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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Histórias da Fernanda #3: A minha Primeira Vez

Olá meus caros leitores, hoje falarei mais sobre Fernandinha, se não sabe quem é ela, segue o link. E no caso, falarei sobre suas Histórias. Se está chegando agora, siga este link para ler as suas outras histórias, já narradas aqui no blog. 


Fui viajar para Rio de Janeiro, e levei Fernandinha. Isso faz algumas semanas. Fomos de carro, aluguei um logo na saida de São Paulo e fui direto pela Dutra. No caminho, Fernandinha, como sempre, começou a me contar as suas histórias cabeludas. Dessa vez, ela me contou como foi a sua primeira vez:

_Edgar, eu tinha 15 anos. Não era inocente, vou estar mentindo se dizer que nunca tinha dado bola pro meu primo, ou pra alguns amigos da escola, mas ainda não tinha dado pra ninguém.

"Com meu Primo, Ramon, ele também tinha 15 anos na época, desde os 13 anos nós já ficávamos escondidos de todo mundo da família e já explorávamos nossos corpos juntos. Ele já tinha me masturbado diversas vezes, e ele foi o primeiro que eu masturbei, e o primeiro que eu chupei. Eu me lembro da primeira vez que coloquei um pinto na minha boca. Foi por pura curiosidade. Eu tenho um tio, chama Vitor. Ele tinha vários filmes pornôs na casa dele, e eu lembro que uma vez que dormi lá com Ramon, nós acabamos acordando de madrugada com alguns gemidos. Fomos furtivos para a sala e vimos meu tio Vitor se masturbando diante da televisão vendo um filme porno. Um onde um cara comia duas mulheres.
Isso foi quando tínhamos 14 anos, eu e Ramon já havíamos nos masturbado algumas vezes. Fomos para o quarto onde devíamos estar dormindo, ele foi para debaixo da minha coberta e ficou me masturbando por cima do meu pijama, e eu, apetitosa e louca de tesão, cai de boca no pau de Ramon. 

Ele com muitos pelos, me lembro que fiquei com pentelhos na garganta por uma semana. Mas foi uma delicia. Foi nesse momento que senti pela primeira vez a goza de alguém indo direto pra garganta. Ele não me avisou que ia gozar, engoli tudinho. E fiquei com a boca toda anestesiada. 

Foi até engraçado ele me pedindo desculpas por um milhão de vezes durante várias semanas.

Mas era assim que éramos, eu e Ramon nos encontrávamos, nos masturbávamos, e uma vez ou outra eu chupava ele. Massageava as bolas dele, e ele adorava. Dizia que o esperma dele saia mais clarinho quando eu massageava suas bolas. 

Mas não foi com Ramon que perdi a virgindade. 
Teve uma vez que eu e Ramon estávamos dormindo na casa desse meu tio Vitor. Quando tínhamos 15 anos. Eu e Ramon já estávamos a alguns passos a frente do que apenas masturbação um no outro. Ele já havia arrumado uma namoradinha e já tinha feito sexo com ela. Um dia, ele me cochou tão forte com o pau latejando na minha bunda, eu me derreti, fiquei molhadinha. Ele disse que queria me comer de quatro, e eu fui logo botando na cabeça que ia perder a virgindade com ele. 

Neste dia em particular, só aceitei dormir na casa de Vitor porque Ramon ia dormir lá também, e então eu planejava subir no pau de Ramon e deixar ele enfiar todo o cacete dentro de mim. Eu já estava me masturbando por várias semanas com essa noite, e eu ficava molhada só de pensar no pau dele, aquele pau que pulsava na minha boca, eu quera que pulsasse na minha buceta, que eu enfiava tanto o dedo. 

Naquela noite estava chovendo muito, eu cheguei na casa do tio Vitor. Ele fez uma janta deliciosa para mim. Eu sempre chegava lá pelas 17:00, e Ramon sempre costumava chegar antes, para conversar com meu tio sobre futebol. Eu já tinha ligado para Ramon três vezes e ele disse que já estava chegando. 
Deu 18:00 horas e ele disse que já estava chegando. E nada dele.

