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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

As travessuras e os encontros com a Prima Helena (Parte 2)

Olá queridos leitores, antes que eu esqueça: FELIZ ANO NOVO a todos! Eu andei meio desaparecido, mas, cá estou eu, cheguei a tempo para desejar para os meus queridos leitores um lindo ano para que comecemos bem! 
Por ora, vamos continuar com os contos eróticos em que falo sobre o Incesto que cometo com minha prima Helena, sempre.

***

Para quem já leu o ultimo conto "AS TRAVESSURAS E OS ENCONTROS COM A PRIMA HELENA", sabe o porque vou começar falando sobre uma certa festa de casamento.

Eu e Helena nos olhamos a noite toda, desde o momento a igreja, onde meus tios estavam se casando, até o momento em que fomos para a festa. Ao chegarmos na festa, vimos uma piscina, algumas salas cheias de frutas, muitos docinhos e claro, um largo espaço para todos festejarem.
Mas não era nada daquilo que eu e Helena queríamos. Queríamos ficar excitados, gozar, nos beijar.

Corremos para a piscina claro, e lá, ficamos "fingindo" que estávamos contando o tempo pra ver quem ficava mais tempo dentro da água prendendo a respiração, mas é claro, que ficamos era nos apalpando debaixo d'água.

O casamento fora em outro Estado, portanto, tivemos que dormir num Hotel, e mais uma vez que, eu e Helena, decidimos que podíamos dormir na sala, porque queríamos ver TV até tarde. Ninguém nunca desconfiou de nada do que falávamos, afinal, estávamos juntos desde criança. Para todos, era apenas puramente amizade de dois primos.

Ficamos vendo MTV até de madrugada, quando todos foram dormir. Eu e Helena debaixo da coberta. Ela tocou meu pau, já duro, claro. E eu toquei a sua buceta. Comecei a masturba-la e ela só gemendo bem próximo do meu ouvido. Ela estava com o corpo encostado em mim, e começamos a nos beijar. Comecei a passar a mão pela sua barriguinha e ela continuou me beijando.

Estávamos ficando com calor.


Eu tinha 16 anos, e ela 15, é claro que dois adolescentes bastante intimos só poderiam acabar nisso.
Levantei a blusa dela com tudo, ela até se assustou. Mas comecei a apertar os seios dela, deixando os bicos de seus seios bem durinhos, e ela me permitiu continuar.


Fiquei ali, apalpando os seios seios, e ela foi bem devagarinho se sentando no meu pau, sentindo ele inteiro, duro, querendo fode-la. Mas, não foi
daquela fez. Ela se levantou, tirou a calça e se deitou de frente para mim, só de calcinha. Eu tirei meu pau para fora, ia começar a esfregar meu pau na sua buceta, mesmo com ela usando a calcinha, mas ela, gemendo, agarrou meu pau e começou a me masturbar.

Cheguei a chupar os seus seios. Ela gemia muito baixinho, para ninguém desconfiar das nossas travessuras. E eu acabei gozando, em cima da calcinha dela.

***

Depois daquilo, claro, passei a frequentar mais a casa de Helena, no pretexto de ajuda-la no inglês. Sempre fui bem em inglês, e era a unica coisa que podia usar para chegar até ela.

Minha tia saiu pra fazer compra e nós já saímos da sala, jogando os livros longe, e fomos para o quarto dela, trocando beijos, abraços e tapinhas na bunda. Estava esquentando, estávamos quentes. Ela ja foi tirando a roupa quando entrou no quarto, e eu jogando minha calça longe. Ela se deitou e abriu as pernas, e eu fui logo esfregando meu pau na sua buceta. Por cima da calcinha. Ia cutucando ela cada vez mais forte, e ela só gemendo, rindo, vermelha de vergonha, safadeza e calor.


Gozei em sua calcinha.

Aquilo para nós dois já era nosso fetiche. Não podíamos nos ver mais sem que aquilo acontecesse. Fui beijando-a mais e mais, e colocando a calcinha dela de lado, cada vez mais. Ela cedeu e eu fui me direcionando para o vão das pernas dela.

Infelizmente meu pau não levantava. Havia acabado de gozar. Mas a fiz feliz com a minha boca, e com a minha lingua.

