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sexta-feira, 7 de março de 2014

Histórias do Colegial: Fabiana bunduda

Olá meus queridos e queridas leitores e leitoras. Hoje volto a contar minhas histórias de quando era apenas um garoto do colegial, e sobre as minhas aventuras sexuais de um jovem adolescente com o saco cheio de goza para aliviar (literalmente). 

***

Me lembro claramente de quando tinha meus 16 anos, e peguei pela primeira vez o carro emprestado do meu pai. Foi em um dia em que ele e minha mãe viajaram para uma cidade no interior de São Paulo, e foram de carona com uns amigos da Igreja. Eu logo me aproveitei para me divertir com o carro, peguei a chave que sempre ficava no mesmo lugar do chaveiro e fui dar um rolê. Mesmo menor de idade, sempre soube dirigir o carro do meu pai, ele me ensinou desde que eu tinha meus 13 anos de idade, sempre fui util sabendo dirigir.

Naquela época, já havia terminado com a Angela algumas semanas atrás (como descrito neste conto), e o término do meu namoro com Angela foi bom para a minha fama na escola. Apesar de terem me zoado, dizendo que eu era corno, por ela sempre ter chupado outros caras mesmo estando namorando comigo, quando terminamos, ela deve ter contado para algumas amigas sobre as travessuras que fiz com ela naquela tarde ensolarada em que enfiei um pepino dentro dela. Algumas garoas passaram a me encarar de outro modo, algumas, mais vagabundinhas, passaram a me dar sorrisos e ajeitar o cabelo quando eu as encarava. Para mim isso ia ser ótimo. 

Alguns dias antes de sair com o carro do meu pai, no sabado a noite, eu acabei fazendo amizade com Fabiana, uma menina muito bunduda, no qual todos amavam na escola. Ela tinha fama de ter um beijo delicioso, e aquele cara que ficava com ela atrás da escola sempre era o felizardo do mês. Ela era o tipo de garota que nunca namorava ninguém, mas adorava ficar com vários caras, bastava ter "pegada", ela dizia. 
E com as histórias que rolavam na escola sobre mim, e sobre as minhas "pegadas" em Angela, eu não precisava provar mais nada.

Ela sorriu para mim durante uma manhã toda. No meio da aula de matemática, fingi ir tirar dúvidas com ela sobre uma questão, e percebi que suas amigas da rodinha já se esquivaram e ficaram longe, justamente para eu conversar a sós com ela. 


Conversa vai, conversa vem, não demorou muito para ela me dizer que eu parecia ser um cara legal, e que devíamos conversar mais. Eu, como não sou bobo, já fui logo dizendo para ela que tínhamos mesmo que conversar mais, porque além de "legal",eu também era um cara que ela iria curtir. Próximo ao horário de ir embora, eu fiquei do lado dela, e fomos indo lá para o fundo da escola, sem falar nada um com o outro, simplesmente fomos.

Eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser em desejar
ela de quatro, com meu pau mirando sua buceta. 
Encostei ela no muro lá no fundo e comecei a beija-la. Ela realmente beijava muito bem. E como era deliciosa aquela menina. Segurava a sua cintura, e ela se entregava em meus braços, gostava de inclinar o corpo para perto do meu. Eu estava pouco me lixando se ela ia gostar ou não, mas fiz questão de abraça-la pra ela sentir o meu pau teso. Ela riu, comentou no meu ouvido: "Estou sentindo a sua animação aí embaixo".

E eu respondi ironicamente depois de mais um beijo gostoso: "Ele quer te conhecer melhor".


Fui descendo a minha mão e cheguei em sua bunda. Que bunda. Fabiana tinha uma bunda enorme, era muito gostosa, e todos sabiam disso, inclusive ela.
Eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser em desejar ela de quatro, com meu pau mirando sua buceta. 
Segurou minhas mãos e sorriu para mim. As colocou na sua cintura novamente, então, fui subindo minhas mãos até os seus seios enquanto nos beijávamos, e ela deixou. Comecei a apalpar seu seio direito enquanto nos beijávamos, e com a mão esquerda eu fui descendo, até chegar em sua bunda de novo. 

Fiquei apalpando sua bunda com uma mão e seu seio com a outra, e desta vez ela deixou. Fomos nos beijando, ela passou as mãos para a minha cintura e foi me envolvendo em um abraço. Ela ainda conseguia sentir o meu pau teso por debaixo da minha causa. 


Começou a ficar mais solta, e disse que estava morrendo de calor. Comentei que também estava com calor. Foi aí então que ganhei seu carinho. Ela se abaixou, ficou de joelhos. Olhamos ao redor e não víamos ninguém. Ela tirou o meu cacete para fora e começou a me chupar. 


Foi uma chupada daquelas, não avisei que gozaria, fui só gozando em sua goela, e ela sem reclamar engoliu tudo. Guardei meu cacete, ela se levantou e fomos para casa.

Naquela semana fomos nos encontrar lá no fundo da escola mais duas vezes, e em todos os encontros eu agarrava seus seios, agarrava sua bunda, a beijava com vontade, e ela me chupava. Nas outras duas vezes ela acabou guspindo a minha porra no chão, mas foda-se, o importante ela gozar na boca daquela gostosa. 
Na sexta feira, quando estava guardando meu cacete e fechando o ziper, eu comentei com ela que tínhamos que nos encontrar no final de semana também. Comentei com ela que ficava livre todos os dias em casa durante a tarde, mas ela havia me dito que só tinha os finais de semana livres. 