O clima estava ficando um pouco estranho. Meu tio Vitor era solteiro. 50 anos e só saia com putas, ficava assistindo filmes pornos e coisas do tipo. Mas para toda a nossa família, ele era só um tio gay, que nunca faria mal pra ninguém, e era justamente por isso que eu e Ramon desde criança dormíamos ali. É claro, que nunca havíamos contato para ninguém que usávamos a casa do tio Vitor para ficarmos juntos e na putaria, muito menos que sabíamos que o tio Vitor se masturbava de madrugada vendo filmes pornográficos.

O relógio marcava 19:00 e eu já queria ir embora, nada do Ramon atender o telefone.
Quando o relógio marcou 21:00, eu já estava deitada, so esperando pelo Ramon entrar no quarto, com aquela pica enorme e me comer. Mas não. Ouvi o telefone tocar e foi o tio Vitor que atendeu. Era o Ramon, dizendo que não ia dormir lá na casa dele, porque tinha surgido imprevisto com a namorada. 
Meu mundo desabou. Tio Vitor entrou no quarto, sentou na cama e disse que o Ramon nao ia vir:
_Ele precisa ficar com a namorada, ela ta com cólicas. Mas você fica a vontade tá bom? 
Agradeci a hospitalidade do meu tio. Antes de sair do quarto, ele colocou a mão na minha coxa e apertou. Foi um movimento de pura inocência. Ele saiu do quarto, fechou a porta e foi pra sala. 

Eu continuei deitada. Na casa do tio Vitor não tinha muito o que fazer. Fiquei lendo um livro qualquer, querendo matar o Ramon por não ter ido para casa do tio Vitor. Toda aquela minha imaginação de me sentar no cacete dele foi embora com toda a esperança de perder a virgindade naquela noite. 
Foi aí então que comecei a ouvir os gemidos. 

Olhei no relógio e ainda eram 23:00. Meu tio já estava assistindo os seus filmes pornos. Talvez tenha achado que eu já estava dormindo. Os gemidos estavam no volume máximo da televisão, e todo aquele som de foda estava começando a me excitar. 

Resolvi ficar nua debaixo da coberta e me masturbar. Comecei alisando a minha xoxota, molhadinha, fui alisando devagarinho meu clítoris. Comecei a aumentar a velocidade, e continuava alisando tudo a minha xoxota. Naquela época não tinha mania de me depilar todinha, ouvia o som dos meus pelinhos sendo esfregados por todos os meus dedinhos. E então eu comecei a enfiar o dedo indicador lá dentro. Minha buceta era muito apertada, e meus seios ficavam durinhos imediatamente com a vagina sendo invadida. Meu corpo todo arrepiava.

Continuava ouvindo os gemidos lá embaixo, e o calor estava invadindo o meu corpo. Decidi que naquela noite eu iria perder a minha virgindade. "Foda-se", eu só conseguia pensar nisso.


Fui para a sala, onde meu tio assistia um filme porno vintage no ultimo volume. Ele estava mandado ver na punheta, descontrolado e contorcido no sofá. Ele movia o braço direito com muita força, que eu achei até estranho. Ramon se masturbava tão lentamente, sem aquela violência toda. Parecia que o tio Vitor estava era espancando o próprio pau. Meu coração acelerou. Eu estava apenas de pijama, mas minha calcinha estava molhada de excitação. 
Fiquei do lado dele, e quando ele me viu, saltou de susto.

Não sabia onde colocar a cara. Levantou a calça para esconder o cacete e foi logo procurando o controle remoto pra abaixar a televisão. Foi pedindo desculpas um tanto que sem rumo, e não conseguia olhar para mim novamente. 

Ele pegou o controle remoto e mudou de canal. Sentou-se de novo no sofá e ficou falando que aquilo ali não deveria estar passando, e que não sabia o que estava acontecendo. Depois, começou a falar que estava era com sono e que já estava dormindo ali. Que não estava vendo nada. 

