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segunda-feira, 30 de junho de 2014

sábado, 28 de junho de 2014

Imagem da Semana

Para todas as leitoras, será que vocês aguentariam?


Clique na imagem e contemple, quero que reflitam sobre isso!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Histórias da Fernanda #3: A minha Primeira Vez

Olá meus caros leitores, hoje falarei mais sobre Fernandinha, se não sabe quem é ela, segue o link. E no caso, falarei sobre suas Histórias. Se está chegando agora, siga este link para ler as suas outras histórias, já narradas aqui no blog. 


Fui viajar para Rio de Janeiro, e levei Fernandinha. Isso faz algumas semanas. Fomos de carro, aluguei um logo na saida de São Paulo e fui direto pela Dutra. No caminho, Fernandinha, como sempre, começou a me contar as suas histórias cabeludas. Dessa vez, ela me contou como foi a sua primeira vez:

_Edgar, eu tinha 15 anos. Não era inocente, vou estar mentindo se dizer que nunca tinha dado bola pro meu primo, ou pra alguns amigos da escola, mas ainda não tinha dado pra ninguém.

"Com meu Primo, Ramon, ele também tinha 15 anos na época, desde os 13 anos nós já ficávamos escondidos de todo mundo da família e já explorávamos nossos corpos juntos. Ele já tinha me masturbado diversas vezes, e ele foi o primeiro que eu masturbei, e o primeiro que eu chupei. Eu me lembro da primeira vez que coloquei um pinto na minha boca. Foi por pura curiosidade. Eu tenho um tio, chama Vitor. Ele tinha vários filmes pornôs na casa dele, e eu lembro que uma vez que dormi lá com Ramon, nós acabamos acordando de madrugada com alguns gemidos. Fomos furtivos para a sala e vimos meu tio Vitor se masturbando diante da televisão vendo um filme porno. Um onde um cara comia duas mulheres.
Isso foi quando tínhamos 14 anos, eu e Ramon já havíamos nos masturbado algumas vezes. Fomos para o quarto onde devíamos estar dormindo, ele foi para debaixo da minha coberta e ficou me masturbando por cima do meu pijama, e eu, apetitosa e louca de tesão, cai de boca no pau de Ramon. 

Ele com muitos pelos, me lembro que fiquei com pentelhos na garganta por uma semana. Mas foi uma delicia. Foi nesse momento que senti pela primeira vez a goza de alguém indo direto pra garganta. Ele não me avisou que ia gozar, engoli tudinho. E fiquei com a boca toda anestesiada. 

Foi até engraçado ele me pedindo desculpas por um milhão de vezes durante várias semanas.

Mas era assim que éramos, eu e Ramon nos encontrávamos, nos masturbávamos, e uma vez ou outra eu chupava ele. Massageava as bolas dele, e ele adorava. Dizia que o esperma dele saia mais clarinho quando eu massageava suas bolas. 

Mas não foi com Ramon que perdi a virgindade. 
Teve uma vez que eu e Ramon estávamos dormindo na casa desse meu tio Vitor. Quando tínhamos 15 anos. Eu e Ramon já estávamos a alguns passos a frente do que apenas masturbação um no outro. Ele já havia arrumado uma namoradinha e já tinha feito sexo com ela. Um dia, ele me cochou tão forte com o pau latejando na minha bunda, eu me derreti, fiquei molhadinha. Ele disse que queria me comer de quatro, e eu fui logo botando na cabeça que ia perder a virgindade com ele. 

Neste dia em particular, só aceitei dormir na casa de Vitor porque Ramon ia dormir lá também, e então eu planejava subir no pau de Ramon e deixar ele enfiar todo o cacete dentro de mim. Eu já estava me masturbando por várias semanas com essa noite, e eu ficava molhada só de pensar no pau dele, aquele pau que pulsava na minha boca, eu quera que pulsasse na minha buceta, que eu enfiava tanto o dedo. 

Naquela noite estava chovendo muito, eu cheguei na casa do tio Vitor. Ele fez uma janta deliciosa para mim. Eu sempre chegava lá pelas 17:00, e Ramon sempre costumava chegar antes, para conversar com meu tio sobre futebol. Eu já tinha ligado para Ramon três vezes e ele disse que já estava chegando. 
Deu 18:00 horas e ele disse que já estava chegando. E nada dele.

O clima estava ficando um pouco estranho. Meu tio Vitor era solteiro. 50 anos e só saia com putas, ficava assistindo filmes pornos e coisas do tipo. Mas para toda a nossa família, ele era só um tio gay, que nunca faria mal pra ninguém, e era justamente por isso que eu e Ramon desde criança dormíamos ali. É claro, que nunca havíamos contato para ninguém que usávamos a casa do tio Vitor para ficarmos juntos e na putaria, muito menos que sabíamos que o tio Vitor se masturbava de madrugada vendo filmes pornográficos.

