Melhor Sex Shop virtual!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Beatriz, vestido vermelho (Parte 1)

Boa tarde queridos leitores do CENAS MUITO QUENTES!
Hoje, vou começar uma serie de 3 partes do meu encontro com a deliciosa Beatriz, louca por BDSM, cobiçada por todos que olham pro seu traseiro nas ruas, espero que gostem:


***

A conheci em um evento de Produtos Eróticos em São Paulo, ela estava perdida, queria encontrar o banheiro, e a ajudei a se localizar no meio de tantos estantes de sex shops. Já foi logo segurando meu ombro e colocando a mão no meu braço, do tipo de garota bem descontraída, sorridente, alegre dizendo um largo: "Obrigada".
Mais tarde, quando já estava cansado de caminhar e ver gostosas com pintos de borracha nas mãos, acabei encontrando-a novamente.
_Eae, usou o banheiro naquela hora?, perguntei para a garota sorridente.
Toda alegre pôs novamente a mão no meu braço:
_Sim, muuuito obrigada, estava apertadíssima.


Sorri, não tinha o que falar, afinal, nem a conhecia. Antes que a falta de assunto fosse um incomodo, me apresentei, e ela se apresentou sorrindo e jogando os cabelos para o lado, Beatriz. Perguntei o que ela fazia ali, e ela disse que tinha marcado com umas amigas de comprar alguns produtos, mas elas não foram. Ri da situação:
_Suas amigas solteiras vieram comprar consolos?
Ela riu, sempre sorridente, parecia bêbada.
_Siim, todas nós somos solteiras, tá difícil encontrar um namorado que preste hoje em dia.
Brinquei:
_Oras, encontrou.

Beatriz parecia ser safada, loira, fogosa, seios enormes, bunda deliciosa em um quadril perfeito. Estava usando legue e uma camisa baby look, mostrando cada pedacinho de seu sutiã, e na sua bunda dava para ver que usava fio dental, provocante. Pulseiras nas mãos, vários anéis e salto alto, do tipo que sabe rebolar enquanto anda. Não queria perder aquela gostosa para qualquer idiota, peguei a mão dela, tirei uma caneta do bolso e marquei meu telefone na palma de sua mão. Ela riu, no minimo nunca tinham feito isso com ela.
Foi só nos despedirmos com um beijinho no rosto, onde pude sentir o cheiro de seu perfume, delicioso (212 - Sexy EDP) e ela me ligou.

Olhei para trás e ela estava olhando para mim com o telefone na orelha:
_Para ter certeza de que o numero estava certo. E desligou.
Sorri, sabia que ela estava afim, o que era um ótimo sinal.

No mesmo dia, de noite, ela me ligou:
_Sobre o assunto de não ter caras que preste hoje em dia, desculpa, eu não te conheci AINDA!.
Aquilo me pareceu um convite, ela estava se jogando para cima de mim. A convidei para uma noitada, um drink e uma dança num barzinho local, e ela aceitou sem pensar duas vezes. Perguntei onde era a sua casa e ela me disse rapidamente, como se estivesse esperando essa minha pergunta.
Passei em sua casa, e ela saiu toda produzida. Meia fina, cabelo preso por uma rosa vermelha, baton vermelho, unhas pintadas, um vestido vislumbrante vermelho, do tipo que quer mesmo chamar atenção. Ela quis mesmo acabar comigo, me fazer de cachorro, de escravo.
Não faltou elogios, ela entrou no carro e eu comecei:
_Esta linda!

E as palavras "Maravilhosa", "Cheiro delicioso", "Amo seus lábios , "Pintou os olhos? Estão hipnotizantes", eram os cliches da noiteEla ria a cada elogio, dizia que eram meus olhos, mas sabia que estava mesmo de matar qualquer um, um avião, uma loira deliciosa.

Fomos para o barzinho, depois de um champagne e ao som de musicas românticas, surgiu o primeiro assunto picante. Depois de termos perguntado sobre o que cada um fazia da vida, e de falar um pouco sobre relacionamentos anteriores, ela me perguntou se eu a achava gostosa:
_Esta brincando? estou excitado desde o momento em que você saiu de sua casa.
Ela sorriu, não se envergonhou, já esperava essa resposta. Ela se aproximou de mim, nos beijamos. Beijo quente, molhado, passou sua língua toda na minha, gosto de menta. Ela segurou a minha mão:
_Vamos para onde saindo daqui?.
Dizer que a levaria para casa seria idiota, obvio que a levaria para o motel. Nem precisei pedir autorização, ela também queria uma trepada para aquela noite.
Terminamos a garrafa e a levei em um motel caríssimo, tive que pagar no Credito.
Entramos, o quarto era enorme, a cama tamanho Rainha, iluminação perfeita, de luxo. Banheiro equipado com hidromassagem. "Calma, ainda vamos trepar la", pensei.
Trancamos a porta e começou os beijos, amassos, passei as mãos em seus seios, grudei a sua bunda, ela começou a adorar. Loira devassa com um largo sorriso no rosto.

A coloquei sentada na cama, ela tirou o salto alto, antes que eu pudesse tirar o meu cinto ela já estava abaixando o ziper do seu vestido e soltando o cabelo.

Arranquei a calça de qualquer jeito e joguei a camisa longe, subi na cama, atras dela, coloquei seu cabelo para um lado e beijei o outro, arrepiando-a. Ela se levantou, tirou o vestido todo. Estava de lingerie. Fogosa, com aquele rabo delicioso, corpo violão. Se fosse uma puta, com toda certeza eu ficaria falido de tanto contrata-la.

