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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Noite Agitada com Cristina (Parte 2)

Para quem não leu a primeira parte do conto, segue o link aqui.

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Fui para o Bordel Boa Chupada com uma pomadinha que comprei no sexshop. Uma pomada que aquece os genitais de quem o usa. E quem pedi para foder? É claro, minha querida 'rockeirinha' Cristina. Mas, em meio a uma incrivel foda com direito a espanhola, e um anal gostoso, decidi chamar também mais alguma outra putinha pra continuar a foda

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Eu ainda com o pau duro, deitado do lado de Cristina deitada de bruços, conversávamos qualquer coisa banal sobre musica, enquanto ouvíamos os gemidos altos da TV ainda no porno 24 horas.
Alguém bateu na porta. Me enrolei numa toalha que fica de prontidão em uma cadeira proximo a porta da entrada e abri. Uma putinha vestidinha de empregada na porta:
_Foi aqui que pediram uma acompanhante?
Abri a porta com um largo sorriso. Ela logo viu Cristina deitada na cama, de bunda arrepitada e estranhou:
_Ué, mas vocês já terminaram?, ela perguntou.
Então Cristina sentou-se na cama, e eu joguei a toalha longe, revelando meu pau duro para ambas.
_Com o Edgar, Gabi, a noite só acaba quando amanhece.

Me deitei entre as duas e pedi por um showzinho de lésbicas. E lá foi Cristina agarrando a bundinha de Gabi, a empregadinha. Bundinha redondinha e seios médios. De 1 a 5 estrelas, eu daria 2. Diferente dos seios fartos de Cristina que ganhariam 5 com toda certeza.

Ajeitei os travesseiros na cabeceira e fiquei masturbando meu cacete bem de leve, enquanto assistia Cristina dar longos beijos na empregadinha. A empregadinha foi logo entrando no clima, começou a dar beijos mais quentes em Cristina, e fazendo biquinho, dando volume nos lábios enquanto era beijada. Cristina foi logo ficando de quatro na cama e tirando o sutiãzinho preto da empregadinha. Revelou os seios médios da putinha, biquinhos empinados e acessos. Cristina foi chupando o direito e depois partiu para chupar os esquerdos, enquanto a empregadinha apenas gemia de prazer e de olhos fechados.

E então trocaram, a empregadinha ficou de quatro e começou a apalpar os volumosos seios de Cristina, e Cristina, sentadinha começou a mexer no cabelo, de forma sedutora e olhando para mim. Gemia de prazer e mordia os lábios. A empregadinha se levantou e deu um beijo molhado em Cristina, e logo voltou para os seios. Massageava um e chupava o outro, com vontade, movimento os seios todos de Cristina.
Começou a chupar os seus seios com vontade, indo com a cabeça para cima e para baixo. Ambas olhavam para mim, e para o meu cacete logo em seguida. Duro.

Eu ficava balançando ele para cima e para baixo. Cristina se ajoelhou na cama e começou a chupar os seios da empregadinha mais uma vez. Dando chupões que estalavam um barulho gostoso. E então foi descendo. Começou tirando o avental da empregadinha e puxou a sua calcinha com delicadeza.
_Isso, continua.
Eu esbocei bem devagarinho.

Podia ver a bucetinha desflorada da empregadinha quando Cristina deixou sua calcinha de lado e caiu de boca.

Começou lambendo bem devagar a bucetinha já molhada da empregadinha, que gemia fazendo biquinho com a boca. Seios empinadinhos e biquinhos duros. Cristina ia lambendo, lambendo e então alisava-los com vontade com os quatro dedos para cá e para lá e depois caia de boca mais uma vez. A empregadinha começou a ficar insana e a rebolar diante da boca da fogosa rabuda. Cristina não parou, continuou chupando gostosos aquele grelo escuro da empregadinha, e a safadinha só gemendo ainda mais alto. 