O relógio marcava 19:00 e eu já queria ir embora, nada do Ramon atender o telefone.
Quando o relógio marcou 21:00, eu já estava deitada, so esperando pelo Ramon entrar no quarto, com aquela pica enorme e me comer. Mas não. Ouvi o telefone tocar e foi o tio Vitor que atendeu. Era o Ramon, dizendo que não ia dormir lá na casa dele, porque tinha surgido imprevisto com a namorada. 
Meu mundo desabou. Tio Vitor entrou no quarto, sentou na cama e disse que o Ramon nao ia vir:
_Ele precisa ficar com a namorada, ela ta com cólicas. Mas você fica a vontade tá bom? 
Agradeci a hospitalidade do meu tio. Antes de sair do quarto, ele colocou a mão na minha coxa e apertou. Foi um movimento de pura inocência. Ele saiu do quarto, fechou a porta e foi pra sala. 

Eu continuei deitada. Na casa do tio Vitor não tinha muito o que fazer. Fiquei lendo um livro qualquer, querendo matar o Ramon por não ter ido para casa do tio Vitor. Toda aquela minha imaginação de me sentar no cacete dele foi embora com toda a esperança de perder a virgindade naquela noite. 
Foi aí então que comecei a ouvir os gemidos. 

Olhei no relógio e ainda eram 23:00. Meu tio já estava assistindo os seus filmes pornos. Talvez tenha achado que eu já estava dormindo. Os gemidos estavam no volume máximo da televisão, e todo aquele som de foda estava começando a me excitar. 

Resolvi ficar nua debaixo da coberta e me masturbar. Comecei alisando a minha xoxota, molhadinha, fui alisando devagarinho meu clítoris. Comecei a aumentar a velocidade, e continuava alisando tudo a minha xoxota. Naquela época não tinha mania de me depilar todinha, ouvia o som dos meus pelinhos sendo esfregados por todos os meus dedinhos. E então eu comecei a enfiar o dedo indicador lá dentro. Minha buceta era muito apertada, e meus seios ficavam durinhos imediatamente com a vagina sendo invadida. Meu corpo todo arrepiava.

Continuava ouvindo os gemidos lá embaixo, e o calor estava invadindo o meu corpo. Decidi que naquela noite eu iria perder a minha virgindade. "Foda-se", eu só conseguia pensar nisso.


Fui para a sala, onde meu tio assistia um filme porno vintage no ultimo volume. Ele estava mandado ver na punheta, descontrolado e contorcido no sofá. Ele movia o braço direito com muita força, que eu achei até estranho. Ramon se masturbava tão lentamente, sem aquela violência toda. Parecia que o tio Vitor estava era espancando o próprio pau. Meu coração acelerou. Eu estava apenas de pijama, mas minha calcinha estava molhada de excitação. 
Fiquei do lado dele, e quando ele me viu, saltou de susto.

Não sabia onde colocar a cara. Levantou a calça para esconder o cacete e foi logo procurando o controle remoto pra abaixar a televisão. Foi pedindo desculpas um tanto que sem rumo, e não conseguia olhar para mim novamente. 

Ele pegou o controle remoto e mudou de canal. Sentou-se de novo no sofá e ficou falando que aquilo ali não deveria estar passando, e que não sabia o que estava acontecendo. Depois, começou a falar que estava era com sono e que já estava dormindo ali. Que não estava vendo nada. 

Eu não falei nada. Percebi que o cacete dele continuava duro. Ele usava uma calça de moletom bege, e o volume do cacete dele continuou claramente visível. Eu não falei nada, só me sentei no colo dele. 

Eu me lembro até hoje do suspiro que meu tio deu. Tio Vitor não falou nada, só deu um suspiro de alivio e depois começou a gemer. 
Ele segurou a minha cinturinha e me trouxe pra trás. Eu continuei quieta, e eu não sabia se ele ia me tirar do seu colo ou se ia me comer ali mesmo. Eu não sabia se ele ia pedir para me comer ou se ia me estuprar com tanta violência como estava se masturbando. Mas me lembro que estava sentada em cima do cacete dele, e aquele cacete estava bem em cima do meu cuzinho.

Eu também estava de moletom, conseguia sentir claramente o formato do seu pau, cabeçudo e grosso. Meu tio começou a descer as mãos e foram para minha coxa. Eu continuei sentada no colo dele. Mexi um pouco minha bunda, alisando o cacete dele, e ele gemeu mais uma vez. Dessa vez na minha nuca, e eu arrepiei. Minha buceta estava muito molhada. Por um instante imaginei Ramon, meu primo. Imaginei ele cheirando meu cabelo como fazia, ou alisando minhas coxas. Logo em seguida, imaginei ele fodendo a sua namorada, e fiquei ainda mais excitada. Mordi os lábios e mal pude ver o meu tio pegar o controle remoto e voltar pro canal do seu DVD de pornô.