Sabado de noite, meus pais viajaram, e como já citei lá em cima, peguei o carro do meu pai. Tirei ele da garagem e fui logo para casa de Fabiana, bunduda. Estacionei do outro lado da rua e deu uma buzinadinha. A casa dela era toda fechada, um sobrado, e o quarto dela ficava de frente para a rua. Ela pos a cabeça para fora da janela e me viu. Fez sinal de silencio com o dedo e apagou a luz do seu quarto. Eu resolvi esperar ela ali dentro do carro mesmo. Não sai de lá. 
Demorou mais ou menos uns 25 minutos e ela estava saindo de sua casa pelo portão de frente, com um shortinho muito curto, e uma camisa muito pequena e manchada, devia ser seu pijama. Ela correu para o carro, entrou e deitou no banco do passageiro, disse que nenhum vizinho a podia ver ali daquele jeito, muito menos dentro do carro de alguém e a noite. Então, liguei o carro e saimos dali. 
Ela estava muito excitante. Enquanto eu dirigia, ela foi me contando como conseguiu fugir, precisou fazer um chá para sua mãe e depois fingir que ia dormir, deixou tudo apagado para seus pais também irem para o quarto dormir, e então, fugiu.

A levei para um campinho de futebol perto da escola. Ali era um lugar escuro e muito abandonado. Não havia ninguém lá, e seria ali mesmo que eu a ia comer. Comecei a beija-la, ela toda despreocupada com tudo. Passei as mãos em suas pernas nuas pelo shortinho curtinho, comecei a aproximar meus dedos até a sua virilha, e ela foi delirando. Senti seus seios, e os bicos estavam durinhos. Ela estava sem sutiã. Me aproximei do seu pescoço e comecei a beija-la. Ela foi delirando. Com a mão esquerda fui apalpando seu seios sem o sutiã, ela começou a gemer ainda mais. Com a mão direita cheguei ate a sua virilha, comecei a sentir o calor do seu corpo, meu dedo indicador e o do meio já sentia os pelos de sua bucetinha. Pedi para ela ir para o banco de trás, foi sem excitar. 

No banco de trás, já fui tirando a minha calça, e ela lançou seu shortinho para o banco da frente. Vi aquela buceta jovem, e gostosa, com bastante pêlos de uma menina que ainda não tem uma vida sexual ativa. Pele branquinha, cheiro de buceta ficou no carro todo.


Coloquei a camisinha no cacete e fui me aproximando em cima dela, no papai e mamãe. Ela parecia ter pratica, colocou uma perna em cima do banco de trás, e a outra em cima do banco da frente, ficou bem aberta para eu poder penetrar. Comecei a enfiar meu cacete e ela foi gemendo ainda mais alto. Que delicia era penetrar aquela menina. E aquele rabo gostoso. Eu queria era fode-la olhando para aquele rabo, mas estava aproveitando seus seios. Beijava-os a todo tempo, ia para seu pescoço dar mordiscadas, e a deixei com uns 3 chupões. 




O carro estava quente, ambos estávamos suados. Eu ia enfiando meu pau dentro dela, e ela se masturbando. O barulhinho de seus pêlos sendo tocados era uma loucura, mais loucura ainda era aqueles seios juntos dos pêlos do meu pau, aquelas cócegas só aumentava a nossa excitação. Gozei, delirando, revirando os olhos. Continuei chupando seus seios enquanto tirava a camisinha, e ela só gemendo ainda, deliciada com a foda.



Meu pau não chegou nem a amolecer, fui masturbando e a cabeça do meu pau estava pronta para continuar. Puxei outra camisinha e ela começou a ficar vermelha de prazer. Esfreguei meu cacete em sua buceta molhada, e ela foi delirando, se contorcendo ali no banco de trás do carro.


Falei para ela ficar de quatro, e ficou sem hesitar novamente. Agora eu tinha aquela bunda enorme na minha frente. Era uma delicia apalpar aquela bunda. Fui penetrando o meu cacete em sua xoxota molhada e vermelha. A visão que eu tinha do cu de Fabiana me deixou ainda mais pirado. Eu comecei a meter ainda mais forte naquela bucetona. Ela colocou as mãos no vidro do carro e seus gemidos foram aumentando. 




Ela olhou para mim com a boca aberta, e olhos lacrimejados. Estava vermelha de prazer e toda suada de calor. Ela foi masturbando a sua buceta enquanto eu entrava e saia dela, até que disse que estava quase lá. Bombei mais forte, lembrando dos tempos que fodia Angela em casa, naquelas tardes quentes. Enfiei meu pau todo dentro daquela bucetona, agarrando aquele rabo gostoso, apertando com todos os meus dedos, e gozei, dentro daquela xana gostosa. Com a camisinha, claro. 


Tirei meu cacete e ela sentou-se no banco de trás do meu lado. Me sentei do lado dela e ela me olhou com o rosto cansado. Satisfeita. 

Tirei a camisinha do meu pau, estava todo molhado e cheio de porra. E Fabiana caiu de boca em mim.



6 comentários:

  1. Pode não gostar do meu cometário....
    mas gostei da história....
    ;)
    Mineirinha

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    1. Como não gostar do comentário??? Amo teus comentários linda!!!

      Beijaços Mineirinha! ;*

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  2. Lembrei da minha última vez...fui bem preliminada e o pau entrou fácil, facil...

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    1. Que bom!
      Faz uma grande diferença ne

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  3. Cara seu conto e bom!... Eduh

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  4. Muito obrigado Eduh, volte sempre.

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