Melhor Sex Shop virtual!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Beatriz, vestido vermelho (Parte 2)


Olá caros leitores do meu cantinho quente, tudo otimo? 
Hoje vou contar para vocês a segunda parte do conto "BEATRIZ, VESTIDO VERMELHO". Para quem nao leu a primeira parte, segue o link. E para quem quer um resumão, aí vai: 
Conheci Beatriz numa feira de sexshops em São Paulo, louca alta, gostosa, quadril perfeito e seios fartos, flertou comigo e logo no primeiro encontro transamos. Mas ela tinha algo de incomum, só gemia alto quando eu a machucava. 
Espero que gostem: 


Fui para casa de Beatriz, depois daquela foda no motel, trocamos ligações quase todos os dias. Esquentando o ouvido um do outro. Nos encontramos três dias depois. Entrei em sua casa, ela morava apenas com uma amiga, mas que não estava em casa, propositalmente, claro.
Fomos trocando amassos desde que passei pela porta. Fui apertando sua bunda, beliscando-a, e ela rindo, me chamando de safado. Estava teso, com o pau duro debaixo da calça. Ela notou o volume, andamos pela sala indo para seu quarto, no andar de cima, ela segurando meu pau. Abriu o zíper, tirou ele para fora, e foi me puxando pelo pinto.

Adorei a brincadeira, Beatriz era fogosa, sabia como excitar, sabia como levar uma boa relação de amizade colorida. Devia ter varias...
Entramos no seu quarto, arrumadinho, bem iluminado, poster do Justin Timberlake e alguns ursinhos de pelúcia na cama. Ela jogou todos eles no chão, fiquei com o meu pau na mão, masturbando de leve enquanto ela arrumava o local. Abriu a gaveta do criado mudo e me mostrou um vibrador: "Este é o meu consolo", e riu dando gargalhadas. Ri também, ela disse para eu ficar a vontade. Me sentei na cama, tirei meu tênis e fui tirando minha calça. Ela buscou na ultima gaveta do criado mudo duas algemas.
Eu ri, e ela esboçou um sorriso maligno, de safada. Disse para eu deitar. Puxou minha cueca, meu pau ereto estava olhando para ela. Ela subiu em cima de mim, ainda com roupa, apanhou minha mão direita e me algemou na cabeceira da cama. Eu ri:

_É serio isso?.

Ela balançou a cabeça. Pegou minha outra mão e me prendeu no outro lado da cabeceira. Estava preso, inteiramente preso pela loira ninfomaníaca.

Ela então ficou em pé, começou a se despir para mim de modo sensual. Me fez um striptease sensual, meu pau pulsando, eu queria agarrar aquela bunda e beijar, queria morder aquela gostosa, aquela rabuda, aquela buceta deliciosa, e queria passar minha língua toda naqueles lábios vaginais quentes, me chamando.

O striptease dela foi completo, com direito até colocar a calcinha no meio da buceta, e no meio do rego, mostrando a bunda toda. Se despiu. Veio para cima de mim, colocou a buceta na minha cara. A buceta dela ainda fechada. Ela abriu com os dedos, eu soquei minha língua la dentro daquela buceta gostosa, cheirando a buceta bem lavada com sabonete caro, talvez com algum hidratante. Comecei a passar minha língua naqueles lábios deliciosos. Como sempre, Beatriz bem depilada, sem nenhum pelinho se quer. Sabia se cuidar, sabia ter uma xoxota bem macia, bem quente e molhada. Molhada do ponto de escorrer libido vaginal pelos lábios carnudos de sua buceta loira.

Chupava aquele grelo cheiroso com tudo que tinha, afinal, só tinha minha boca, minhas mãos estavam presas. Ela começou a rebolar na minha cara. Ficou de costas, esfregando o cu no meu nariz. Lambia de tudo que passava ali pela minha boca, beijei o cuzinho delicioso dela, ela vibrou. Quando parou mordi sua bunda, e o melado de sua buceta pingou em mim. Ela adorou.

_Gosta de mordidas ne, safado.

Meu pau ainda ereto. Ela agarrou, começou a me masturbar e foi direto para o sexo oral. Sua língua foi trespassando meu pau todo, chegou no meu saco e o sugou, deliciosamente, ficou sugando-o, parecendo que queria come-los, feito almondegas.
Passou a sugar a cabeça do meu pau. Sugando, sugando, passou a língua nele todo, em cada veia pulsante, em círculos perfeitos, segurou a cabeça do meu pau e apertou, abriu a uretra e tacou a língua ali dentro, querendo entrar dentro do meu pau. Gemi de prazer.

Eu estava adorando aquele 69, eu continuava chupando delicadamente a sua buceta, agora se alargando de prazer. Seus labios vaginais estavam bem escorregadios, apanhei com a minha boca a sua flor e os puxei, esboçando uma pequena mordida. A diaba se estremeceu de prazer, de loucura.