O cara mandava ver o cacete dentro de uma loirinha que berrava de prazer. Ele começou a beijar a minha nuca, e, com a mão direita, foi alisando minha coxa direita e com a mão esquerda, foi invadindo a minha calça. Invadiu a mão inteira e já foi passando por debaixo da calcinha. Eu me arrepiei de novo quando suas mãos tocaram os pelos da minha xoxota. Seus dedos eram enormes, muito maior do que os dedos de Ramon, ou os meus. Eram dedos de um adulto invadindo a minha buceta. Ele sentiu que eu estava toda molhada, e deu uma pequena mordidinha no meu pescoço. Eu comecei a rebolar em cima do seu pau. Ele largou a mão da minha coxa e abaixou a sua calça. Segurou o cacete com a mão direita e colocou ele entre as minhas pernas. Aquela cabeçona de um pau adulto tocava os meus lábios vaginais por cima da minha calça de moletom, já molhada. 


Eu pensei comigo mais algumas vezes em "Foda-se", e me deixei entregar. Segurei o cacete do meu tio e ele estremeceu. Não sabia muito o que fazer. Continuava com a mão dentro da minha calcinha e começou a me masturbar. Seus dedos grossos e com calos de adulto trabalhador me machucava, mas não falei nada. Estava com muito tesão. Seus dedos deslizavam, e sempre que eu gemia, ele me beijava a nuca. Me arrepiava. Eu passei a tremer, mas gritei de tesão quando ele enfiou seu dedo do meio dentro da minha buceta. Eu estava tão excitada e tão molhada que não doeu. Pude sentir seu dedo inteiro, sua unha, seu calo.

O pau dele na minha mão estava molhado. Melou os meus dedos assim como já estava acostumada com Ramon.

Me levantei e ele não sabia bem o que fazer. Até hoje me lembro de sua cara, creio que ele tenha esperado o pior. Esperou que eu fosse gritar e chamar ele de louco, pedófilo ou de tarado, mas na verdade eu fiquei de pé para abaixar a minha calça. Ele foi logo arrancando a calça também e ficou com aquele cacete duro, grosso e molhado ereto para eu poder sentar.

Foi então que o medo tomou conta de mim. Continuei alisando a minha xoxotinha para deixar bem molhada. Me virei e empinei a bunda para me sentar em cima do pau dele. Ele agarrou a minha cinturinha e foi me colocando com jeitinho em cima do seu pau. 

O cacete dele encostou nos lábios vaginais e ele foi me puxando, para eu sentar em cima da tora. Doeu no inicio, mas resolvi morder meus lábios para não broxa-lo, ou que ele percebesse que eu era virgem. 
Ele lambeu a mão e passou saliva no pau. Alisou o meu clítoris e me puxou para cima do pau. Minha buceta se rasgou em cima dele. Senti aquele pau monstruoso dentro de mim.

Não pensava em camisinha, não pensava em proteção. Não pensei em nada. Muito menos meu tio Vitor. Só sei que o cacete monstruoso dele estava dentro de mim. Eu estava sentada em cima dele, com o corpo grudado no peito dele. Ele agarrou os meus seios e apertou-os, como um ogro faz quando esta excitado. E depois ficou segurando a minha cintura. Gemeu e gemeu mais um pouco no meu ouvido, e aquilo me fazia estremecer. Ficava arrepiada com os gemidos do Tio Vitor. 

Até que ele finalmente abriu a boca e começou a falar o como eu era apertada. Continuei calada. Ele começou o vai e vem bem de leve. Eu sentia uma dor esmagadora na buceta, mas continuava calada, e mordendo os lábios. Ele foi beijando a minha bochecha, querendo um beijo na boca. Enfiou mais. Enfiou mais e eu sentia a cabeça cogumelo daquele pau invadindo meu ponto G. Minha buceta nunca havia sido rasgada daquele jeito. 

Minhas pernas começaram a tremer e a doer, mas queria continuar. Sentia escorrendo da minha perna algo quente, que pensei ser a goza do meu tio, mas mais tarde vimos que era o sangue do meu hímen. 

Meu tio começou a estocar ainda mais forte, e a cada estocada que ia mais fundo, ele aumentava a velocidade. Meus gemidos viraram gritos, e não sei bem se era de dor ou de prazer. Eu realmente estava excitada, minha buceta estava pulsando e eu sentia que o pau dele só deslizava para dentro de mim por causa da minha xana molhada. 


Eu me agarrou forte e eu virei meu rosto. A sua boca já estava de encontro com a minha e nos beijamos. Sua língua invadiu a minha boca toda e minha buceta pulsou ainda mais. Apertou o pau dele e ele apertou a minha cintura com força, como se apertasse alguma almofada. 


