Melhor Sex Shop virtual!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Saindo com casal: Marcelo e Marcela #2


Boa noite queridos leitores.
Só tenho a agradecer todos voces pelo apoio, pelos emails e PRINCIPALMENTE pelos comentários no ultimo conto "SAINDO COM CASAL: MARCELO E MARCELA". Tais comentários me deixaram tao animados que pretendo voltar ao blog com mais contos e indo postando com mais frequência. 
Quero apenas que saibam que meus dias estão muito corridos, e é só por este motivo que venho aqui com pouca frequencia, mas, como já disse no IMAGEM DA SEMANA #12, as coisas estão para mudar! :)


Ok, como prometido, vou continuar contando sobre as minhas aventuras, dessa vez, o meu segundo encontro com Marcelo e Marcela.


---

Ficaria em Porto Alegre mais 3 dias. No meu penúltimo dia, sai com alguns amigos que fiz. Fomos na redenção, nos divertimos, tomamos um chocolate a beira do Guaíba. Foi quando o telefone tocou: Marcela.

Atendi correndo, e ela parecia estar animada:
_Edgar? Oi, ficamos de nos ver né?
_Sim, vou ir embora amanha, podemos nos ver hoje?
_Claro. Vou te passar o endereço de casa. Vem la pelas 21:00. Vamos deixar o portão aberto, a porta aberta, é só você entrar, ok?
_Ok.

Não entendi muito bem o que ela queria com aquilo. Deixar o portão, a porta toda aberta só para eu chegar. Ela me enviou o endereço da casa dela. As 19:00 fui para o hotel. Acertei a conta com a secretaria linda da recepção. As 20:00 estava de banho tomado e roupa vestida. Havia comprado camisinhas dessa vez.
As 20:30 já estava no taxi, indo para a casa de Marcelo e Marcela.

Cheguei no local as 21:05. Um pouco atrasado. Sai do taxi e fui para o local. Uma imensa casa, linda. Muros altos, portão de madeira envernizada. Empurrei o portão e ele realmente estava aberto. O fechei quando passei. Fui caminhando pelo jardim, muito bem feito, cheio de gnomos e grama cortada. Passei pela porta da casa, também estava aberta como o previsto. Uma mansão muito bem iluminada. Fotos do casal e da família logo na entrada da sala.
Fechei a porta e vi um bilhete escrito a mão, provavelmente letras da Marcela:

"Suba as escadas, segunda porta a direita!".

Subi as escadas, a segunda porta a direita deveria ser o quarto do casal.
E acertei de primeira. A porta estava aberta e Marcela estava gemendo. O barulho da cama se movendo fez meu pau acordar. Fiquei em alerta, eles estavam trepando. De repente, ouvi os gemidos de Marcelo, gemidos loucos de prazer.

Quando cheguei até a porta, presenciei algo que pensei que nunca veria.

Não era Marcelo cavalgando na Marcela, e sim o contrario. A esposa estava metendo ver no cu do marido, usando um pinto de borracha preso no seu strap on.


Marcelo estava deitado de barriga para baixo, e Marcela cavalgando em cima de suas pernas, penetrando um pau de borracha preto em seu cu peludo de homem.

Ela olhou para mim e não parou. Marcelo também me viu parado a porta e continuou gemendo. Assim como Marcela continuou cavalgando, gemendo e suspirando.
Ela estava suando de cansada.

_Tira a roupa Edgar, a gente ja vai começar.

Aquela frase me deixou um pouco frustrado. Não sabia se "começar" dela queria dizer que eu a foderia, ou se ela iria me foder. Comecei a tirar a roupa, vi que ela não parava de olhar para mim. Marcelo escondia o rosto no travesseiro a sua frente. Mas marcela continuava la, cavalgando em seu cu, agora laceado.


De repente, ela parou. Eu já estava nu. Ela se levantou, se ajoelhou na minha frente e começou a chupar o meu pau. Marcelo se levantou da cama e foi para o banheiro, talvez se lavar.

Ela ali no chão chupando meu pau, delirava, seus olhos se fechava, como se estivesse mesmo aproveitando cada segundo daquele sexo oral.