Cristina mergulhou uma chupada gostosa no clitóris da pequena, que ela soltou gritos de prazer que fizeram meu pau saltar, pulsante.

Foi a vez de Cristina abrir as pernas e se deitar do meu lado. Agarrou o meu pau e começou a me masturbar. Com as pernas bem abertas, a empregadinha caiu de boca. Chupando, sugando o grelo de Cristina e lambendo os lábios e o clitoris, de cima para baixo. Ia lambendo como um cachorrinho lambe a água, e ia olhando para Cristina, e Cristina me olhando. Comecei a beijar Cristina e abafei seus gemidos, e a sua mão começou a me masturbar com mais vontade.



Era a minha vê de agir. Me levantei, fiquei em pé na cama e pedi para que ambas me chupassem. Enquanto estava de pé, ambas ficaram de joelhos diante do meu cacete, me chupando. Cristina foi chupando minhas bolas, e a empregadinha mergulhou a boca no meu cacete. Comecei a meter em sua boca, e Cristina começou a beijar a região mais próxima do meu anus. Pedi para ambas colocar a boca no meu pau, e comecei a foder a boca das duas com o cacete latejando.


Desci da cama, peguei a pomada e falei para as duas ficarem de pernas abertas na cama. Foi uma cena maravilhosa, admito. Passei o dedo na pomada e lasquei no clitóris de Cristina, outra dedada na pomada e lasquei na buceta toda da empregadinha, e fui logo caindo de boca em seus seios.














Cristina foi a primeira a falar que a pomada estava fazendo efeito, dizendo que estava queimando seus labios. Logo em seguida a empregadinha disse o mesmo. Falei para ambas tesourarem. E então foram. De pernas abertas, uma buceta de encontro na outra. Cristina estava vermelha de prazer, dizia que seu corpo todo estava queimando. Quando começaram a tesourar a xoxota uma na outra, passaram de vermelhas para roxas e suadas. Conseguia ouvir o som das duas bucetas molhadas se encontrando. A empregadinha estava ficando rouca de tanto que gemia. E eu ali, em pé vendo aquela cena das duas aranhas se encontrando. Cristina agarrou meu pau e começou a me masturbar com vontade, com vontade, e então se inclinou, o corpo todo para abocanhar meu cacete.

Começou a me chupar com vontade, e com duas gargantas profundas até lamber minhas bolas, acabei pedindo para gozar. Tirei o pau de sua boca e gozei na sua cara. No seu cabeço e nos seus cílios.

A Empregadinha já foi toda espertinha se sentando na cama, achando que a foda tinha acabado. Mas eu fui logo puxando ela pelo braço:
_Aqui só acaba quando amanhece mocinha.
Ela tentou brigar, disse: "mas, mas, mas". E então foi Cristina que beijou a boca da menina e explicou para ela que, o que acontecia naquele quarto comigo, ficaria somente comigo.
_A foda com Edgar não é por gozada, é até quando ele durar.
Cristina se deitou na cabeceira e abriu bem as pernas, abriu também os lábios da buceta e terminou:
_Dinheiro ele tem, deita, abre as pernas e deixa rolar.

A empregadinha pareceu mais animada. Disse que a pomada também estava queimando sua buceta, e podia ver mesmo a sua bucetona de cor escura molhada, pingando libido. Mandei ela se deitar em cima de Cristina, de quatro para mim, e ela obedeceu sem questionar. Coloquei uma camisinha, masturbei meu cacete pra ele ficar duro de novo e mandei ver dentro da buceta escura da empregadinha. Meti muito fundo até ela gemer alto. Com as minhas mãos eu abria bem a sua bunda e admirava seu cuzinho. Olhava para Cristina e ela estava beijando a boca da Empregadinha, só para me deixar ainda mais excitado. Quando largava a boca da empregadinha, era possível ouvir os gemidos da putinha. Bucetinha molhada, meu cacete entrava e saia com muita facilidade, e eu podia bombar nela sem dó, que ela gemia mais.

