e ela vestiu a calça. Entramos no carro e levei ela para a sua casa. 

O relógio marcava 4 horas da manhã. Hora de ir para minha casa. 

Cheguei às 6, e ainda fui checar os meus e-mails e eis que encontro um e-mail de uma leitora do blog, interessadíssima em me encontrar. Disse que é do ABC paulista, e que poderíamos nos encontrar hoje, sem problemas. Só não gosta muito de motéis. 
"mas que belo presente de Natal um blogueiro pode receber", mandei para ela. Liguei e combinamos um encontro às 14:00 de hoje (25/12). Deitei na cama e dormi. Acordei as 11:00 com o Caue me ligando, perguntando se iria descer pro litoral junto dele, disse que não, pois teria compromisso. Vi mensagens de Marylin dizendo que o que fizemos ontem era loucura, e também mensagens de Fernandinha dizendo que eu tinha que ter dormido junto com ela na noite passada.

Marcou 13:30 e eu já estava na estação, esperando pela garota, que vou chamar de Carolzinha. E claro, o que eu fiz com Carolzinha no meu Natal fantástico, deixo para depois. 

Beijos e abraços, meus queridos leitores, e claro, ótimo Natal.