Ela gostou dos meus gemidos e das minhas pequenas mordidinhas. Saltou em cima do meu pau, encostou-o no meu corpo e começou a rebolar em cima de mim, esfregando meu pau na minha barriga e em sua xota molhada. Continuava rebolando e eu delirando de prazer, queria enfiar meu pau naquela buceta a todo custo e ela fazendo charme, me excitando. Estava quase gozando de tanta loucura.
Foi ai então que ela pegou o meu pau, como quem pega um brinquedo, o colocou de pé e começou a se sentar. Delirando, chacoalhando seu quadril, começou a ir pra trás e pra frente, sem camisinha nenhuma. Se aproximou de mim e começou a morder meus mamilos, mordendo-me forte e dolorido.

Cavalgando em mim, aproveitando cada milimetro do meu pau. Eu estava prestes a gozar, a sensação e estar transando e não poder apalpar nada, apertar, ou masturbar a xaninha dela foi muito estranha, uma experiencia totalmente nova para mim ser dominado daquele jeito. Gritei que iria gozar. Ela continuou cavalgando como se eu não tivesse dito nada, e acabei jorrando porra dentro da sua buceta. Mesmo sentindo o meu gozo, ela continuou cavalgando, sem parar, arranhando meu peito. Houve uma hora que começou a doer, mas ela não parava, sua buceta continuava vibrando, gozando, sempre bem molhada, sempre sentia suas contrações, ela parecia uma criança pulando em um playground.


Meu pau estava amolecendo. Ela disse "não", me olhou com a testa franzida, fiquei com medo. Apanhou do criado mudo (comecei a ficar com medo das coisas que ela estava apanhando naquele criado mudo), um elástico. O enrolou na base do meu pau, duas voltas, apertando-me. Gritei de dor quando o elástico enrolou em algum dos meus pelos. Dali ela também tirou uma correntinha com duas presilhas nas pontas, os famosos Prendedores de Mamilos. Colocou o meio da corrente na minha boca, e prendeu as presilhas nos bicos de seus seios. Apertando seu peito. Ela fez cara de que doeu. Com o controle dos bicos de seus seios, eu me senti no controle de novo. Meu pau estava forçado a ficar duro, a cabeça começou a ficar com uma cor diferente. E ela continuou cavalgando, meu pau sensível, já tinha gozado. Eu estava todo melado, não ia aguentar muito tempo, na verdade, já não era mais prazeroso, já estava se tornando tortura. Puxei a correntinha, sua buceta contraiu, esmagando meu pau todo. Apertando, chegando a doer. Parecendo uma mordida. Quando puxei a correntinha seus seios levantaram, e pude ver os bicos de seus seios passando do vermelho para um roxo bastante preocupante. Mas ela adorava, fez cara de quem iria gozar logo logo.


Ela se arrepiou toda, começou a suar frio. Sua buceta ainda quente, e ela continuou a cavalgar. Meu pau nao aguentava, sentia que ele iria quebrar se ela continuasse cavalgando freneticamente daquele jeito. Puxei de novo a corrente com a boca e ela gritou de dor: "FAZ, FAZ ISSO CARALHO, PUXA MAIS".

Continuei puxando com a boca. Com a lingua, agarrei a corrente e fui colocando ela toda na minha boca, puxando cada vez mais o bico de seus seios. Ela gritando de dor, adorando, sua buceta esmagando meu pau atordoado, cavalgando seu parar. Alguns pingos de suor da safada caíram no meu peito arranhado pelas unhas vermelhas dela, e ela veio vindo de encontro ao meu gosto, cada vez que eu colocava mais da corrente para dentro da minha boca.

Quando seus seios chegaram na minha cara, a distancia do meu nariz, eu agarrei seu seio direito, o mordi forte para deixar marca. Senti sua buceta se contraiu, suas unhas contra meu peito entraram na minha carne, e senti a ejaculação de sua buceta saindo. Ela deu um pulo, tirou meu pau de dentro da sua buceta e continuou ejaculando, deliciada.

"Aaah, não aguento, não aguento, não aguento, caralho, você é foda".

Pensei: "Ela é louca, ejaculou depois de uma mordida dolorida".

Ela se deitou em cima de mim, beijando e lambendo as feridas que abrira com a unha no meu peito. Pedi para ela me soltar, pensei ter dito com um tom de voz mais bravo, mas ela achou que eu estava era querendo mais: "Hmm, quer que eu solte? mais ja? Eu que vou ficar presa agora é?"

Pensei em responder milhares de coisas, entre elas um: "Você ta louca ne?", mas logo raciocinei: "Vai ser bem divertido ter ela presa aqui na cama".
Concordei com ela, ela me soltou das algemas. A primeira coisa que fiz foi tirar o elástico do meu pau. Aliviado, estava quase ficando roxo.

Ela se deitou onde eu estava, iria começar o segundo round.

--

Pessoal, espero que tenham gostado da segunda e penultima parte! Agora, a minha revanche em cima de Beatriz, algemada na cama!!! 

Nenhum comentário:

Postar um comentário