Ele ia estocando ainda mais. Estávamos agora eu e ele assistindo aquele filme porno vintage, a loirinha com as pernas na orelha enquanto o cara forte enfiava no seu cu. Senti medo do meu tio querer comer meu cu. Mas parecia que já estava satisfeito demais com a minha xana. Não parava de meter, ia com o vai e vem lento, mas que para mim era um rasgo a cada estocada que ele dava. Parecia que eu seria empalada. 



Não senti muito prazer, mais a dor de uma lança grossa e cabeçuda querendo me matar por dentro. Até que ele tirou o pau de dentro desesperado e rápido e me levantou com as duas mãos, me tirando de cima dele. Quando olhei para trás, só vi um jato de porra voando pelo tapete da sala, e acertou o meu joelho.
Foi quando olhei para baixo e vi o sangue nas minhas pernas, nas pernas dele e no sofá. 

Fiquei tão envergonhada que peguei minha calça no chão e sai correndo para o banheiro para tomar um banho. 
Demorei muito no banho, a minha xana estava rasgada. Sentei no chão do banheiro e comecei a abrir minha buceta. Estava vermelha e eu adorei aquela tonalidade.

Sai do banho e fui pro quarto. Demorei para dormir. Me lembro de ter ouvido ele ir pro banho também. Tomou um banho bem rápido. Quando saiu, desligou a TV e foi dormir. Bateu na porta e só disse um "Boa noite, Fernanda". 

E nunca mais falamos sobre o que aconteceu lá na sala. 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Que tal uma fodidinha?

Q. E cá volto eu, Edgar, o caro blogueiro mais ocupado que essa putosfera tem esperado ansiosamente semanas após semanas. Caros leitores, só tenho a me desculpas pelo desaparecimento nos ultimos meses. Mas veja só, nos últimos dias tenho vindo aqui com frequência, e acho que finalmente a putosfera me prendeu novamente.

Sentia saudades de fazer longos Contos Eróticos, trazer para vocês os melhores filmes pornôs do xVideos e também as maiores putinhas diante da WebCam. Enfim, eis que venho aqui com uma fodidinha gostosa de uma magrelinha tatuada, do jeitinho que eu gosto!

Mais um DELÍRIO DE EDGAR para pirar a cabeça também dos meus leitores, com essa foda que me rendeu uma punheta deliciosa!

APERTE PLAY, e deixe rolar!
Beijos meus queridos.

 


domingo, 22 de junho de 2014

Voyerismo #2: Espiando Transsexual

E eis que finalmente, depois de muito tempo esperando, chega ao blog os transsexuais. Em uma experiencia que tive no Motel do Espiador, em Sorocaba, como já contei um pouquinho aqui anteriormente na nossa tag Voyer.


OBSERVAÇÃO: Esta Postagem inaugura aqui no blog a TAG Transsexuais. Portanto, se possui algum tipo de preconceito, não leia. Este blog é totalmente liberal para todos os tipos de opção sexual!
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Estava um dia chuvoso, e eu não tinha muito lá o que fazer. Rodei de carro, fui no mcDonalds, mas nada de interessante no meu dia. Solteiro, apenas trocando SMS com algumas garotas desocupadas, mas nada sério, e nenhum plano para a noite, portanto, rodei para o Motel do Espiador.

Cheguei na entrada do Motel, desci o vidro e usei a palavra chave: "Vim pro clube VIP". Me perguntaram se eu já tinha visto antes, e eu disse que já tinha vindo com Rodrigo. E então me liberaram. Estacionei o carro atrás de todos os quartos, como se fosse nos fundos do Motel. Desci correndo para me molhar o minimo possivel, e entrei na salinha de espera. Um outro homem de sobretudo aguardava sentado e com uma revista Sexy nas mãos.

Na televisão da salinha, passava sexo explicito.
Me sentei no sofá aconchegante e fiquei vendo o negão enfiar uma tora no cu de uma latina. Filmes pornôs sempre me deixam excitados. Chegou na salinha a funcionária do Motel, a que avisa quando chega um casal novo e em qual quarto eles estão.
_Olá pessoal, acabou de chegar um casal no quarto 14. Quem é o próximo?
O homem de sobretudo se levantou, e saiu com a mocinha para fora. De algum modo, iam acessar algum quartinho ao lado do quarto 14 e espiar através do espelho.

Não demorou nem 10 minutos e a mocinha chegou para mim:
_Chegou um casal, estão no quarto 20.
Já fui me levantando, e ela me guiou. Entramos por uma porta ali na salinha mesmo, e subimos uma escada. O quarto 20 era no segundo andar. A primeira porta a esquerda, ela abriu a maçaneta.
_Lenços de papeis estão a direita, tá? Já já eles chegam.
Agradeci, entrei no quartinho pequeno e tranquei a porta. Assim que sentei na poltrona, de frente para o grande vidro que daria no quarto, o casal acendeu a luz.