Eu estava delirando também com a sua boca no meu pau. Eu a avisei que desse jeito eu iria gozar. Ela sorriu, se levantou e ficou de quatro, empinando a bunda para mim. Ela não tirou o Strap on, queria que eu metesse com ele ali mesmo.

Apanhei uma camisinha no bolso da minha calça, coloquei e então botei o strap on dela de ladinho. Sua buceta estava molhada. O cheiro de sexo no quarto todo, o cheiro de suor de Marcela impregnado na cama. Mergulhei em sua buceta, comecei a meter loucamente. Ela gemia muito alto. Parecia estar mais a vontade na casa dela do que quando estávamos no motel a alguns dias atras.


Parei de meter por um segundo para controlar o meu pau e penetrar mais fundo, mas ela me dava bundadas, sem tirar meu pau de dentro de sua bucetona larga. Marcelo saiu do banheiro, de pau duro na mão. Ele estava se masturbando, veio para o meu lado, me cumprimentou botando a mão no meu ombro. Eu sem parar de meter em Marcelo o cumprimentei com a mão. Marcela sem falar nada, abocanhou o pau de Marcelo e começou a engolir. Chupando num vai e vem gostoso e selvagem.

Ela tirou o pau dele da boca e gritou para mim:
_MAIS FORTE EDGAR. MAIS FORTE.


Comecei a bombar com mais força. Segurei o quadril dela e comecei a meter mais e mais. Ela vinha me dando umas bundadas e eu segurando. De repente minha camisinha estourou. Quando dei uma de parar ela gritou:


_NÃO PARA, CONTINUA PORRA.

E continuou chupando o cacete de Marcelo. Não ia parar a foda ali para trocar a camisinha. Continuei bombando nela, minha camisinha fazendo o barulho de "VLAP-VLUP", e eu não parava. Ela delirando tirou o pau da boca e começou a chupar as bolas de Marcelo. Ele jogou a cabeça para o alto e começou a virar os olhos. Ele se deitou na cama e levantou as pernas, pude ver Marcela enfiar a língua no cu do marido. Eu continuava metendo, sem parar na buceta dela, as pontadas de uma gozada se aproximavam. Eu tirei meu pau e não segurei, jorrei a porra nas costas dela.

Ela olhou para mim decepcionada.
_Coloca o anel Edgar, pega ali na gaveta.

Peguei outra camisinha, continuei masturbando o meu pau para manter ele duro. Coloquei o anel peniano, apertando meu pau. Quando voltei para cama, Marcela estava enrabando Marcelo novamente. Ele estava de quatro na cama e ela comendo seu cu com o strap on. Ela olhou para mim e mandou eu comer seu cu.

Não pensei duas vezes.

Fui para trás dela, e ela me jogou um lubrificante em tubo. Passei no meu pau, passei no cu dela todo, e penetrei. Que delírio, que fascínio. Toda vez que ela bombava no cu do marido, ele gemia, ela gritava de prazer e eu sentia o seu cu apertar meu pau. E então, eu gemia.



Estávamos numa sincronia gostosa e harmoniosa. Marcelo parecia que nao ia aguentar, fazia caretas e seu rosto estava vermelho aguentando o borrachudo no cu. Marcela estava adorando, rindo a toa e gargalhando com a cabeça alta.

Eu comecei a beijar as suas costas, ela arrepiava. Continuava bombando no cu do maridão. De repente ele pediu para parar. Ela deixou ele sair de baixo dela, eu continuei em seu cu.

Marcelo veio atras de mim, fiquei com um medo terrível de que ele comeria minha bunda, mas na verdade, ele estava ali para chupar a buceta de Marcela. Ficou embaixo de nós.

De bônus  ele ainda massageava as minhas bolas, no vai e vem. Marcela começou a gemer ainda mais. Parecia uma puta cabrita gritando. Seu corpo todo arrepiado e seu cu muito apertado.



Seus gemidos começaram a ficar mais agudos, até que saltou do meu pau. Ficou deitada de barriga para baixo no colchão, com o cu abrindo e fechando, toda gozada.

Marcelo riu para mim:

_Acabamos com a vagabunda.