Eu não falei nada. Percebi que o cacete dele continuava duro. Ele usava uma calça de moletom bege, e o volume do cacete dele continuou claramente visível. Eu não falei nada, só me sentei no colo dele. 

Eu me lembro até hoje do suspiro que meu tio deu. Tio Vitor não falou nada, só deu um suspiro de alivio e depois começou a gemer. 
Ele segurou a minha cinturinha e me trouxe pra trás. Eu continuei quieta, e eu não sabia se ele ia me tirar do seu colo ou se ia me comer ali mesmo. Eu não sabia se ele ia pedir para me comer ou se ia me estuprar com tanta violência como estava se masturbando. Mas me lembro que estava sentada em cima do cacete dele, e aquele cacete estava bem em cima do meu cuzinho.

Eu também estava de moletom, conseguia sentir claramente o formato do seu pau, cabeçudo e grosso. Meu tio começou a descer as mãos e foram para minha coxa. Eu continuei sentada no colo dele. Mexi um pouco minha bunda, alisando o cacete dele, e ele gemeu mais uma vez. Dessa vez na minha nuca, e eu arrepiei. Minha buceta estava muito molhada. Por um instante imaginei Ramon, meu primo. Imaginei ele cheirando meu cabelo como fazia, ou alisando minhas coxas. Logo em seguida, imaginei ele fodendo a sua namorada, e fiquei ainda mais excitada. Mordi os lábios e mal pude ver o meu tio pegar o controle remoto e voltar pro canal do seu DVD de pornô.

O cara mandava ver o cacete dentro de uma loirinha que berrava de prazer. Ele começou a beijar a minha nuca, e, com a mão direita, foi alisando minha coxa direita e com a mão esquerda, foi invadindo a minha calça. Invadiu a mão inteira e já foi passando por debaixo da calcinha. Eu me arrepiei de novo quando suas mãos tocaram os pelos da minha xoxota. Seus dedos eram enormes, muito maior do que os dedos de Ramon, ou os meus. Eram dedos de um adulto invadindo a minha buceta. Ele sentiu que eu estava toda molhada, e deu uma pequena mordidinha no meu pescoço. Eu comecei a rebolar em cima do seu pau. Ele largou a mão da minha coxa e abaixou a sua calça. Segurou o cacete com a mão direita e colocou ele entre as minhas pernas. Aquela cabeçona de um pau adulto tocava os meus lábios vaginais por cima da minha calça de moletom, já molhada. 


Eu pensei comigo mais algumas vezes em "Foda-se", e me deixei entregar. Segurei o cacete do meu tio e ele estremeceu. Não sabia muito o que fazer. Continuava com a mão dentro da minha calcinha e começou a me masturbar. Seus dedos grossos e com calos de adulto trabalhador me machucava, mas não falei nada. Estava com muito tesão. Seus dedos deslizavam, e sempre que eu gemia, ele me beijava a nuca. Me arrepiava. Eu passei a tremer, mas gritei de tesão quando ele enfiou seu dedo do meio dentro da minha buceta. Eu estava tão excitada e tão molhada que não doeu. Pude sentir seu dedo inteiro, sua unha, seu calo.

O pau dele na minha mão estava molhado. Melou os meus dedos assim como já estava acostumada com Ramon.

Me levantei e ele não sabia bem o que fazer. Até hoje me lembro de sua cara, creio que ele tenha esperado o pior. Esperou que eu fosse gritar e chamar ele de louco, pedófilo ou de tarado, mas na verdade eu fiquei de pé para abaixar a minha calça. Ele foi logo arrancando a calça também e ficou com aquele cacete duro, grosso e molhado ereto para eu poder sentar.

Foi então que o medo tomou conta de mim. Continuei alisando a minha xoxotinha para deixar bem molhada. Me virei e empinei a bunda para me sentar em cima do pau dele. Ele agarrou a minha cinturinha e foi me colocando com jeitinho em cima do seu pau. 