Um homem forte, loiro e alto, digno de filmes pornográficos trancou a porta assim que a sua mulher entrou. Se o cara já era alto, a mulher acabou me surpreendendo, era maior do que ele. Longos cabelos escuros e pernas torneadas, um quadril espetacular e seios fartos. Já fui tirando o meu cacete para fora, meu pau ficou duro de imediato vendo aquela cena.
O cara se aproximou da gostosa e começou a cheirar o seu pescoço, começou a alisar o seu corpo, a sua bunda, o seu seio, e ela só foi rindo, deixando ele fazer o que quisesse com ela.
Até que ela abaixou o vestido, e tirou o blusão, ficou só de calcinha fio dental e uma camisa curtinha, mostrando a barriga.
Gostosa.

Uma pequena barriguinha sexy, bumbum empinado. Eu, assim como o cara do outro lado do vidro, estávamos terrivelmente excitados. O cara abaixou o shorts e exibiu seu grosso volume de pau, apontando para a mulher terrivelmente gostosa.

Ela foi logo se ajoelhando diante dele e caindo de boca naquele pinto enorme.
Eu ia me deliciando também com a chupada que a vadia fazia nele. Fazia garganta profunda sem derrubar uma lagrima no chão. Ele ia ao delirio, olhava para todos os lados do quarto, começou a olhar para o espelho e a foder com a boca dela. Ela gostava, começou a chupar o cacete dele, e a engolir com mais vontade.

Foi neste momento então que notei algo de estranho naquela mulher. Ela foi levando a sua mão para debaixo da calcinha. Abaixou um pouco a sua calcinha até as coxas grossas e torneadas e começou a se masturbar. Mas para minha surpresa, aquela masturbação com a mão fechada e com um vai e vem me deixou assustado. A mulher gostosa, de seios fardos, bunda empinada, coxas torneadas, tira uma piroca tão grande quanto a do cara que estava engolindo. Ela se masturbava com velocidade seu cacete e com maestria. A vadia era um transsexual. Ao ver o cacete da vadia sendo masturbado, eu só consegui ficar ainda mais excitado.

Ela parou de chupar o cara e sentou-se na cama. Com a calcinha de lado, continuou a se masturbar, e foi a vez do cara retribuir. Ele se ajoelhou diante dela e começou a chupar as bolas do traveco, chupava, sugava com vontade, com apetite. A travesti começou a gemer de desejos, e continuava a se masturbar. O cara então passou a limpa no cacete do traveco e abocanhou aquela pica feminina. O transsexual não parava de gemer, e o cara só no vai e vem. Sabia o que estava fazendo. Pensei em parar de assistir aquilo, podia desistir daquela sala e dizer que me interessava apenas por fodas heterossexuais, mas eu não conseguia parar de assistir. 

Compreendi que, voyeur gosta é de ver foda, e foda que é foda tem sempre seus gemidos, teus orgasmos, suas chupações e o prazer mutuo, de quem esta fazendo, e de quem esta ali, assistindo, com o pau na mão.


A transsex ficou deitada ali na cama com o cacete entre os dedos. O cara se levantou, procurou ali na bolsa dela um lubrificante. Quando ambos estavam totalmente nus, ele começou a lambuzar o cacete dele de lubrificante. Não demorou para aquele pau cabeçudo dele estar brilhando. Ele se deitou e a travesti se levantou para apagar a luz. O Motel do Espiador tinha uma vantagem: Para garantir que o espião continuaria assistindo tudo, toda vez que a luz era apagada, uma luz vermelha ficava acessa no quarto. Agora eu continuava assistindo aquela foda tão peculiar com uma luz vermelha. 

Ela voltava para a cama, subiu em cima dele mas não foi direto para cima de seu pau. Sentou-se em cima de seu peito, apontando o cacete duro na cara do homem. Ele, como não é bobo, caiu de boca na pica do traveco. O traveco, enquanto gemia, masturbava seu homem enquanto ele a chupava.

Sem parar de gemer, o transsex então se posicionou para sentar em cima do pau de seu homem. Enfiou ele todo no seu cu, já largo, acostumado de levar ferro. Sentou nele todo. O homem gritou de prazer. Imaginei a sensação de ter o pau dentro do cuzão daquele traveco. O cara segurou nas coxas grossas do traveco, e ela ia pulando em cima do seu pau, com gosto. Eu não conseguia tirar os olhos do cacete duro do traveco. Aquele cacete duro estava indo para cima e para baixo, junto com os seios deliciosos do travesti e a sua cabeleira. Ela não parava de gemer, e o cara deitado com o cacete no cu do traveco gritava de prazer.