Olhei para meu pau, ainda faltava muito para eu gozar, afinal, com aquele anel peniano, nao conseguiria gozar tão cedo.

_Vamos continuar Marcelo, aqui ainda ta cheio.
Ele olhou para mim e começou a gargalhar.
_Vamo fodê ela amigão.

Ele se jogou para cima dela e tirou o strap on dela. Ela começou a rir, mas não se levantou. Apenas ficou de quatro na cama, com a cabeça ainda encostada no travesseiro. Abriu o rabo para que a gente entrasse.
Eu, ainda atras dela, comecei a enfiar na sua buceta, Marcelo ficou em cima dela, com a bunda na minha frente e enterrou o pau no cuzão de Marcela.


Ela começou a gritar com a dupla penetração. Eu e Marcelo entramos em uma sincronia adorável  assim como nós já tínhamos feito no motel antes. Marcela parecia estar sendo derrotada. Parecia que estávamos derrotando um dragão, ou um monstro que só é derrotado quando recebe estocadas na buceta e no cu ao mesmo tempo.




Ela começou a gozar no meu pau, enfiar e tirar de sua buceta estava muito fácil  muito leve e rápido. Eu conseguia meter mais rápido  Comecei a ficar com calor e comecei a meter ainda mais, sem parar, feito um coelho louco. Marcelo também não parava, do cu de Marcela começou a escorrer suor e gozo. Ele começou descadeirar a esposa.


De repente, quando pude olhar para ela, vi ela mordendo o travesseiro com muita força. Seu rosto vermelho de desesperado, muito prazer. Suas pernas começaram a tremer, mas nós dois estávamos punindo a vagabunda com estocadas cada vez mais fundas.

Até que ela berrou. E começou a gritar.

Gemidos fortes, grossos que ficavam agudos. Marcelo tirou o pau e gozou nas costas dela. Eu tirei meu pau de sua buceta e fui logo arrancando o anel peniano. Marcela saltou até o meu pau e começou a me fazer uma puta espanhola:
_Voce quer gozar? Voce quer gozar?

Acabei gozando no meio dos seus peitos, um jorro de porra que voou no seu queixo e na sua boca.
Marcelo foi logo beijando a mulher e lambendo a minha porra no seu queixo.

Eu estava acabado, derrotado e destruído  Marcelo se sentou na cama com o pau murcho, acabado e suado. Assim como Marcela, ficou ali deitada depois dos beijos do marido. Depois de alguns minutos sem ninguem falar nada, ela quebrou o silencio:

_Vamos comer algo? Quero repetir a dose depois do jantar.

Eu ri, e Marcelo também parecia estar feliz.

Fomos para a cozinha. Marcelo foi pelado, e eu me senti a vontade de ir pelado também  Marcela só vestiu uma calcinha fio dental e descemos. Jantamos um espaghetti delicioso com almondegas, e antes que eu pudesse terminar, Marcela ja estava se enfiando debaixo da mesa para chupar o meu pau.
Olhei para o lado e enquanto ela me chupada, ela batia uma punheta para seu marido, que ja estava com o pau duro.


Terminamos e deixamos os pratos ali mesmo, fomos para a sala, Marcela abriu as pernas para mim entrar na sua buceta de novo. Sua buceta estava molhada e larga. Com as pernas levantadas, eu fodi ela no sofá. Marcelo subiu em cima dela, na minha frente, novamente com a bunda para mim, e colocou o pau na boca de sua mulher. Ela ia abocanhando-o enquanto eu metia em sua esposa. Ela estava deliciada. Gozou rapido, e eu gozei logo em seguida. Quando desmontei da vadia, Marcelo gozou na boca de sua esposa gostosa.


Estava pronto para voltar para São Paulo.
No dia seguinte tentei contato com Rafaela e não consegui, infelizmente, mas estava feliz com as minhas aventuras sexuais com o casal mais fogoso que já conheci.


--- Aqui encerro as minhas aventuras em Porto Alegre, para quem chegou agora, segue os links: 

2 comentários:

  1. Você nunca foi rejeitado? Cê deve ser a cara do Allain Delon!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que isso, claro que ja fui rejeitado! Sempre sou. Longe de mim ser um gato nunca rejeitado.

      Excluir