O cacete dele encostou nos lábios vaginais e ele foi me puxando, para eu sentar em cima da tora. Doeu no inicio, mas resolvi morder meus lábios para não broxa-lo, ou que ele percebesse que eu era virgem. 
Ele lambeu a mão e passou saliva no pau. Alisou o meu clítoris e me puxou para cima do pau. Minha buceta se rasgou em cima dele. Senti aquele pau monstruoso dentro de mim.

Não pensava em camisinha, não pensava em proteção. Não pensei em nada. Muito menos meu tio Vitor. Só sei que o cacete monstruoso dele estava dentro de mim. Eu estava sentada em cima dele, com o corpo grudado no peito dele. Ele agarrou os meus seios e apertou-os, como um ogro faz quando esta excitado. E depois ficou segurando a minha cintura. Gemeu e gemeu mais um pouco no meu ouvido, e aquilo me fazia estremecer. Ficava arrepiada com os gemidos do Tio Vitor. 

Até que ele finalmente abriu a boca e começou a falar o como eu era apertada. Continuei calada. Ele começou o vai e vem bem de leve. Eu sentia uma dor esmagadora na buceta, mas continuava calada, e mordendo os lábios. Ele foi beijando a minha bochecha, querendo um beijo na boca. Enfiou mais. Enfiou mais e eu sentia a cabeça cogumelo daquele pau invadindo meu ponto G. Minha buceta nunca havia sido rasgada daquele jeito. 

Minhas pernas começaram a tremer e a doer, mas queria continuar. Sentia escorrendo da minha perna algo quente, que pensei ser a goza do meu tio, mas mais tarde vimos que era o sangue do meu hímen. 

Meu tio começou a estocar ainda mais forte, e a cada estocada que ia mais fundo, ele aumentava a velocidade. Meus gemidos viraram gritos, e não sei bem se era de dor ou de prazer. Eu realmente estava excitada, minha buceta estava pulsando e eu sentia que o pau dele só deslizava para dentro de mim por causa da minha xana molhada. 


Eu me agarrou forte e eu virei meu rosto. A sua boca já estava de encontro com a minha e nos beijamos. Sua língua invadiu a minha boca toda e minha buceta pulsou ainda mais. Apertou o pau dele e ele apertou a minha cintura com força, como se apertasse alguma almofada. 


Ele ia estocando ainda mais. Estávamos agora eu e ele assistindo aquele filme porno vintage, a loirinha com as pernas na orelha enquanto o cara forte enfiava no seu cu. Senti medo do meu tio querer comer meu cu. Mas parecia que já estava satisfeito demais com a minha xana. Não parava de meter, ia com o vai e vem lento, mas que para mim era um rasgo a cada estocada que ele dava. Parecia que eu seria empalada. 



Não senti muito prazer, mais a dor de uma lança grossa e cabeçuda querendo me matar por dentro. Até que ele tirou o pau de dentro desesperado e rápido e me levantou com as duas mãos, me tirando de cima dele. Quando olhei para trás, só vi um jato de porra voando pelo tapete da sala, e acertou o meu joelho.
Foi quando olhei para baixo e vi o sangue nas minhas pernas, nas pernas dele e no sofá. 

Fiquei tão envergonhada que peguei minha calça no chão e sai correndo para o banheiro para tomar um banho. 
Demorei muito no banho, a minha xana estava rasgada. Sentei no chão do banheiro e comecei a abrir minha buceta. Estava vermelha e eu adorei aquela tonalidade.

Sai do banho e fui pro quarto. Demorei para dormir. Me lembro de ter ouvido ele ir pro banho também. Tomou um banho bem rápido. Quando saiu, desligou a TV e foi dormir. Bateu na porta e só disse um "Boa noite, Fernanda". 

E nunca mais falamos sobre o que aconteceu lá na sala. 

4 comentários:

  1. Sobrinha safada essa ;) rsrs Miaubeijos querido =^.^=

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    1. haha, Fernandinha é tarada mesmo. haha.
      Obrigado pelo comentário Princesinha! ;)

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  2. Mocinha corajosa! Depois dessa, eu é que não iria mais querer saber de priminho!

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    1. hahaha, e o pior é que depois disso a Fernandinha fodeu muito com o primo ainda.. hahahaha

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