Enquanto o cara ia metendo no cu do traveco, ela ia rebolando em cima de seu cacete, de um jeitinho manhoso e gostoso. E então soltou um gritinho gostoso, do seu pau, voou um jato de porra para cima do homem. Que logo foi pegando toda a porra que voou para o seu peito e foi bebendo.
O traveco então desceu do pau do seu homem e levantou as pernas dele. Posicionou o pau para o cu do seu homem e mandou ver. Começou a foder o cu de seu namorado com vontade, ia para frente e para trás de um jeito gostoso, e o cara só gemendo. O travesti falou para ele gemer fino, e os gemidos do homem mudaram, passaram de um gemido de prazer grosso para um gemido de uma putinha, bem fino.
Foi metendo no cu de seu homem. Agarrou o seu pau duro e ia masturbando enquanto dava as estocadas naquele cuzão do cara de pernas levantadas para o traveco. 

A essa altura eu já havia gozado. Corri para pegar a caixinha de lenços. Me limpei e continuei sentado na poltrona, assistindo cada detalhe daquela foda. 









Foi aí então que o cara gozou. 
Gozou nas mãos do traveco, melando tudo. A porra do cara voou pra cima do seu peito. Enquanto o homem ia apanhando a sua própria goza pelo teu corpo para tomar tudinho, o traveco tirou o pau de dentro de seu cu e começou a bater uma punheta. Ia gemendo mais rapido e se masturbando com mais velocidade. E quando o cara estava terminando de tomar toda a porra espalhada pelo seu corpo, o traveco gozou em cima dele, mais uma vez.
O cacete de ambos não amolecia. Tanto o cara quanto o traveco continuavam com o pau duro, e iam continuar fodendo. Sorte para mim, pois meu pau também estava duro com tantos gemidos e tantas gozadas.

O traveco sentou-se novamente em cima do seu homem, que foi colocando o cacete dentro daquele cuzão gostoso de transexual. Ele fazia caretas e xingava dezenas de palavrões com a transsex em cima dele, de pernas abertas e de pau duro. Continuava sentando em cima dele, o vai e vem gostoso com o pau no anus. O seu anus devorava aquele pau de jeito gostoso. Eu grudei no vidro para poder assistir melhor aquela foda. A transsex subindo de descendo naquele pau grosso, e seu cacete subindo e descendo junto dele. 

O pau da travesti começou a amolecer. Ela tentou masturbar seu pau, mas foi perdendo a ereção. Se deitou em cima do seu amado e ele continuou mandando ver o cacete duro e grosso dentro de seu cu. A travesti gemia alto. Se virou para beijar o seu homem, e ele passou a apertar os seus seios. 
Foi aí então que parou de meter, e gozou. 


Eu gozei também. A minha porra voou pelo chão da salinha. Enquanto fiquei limpando o chão com os lencinhos. Pude ver ainda o cara de joelhos no quarto lambendo o cacete do traveco em pé, proximo do espelho. Fiquei em pé, e parecia que o traveco olhava para mim, mas na verdade, estava se olhando no espelho. Ela estava gostando era de assistir o seu homem a chupando diante do espelho. Acabou gozando. A porra voou no espelho, e começou a escorrer.


Eu bati mais uma punheta enquanto eles se vestiam. A transsexual foi para o banho e o cara apenas se vestiu e esperou que ela saísse. 

Eu nunca imaginei que gostaria de uma foda daquelas, um cara fodendo um traveco e ela mandando ver no cu de um cara. Por dias eu fiquei curioso sobre aquilo que presenciei, fiquei excitado diversas vezes pensando naquilo tudo. 

Ser um voyer não tem preço.

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Se gostou, já sabe, COMENTE! 

Delicia de Massagem (Delirando com Edgar)

Massagem! Nada melhor do que uma bela massagem neste término de final de semana pra começar a semana agitada novamente. Renovado!!!




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Noite Agitada com Cristina (Parte 2)

Para quem não leu a primeira parte do conto, segue o link aqui.

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Fui para o Bordel Boa Chupada com uma pomadinha que comprei no sexshop. Uma pomada que aquece os genitais de quem o usa. E quem pedi para foder? É claro, minha querida 'rockeirinha' Cristina. Mas, em meio a uma incrivel foda com direito a espanhola, e um anal gostoso, decidi chamar também mais alguma outra putinha pra continuar a foda

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Eu ainda com o pau duro, deitado do lado de Cristina deitada de bruços, conversávamos qualquer coisa banal sobre musica, enquanto ouvíamos os gemidos altos da TV ainda no porno 24 horas.
Alguém bateu na porta. Me enrolei numa toalha que fica de prontidão em uma cadeira proximo a porta da entrada e abri. Uma putinha vestidinha de empregada na porta:
_Foi aqui que pediram uma acompanhante?
Abri a porta com um largo sorriso. Ela logo viu Cristina deitada na cama, de bunda arrepitada e estranhou:
_Ué, mas vocês já terminaram?, ela perguntou.
Então Cristina sentou-se na cama, e eu joguei a toalha longe, revelando meu pau duro para ambas.
_Com o Edgar, Gabi, a noite só acaba quando amanhece.