Lambendo cada pedacinho daquela buceta molhada, fechadinha, cheirando a bacalhau. Nada me impedia de chupa-la feito um louco.


Quando ela já não aguentava mais as minhas chupadas, ela pediu pra eu parar. Sua buceta estava inchada e muito vermelha. Meu pau já tinha voltado ao normal, duro como rocha. Fiquei em pé em frente a cama, e ela, deitou de bruços e começou a engolir meu pau.

Pela primeira vez ela caiu de boca em mim, de um jeito tão gostoso, tão delicioso, que me fez gozar dentro da boca dela, diretamente na goela. Vi ela correr para o banheiro, enquanto eu delirava caindo na cama.

***

Passei a frequentar muito a casa de Helena, pelo menos uma vez na semana eu tinha que ir lá visita-la, e tinha que gozar em cima de sua calcinha. Era a nossa diversão. As vezes, quando tínhamos mais tempo, ela me chupava. Eu chupava ela. Ela passou a me dar umas dicas e eu a dar dicas a ela.

Certa vez minha tia precisou viajar, e a minha prima disse que não queria ir, pediu para eu ficar na casa com ela, eu topei claro, e minha tia, na inocência, disse que tudo bem, que poderíamos ficar.

Helena estava fogosa, pediu para eu ir tomar banho com ela, e claro, eu fui.
Entrei no banho com o pau duro, ela, nua, só para mim. Ligamos o chuveiro e ficamos nos beijando. Ela sentia meu pau duro contra o corpo dela quando a abracei. Pedi para comer ela, mas ela não deixou. Pediu para eu ficar de costas para ela.

A principio não entendi o porque, mas, assim que fiquei, senti suas mãos segurando meu pau. Ela ficou me abraçando por trás, sentia seus seios contra minhas costas, e as suas mãos me masturbando, de um jeito carinhoso.


Até gozar na parede do banheiro.

Como se não bastasse, saímos do banho e ficamos só de roupão pela casa. Ficamos conversando na sala e depois fomos para a cozinha preparar uma pizza.
Só falávamos de bobeiras, de sexo, e de curiosidades que tínhamos, inclusive, da curiosidade do quão perigoso era o espermatozoide na buceta de uma mulher.

Me lembro como se fosse ontem da coisa mais bizarra que e e Helena fizemos naquele dia. Ela se aproximou de mim, que estava só de cueca e roupão de banho, e tirou meu pau para fora. Só com o toque dela, meu pau já ficou duro. Ela abaixou um pouco a calcinha e começou a me masturbar, quase tocando a cabeça do meu pau na sua buceta. As vezes encostando ele no seu clitoris, mas sem parar de me masturbar. Fiquei ali, paralisado com aquele calor da buceta dela, um gosto bom de ter a buceta de uma garota encostando na cabeça do pau.

De repente, ela pressionou a cabeça do meu pau no seu clitóris e gemeu. Com o gemido, veio a minha goza. Gozei tudo que tinha que gozar na calcinha dela. Não parava de gozar e ela também não parava de me masturbar, rindo da quantidade, e vermelha de vergonha.

Depois, simplesmente levantou a camisinha, e disse:

_Sua goza é quente Edgar, é gostoso demais ela na minha buceta. 

Eu delirei. Não tínhamos noção do perigo que isso podia nos causar. Ela não teve nenhum filho meu, mas foi muito excitante.

Assim foi a minha juventude com a minha Prima Helena.

Depois que comecei a fazer dezenas de cursos pra poder fazer meu intercambio, começamos a nos ver menos. Mas sempre tínhamos um tempinho.
Não passou nem 4 meses e ela arrumou um namorado, e esse foi o fim dos nossos encontros travessos.

não esqueçam

4 comentários:

  1. Feliz ano novo, ! Que 2014 seja recheado de gostosuras <3

    Beijos!

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    Respostas
    1. Opa, para ti também Janaína!

      Cheio de gostosuras para nós da putosfera!

      beijões! ;*

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  2. Sempre uso camisinha, quando saio com algum cara. Mas gosto de sentir o quentinho da porra dele na minha barriga.

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  3. Hmm, e eu adoro de gozar na barriga. Depois gosto de esfregar a cabeça do pau na barriga toda, pra lambuzar mesmo. Minha tara.

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