E então, no momento que parei de foder, pude perceber que, enquanto a empregadinha beijava Cristina e chupava seus seios, ela também rebolava no meu cacete de forma graciosa. Percebendo que ela poderia fazer o serviço todo sozinha, comecei a passar o dedo indicador na borda de seu cuzinho. Um segundo cu naquela noite ia ser uma maravilha. Quando comecei a deixar o cuzinho dela bem molhado com minha saliva, ela olhou para tras com sorriso no rosto e cara de vadia:
_Anal não faço.


Mesmo com esta alerta, continuei alisando seu cuzinho com o dedo. Ela riu de novo, não parou de rebolar no meu pau enquanto eu alisava aquele cuzinho escuro, e então comecei a penetrar a ponta do meu dedo. Ela estremeceu. Cristina falou no seu ouvido que ia valer a pena, e então a Empregadinha não olhou mais para trás.


Cristina piscou para mim, e eu comecei a penetrar o meu dedo indicador dentro do cuzinho da empregadinha. A menina estremeceu o corpo todo. Cristina, com a buceta vermelha e cansada de tanto foder, passou a me auxiliar naquela foda com a empregadinha. Segurou bem a bunda da parceira e abriu bem o seu cuzinho pra eu poder entrar. Chupei meu dedo, lambucei de saliva e enfiei de novo no cuzinho da menina, e então ela parou de rebolar. Foi a conta para eu tirar meu cacete de sua buceta e começar a penetrar no seu cuzinho. Muito apertado.
Percebi logo de cara que a Empregadinha era virgem do anus, e eu estava descabaçando aquele cuzinho apertado. Estocava meu pau com muita dificuldade, e Cristina abraçava forte a garota, que gemia abafado, disfarçado, escondendo e engolindo o choro. Sentia seu cu apertado contra a minha rola, e ao ouvir aqueles chorinhos abafado, meu pau só latejava ainda mais.

Estocada lenta, estocada lenta, estocada lenta e eu já estava com metade do meu cacete dentro de seu cu. Não parei de penetrar meus dedos na sua buceta, e logo ia sentindo o seu cu dar uma relaxada. Comecei a enfiar mais na sua bunda, estocada de leve, lenta e ia mais fundo. Fui ganhando velocidade.

Cristina passou a masturbar a empregadinha e eu fiquei livre para tomar conta de seu cu, apenas. Abri bem a bunda da menina na minha frente, e comecei a estocar. Meu pau, no lugar mais divino da terra.
Gozei com bombadas rápidas e curtas no cuzinho da Empregada.

A menina escondeu a lagrima que saiu do canto dos olhos. Se deitou de um lado e Cristina abriu espaço para eu me deitar entre as duas. Rimos. A menina reclamou da dor na bunda, e que aquilo ia custar bastante. Eu só pedi para que as duas enfiassem seus seios no meio do meu rosto. Me fizeram uma bela massagem de seios. Quatro seios na minha face, sendo esfregados em  mim.

Naquela noite, sai do Bordel, deixando meu salário inteiro na comanda VIP.

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5 comentários:

  1. Miau querido, que história! Tuas histórias sempre deliciosas! Adorei a empregadinha e os 4 seios no teu rosto rsrs. Miaubeijocas =^.^=

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    1. Oh, e olha que foi eu que adorei estar no meio de quatro seios e duas xoxotas molhadas e bem abertas! E tambem adoro teus comentários Princesinha! Volte sempre!

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  2. "com o Edgard, a noite só acaba quando amanhece!" eita, caralho!!
    Valeu a pena cada centavo, caro mio!

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    1. hahaa, sim! E se o meu pau não aguentar a noite toca, eu uso o dedo, a lingua, a mão, o pé, qualquer consolo que estiver disponivel. Qualquer coisa!

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