Me deitei entre as duas e pedi por um showzinho de lésbicas. E lá foi Cristina agarrando a bundinha de Gabi, a empregadinha. Bundinha redondinha e seios médios. De 1 a 5 estrelas, eu daria 2. Diferente dos seios fartos de Cristina que ganhariam 5 com toda certeza.

Ajeitei os travesseiros na cabeceira e fiquei masturbando meu cacete bem de leve, enquanto assistia Cristina dar longos beijos na empregadinha. A empregadinha foi logo entrando no clima, começou a dar beijos mais quentes em Cristina, e fazendo biquinho, dando volume nos lábios enquanto era beijada. Cristina foi logo ficando de quatro na cama e tirando o sutiãzinho preto da empregadinha. Revelou os seios médios da putinha, biquinhos empinados e acessos. Cristina foi chupando o direito e depois partiu para chupar os esquerdos, enquanto a empregadinha apenas gemia de prazer e de olhos fechados.

E então trocaram, a empregadinha ficou de quatro e começou a apalpar os volumosos seios de Cristina, e Cristina, sentadinha começou a mexer no cabelo, de forma sedutora e olhando para mim. Gemia de prazer e mordia os lábios. A empregadinha se levantou e deu um beijo molhado em Cristina, e logo voltou para os seios. Massageava um e chupava o outro, com vontade, movimento os seios todos de Cristina.
Começou a chupar os seus seios com vontade, indo com a cabeça para cima e para baixo. Ambas olhavam para mim, e para o meu cacete logo em seguida. Duro.

Eu ficava balançando ele para cima e para baixo. Cristina se ajoelhou na cama e começou a chupar os seios da empregadinha mais uma vez. Dando chupões que estalavam um barulho gostoso. E então foi descendo. Começou tirando o avental da empregadinha e puxou a sua calcinha com delicadeza.
_Isso, continua.
Eu esbocei bem devagarinho.

Podia ver a bucetinha desflorada da empregadinha quando Cristina deixou sua calcinha de lado e caiu de boca.

Começou lambendo bem devagar a bucetinha já molhada da empregadinha, que gemia fazendo biquinho com a boca. Seios empinadinhos e biquinhos duros. Cristina ia lambendo, lambendo e então alisava-los com vontade com os quatro dedos para cá e para lá e depois caia de boca mais uma vez. A empregadinha começou a ficar insana e a rebolar diante da boca da fogosa rabuda. Cristina não parou, continuou chupando gostosos aquele grelo escuro da empregadinha, e a safadinha só gemendo ainda mais alto. 

Cristina mergulhou uma chupada gostosa no clitóris da pequena, que ela soltou gritos de prazer que fizeram meu pau saltar, pulsante.

Foi a vez de Cristina abrir as pernas e se deitar do meu lado. Agarrou o meu pau e começou a me masturbar. Com as pernas bem abertas, a empregadinha caiu de boca. Chupando, sugando o grelo de Cristina e lambendo os lábios e o clitoris, de cima para baixo. Ia lambendo como um cachorrinho lambe a água, e ia olhando para Cristina, e Cristina me olhando. Comecei a beijar Cristina e abafei seus gemidos, e a sua mão começou a me masturbar com mais vontade.



Era a minha vê de agir. Me levantei, fiquei em pé na cama e pedi para que ambas me chupassem. Enquanto estava de pé, ambas ficaram de joelhos diante do meu cacete, me chupando. Cristina foi chupando minhas bolas, e a empregadinha mergulhou a boca no meu cacete. Comecei a meter em sua boca, e Cristina começou a beijar a região mais próxima do meu anus. Pedi para ambas colocar a boca no meu pau, e comecei a foder a boca das duas com o cacete latejando.


Desci da cama, peguei a pomada e falei para as duas ficarem de pernas abertas na cama. Foi uma cena maravilhosa, admito. Passei o dedo na pomada e lasquei no clitóris de Cristina, outra dedada na pomada e lasquei na buceta toda da empregadinha, e fui logo caindo de boca em seus seios.














Cristina foi a primeira a falar que a pomada estava fazendo efeito, dizendo que estava queimando seus labios. Logo em seguida a empregadinha disse o mesmo. Falei para ambas tesourarem. E então foram. De pernas abertas, uma buceta de encontro na outra. Cristina estava vermelha de prazer, dizia que seu corpo todo estava queimando. Quando começaram a tesourar a xoxota uma na outra, passaram de vermelhas para roxas e suadas. Conseguia ouvir o som das duas bucetas molhadas se encontrando. A empregadinha estava ficando rouca de tanto que gemia. E eu ali, em pé vendo aquela cena das duas aranhas se encontrando. Cristina agarrou meu pau e começou a me masturbar com vontade, com vontade, e então se inclinou, o corpo todo para abocanhar meu cacete.

Começou a me chupar com vontade, e com duas gargantas profundas até lamber minhas bolas, acabei pedindo para gozar. Tirei o pau de sua boca e gozei na sua cara. No seu cabeço e nos seus cílios.

A Empregadinha já foi toda espertinha se sentando na cama, achando que a foda tinha acabado. Mas eu fui logo puxando ela pelo braço:
_Aqui só acaba quando amanhece mocinha.
Ela tentou brigar, disse: "mas, mas, mas". E então foi Cristina que beijou a boca da menina e explicou para ela que, o que acontecia naquele quarto comigo, ficaria somente comigo.
_A foda com Edgar não é por gozada, é até quando ele durar.
Cristina se deitou na cabeceira e abriu bem as pernas, abriu também os lábios da buceta e terminou:
_Dinheiro ele tem, deita, abre as pernas e deixa rolar.

A empregadinha pareceu mais animada. Disse que a pomada também estava queimando sua buceta, e podia ver mesmo a sua bucetona de cor escura molhada, pingando libido. Mandei ela se deitar em cima de Cristina, de quatro para mim, e ela obedeceu sem questionar. Coloquei uma camisinha, masturbei meu cacete pra ele ficar duro de novo e mandei ver dentro da buceta escura da empregadinha. Meti muito fundo até ela gemer alto. Com as minhas mãos eu abria bem a sua bunda e admirava seu cuzinho. Olhava para Cristina e ela estava beijando a boca da Empregadinha, só para me deixar ainda mais excitado. Quando largava a boca da empregadinha, era possível ouvir os gemidos da putinha. Bucetinha molhada, meu cacete entrava e saia com muita facilidade, e eu podia bombar nela sem dó, que ela gemia mais.

E então, no momento que parei de foder, pude perceber que, enquanto a empregadinha beijava Cristina e chupava seus seios, ela também rebolava no meu cacete de forma graciosa. Percebendo que ela poderia fazer o serviço todo sozinha, comecei a passar o dedo indicador na borda de seu cuzinho. Um segundo cu naquela noite ia ser uma maravilha. Quando comecei a deixar o cuzinho dela bem molhado com minha saliva, ela olhou para tras com sorriso no rosto e cara de vadia:
_Anal não faço.


Mesmo com esta alerta, continuei alisando seu cuzinho com o dedo. Ela riu de novo, não parou de rebolar no meu pau enquanto eu alisava aquele cuzinho escuro, e então comecei a penetrar a ponta do meu dedo. Ela estremeceu. Cristina falou no seu ouvido que ia valer a pena, e então a Empregadinha não olhou mais para trás.


Cristina piscou para mim, e eu comecei a penetrar o meu dedo indicador dentro do cuzinho da empregadinha. A menina estremeceu o corpo todo. Cristina, com a buceta vermelha e cansada de tanto foder, passou a me auxiliar naquela foda com a empregadinha. Segurou bem a bunda da parceira e abriu bem o seu cuzinho pra eu poder entrar. Chupei meu dedo, lambucei de saliva e enfiei de novo no cuzinho da menina, e então ela parou de rebolar. Foi a conta para eu tirar meu cacete de sua buceta e começar a penetrar no seu cuzinho. Muito apertado.
Percebi logo de cara que a Empregadinha era virgem do anus, e eu estava descabaçando aquele cuzinho apertado. Estocava meu pau com muita dificuldade, e Cristina abraçava forte a garota, que gemia abafado, disfarçado, escondendo e engolindo o choro. Sentia seu cu apertado contra a minha rola, e ao ouvir aqueles chorinhos abafado, meu pau só latejava ainda mais.

Estocada lenta, estocada lenta, estocada lenta e eu já estava com metade do meu cacete dentro de seu cu. Não parei de penetrar meus dedos na sua buceta, e logo ia sentindo o seu cu dar uma relaxada. Comecei a enfiar mais na sua bunda, estocada de leve, lenta e ia mais fundo. Fui ganhando velocidade.

Cristina passou a masturbar a empregadinha e eu fiquei livre para tomar conta de seu cu, apenas. Abri bem a bunda da menina na minha frente, e comecei a estocar. Meu pau, no lugar mais divino da terra.
Gozei com bombadas rápidas e curtas no cuzinho da Empregada.

A menina escondeu a lagrima que saiu do canto dos olhos. Se deitou de um lado e Cristina abriu espaço para eu me deitar entre as duas. Rimos. A menina reclamou da dor na bunda, e que aquilo ia custar bastante. Eu só pedi para que as duas enfiassem seus seios no meio do meu rosto. Me fizeram uma bela massagem de seios. Quatro seios na minha face, sendo esfregados em  mim.

Naquela noite, sai do Bordel, deixando meu salário inteiro na comanda VIP.

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terça-feira, 17 de junho de 2014

sábado, 7 de junho de 2014

Foda Delirante (Webcam)

E eis que surge a idéia de "Tentar Anal", e a Fêmea faz bonito dando suas reboladinhas diante da Web, pra caber direitinho o cacetão do namorado.