Ela ainda em pé, me levantei e a agarrei, meu pau duro encostando em sua xota durante o nosso abraço. Ela saiu do abraço, colocou os joelhos na cama e empinou a bunda para mim. Me olhou com ar de safada, que queria levar ferro.

Me aproximei dela, continuei beijando sua nuca, passei meus dedos pela sua xota, por cima de sua lingerie, e ela começou a gemer, estava molhada. Coloquei a lingerie para o lado, senti a sua buceta carnuda, sem pêlos, comecei a massagea-lo, com três dedos para um lado e para o outro. Senti ela excitada, sua xota molhada, seus gemidos aumentando de ritmo. Grudei sua bunda, abaixei minha cueca e busquei a camisinha que ja estava estrategicamente comigo. Coloquei a camisinha alisando meu pau todo e ja fui esfregando naquela xana carnuda e molhada. Soquei meu pau ali dentro, sem dificuldade nenhuma.

Sem demora, deslizou para dentro. Ela tirou os joelhos da cama, me encostei na parede do quarto e começamos a foder ali mesmo, em pé ao lado da cama.

Ela ia aumentando o ritmo dos gemidos, e os gritinhos começaram a ficar mais altos.

Minhas pernas já estavam doendo de trepar em pé, apesar de estar gostoso aquele vai e vem, batendo minha bunda na parede e indo com tudo pra xota dela, estocando minha lança naquela gruta deslizante e quente. Dei três passos, ela me acompanhou e deitamos na cama. Ela se virou para mim e abriu as pernas. Começou a beijar meu pescoço, e eu não parava de meter, enfiando minha tora naquela gostosa, abrindo bem suas pernas, hora masturbando sua xota por cima do meu pau, hora apertando e abrindo sua bunda pra ela sentir meu saco batendo.

De beijos no pescoço ela passou a chupar, deixou uma marca enorme no meu pescoço. "Safada", sussurrei. Comecei a beijar seu pescoço e também deixei um chupão. Nesse instante ela segurou a minha bunda, eu metendo nela sem parar e ela esticando seu braço para trás começou a unhar a parte de baixo da minha nádega esquerda. Maniaca.

Agarrei seu braço, e ela gemeu, olhou para mim maliciosamente: "Aperta". Apertei seu braço e ela adorou. Como uma louca na cama, ela saltou e ficou de costas para mim de novo, com a bunda empinada para mim, de quatro. Me deu algumas traseiradas, eu dei algumas metidas. Insatisfeita, se virou para mim mais uma vez, deslizando aquela xota carnuda e molhada no meu pau. Foi logo beijando meu peito, chegou no meu mamilo e deu uma mordida que me doeu na alma. Agarrei mais forte o braço dela, e ela deu uma contraída gostosa com a buceta.

Percebi que ela tinha prazer com dor, uma tremenda de uma safada. Penetrei ela com mais força, uma estocada que arrancou o suspiro dela. Apanhei seu peito balançando com a boca e começou a sugar, chupei-o ate deixar uma marca roxa enorme, ela adorou, segurou minha cabeça contra seu corpo, para que eu continuasse chupando-a, para doer. Mordi o bico de seus seios, duros, e ela contraiu de novo a xota. Meu pau latejando, sendo preso por aquela buceta deslizante, gozada e apertando-me a cada contraída gostosa.


Fui para o pescoço dela novamente, deixei outro chupão, ela deu gritinhos de prazer sentindo a dor prazerosa de um chupão. Começou a arranhar minhas costas, me deitei e ela começou a cavalgar violentamente em cima do meu pau, teso, ereto, pulsante. Deu tapas em sua bunda, ela começou a sorrir. Começou a arranhar o meu peito e eu comecei a dar tapas mais violentos em sua bunda.

A cada tapa que eu tava a sua buceta contraia, ela apertava o meu pau cada vez mais, a sensação era ótima!  Meu pau não parava de estalar dentro daquela buceta, senti a primeira gozada vindo, não liguei, mordi seus seios, chupei seu pescoço e apertei suas bundas para deixar marcas, ela sorrindo, adorando, gemendo alto em cima de mim, não parava com a cavalgada, e com a sua buceta apertando, beliscando meu pau.
Esse vai e vem, aquela cavalgada, os gemidos, me surtaram, acabei gozando, lambuzando toda a camisinha. Pedi um tempo para trocar a camisinha mais a louca não deixou, continuou cavalgando em cima de mim, sem parar, sorrindo, e dizendo "não, não vou parar". Continuou me beijando enquanto eu revirava os olhos, cansado. Meu pau soltando as ultimas gotas de porra, e ela ainda ali, beijando meu mamilo, querendo mais, pedindo por mais.

Desceu do meu pau, começou a socar uma punheta e meu pau foi amolecendo lentamente. Jogou a camisinha gozada longe, e continuou batendo uma punheta bem molhada para mim.


_Fogosa voce heim.

Ela riu, continuou masturbando meu pau com gosto. Ele começou a dar os primeiros sinais de vida quando subiu em cima de mim novamente, e começou a esfregar a xota no meu pau mole. Esfregando para frente e para trás, ela apertando o meu peito. Adorava uma brincadeira dolorida. Meu pau ficou ereto novamente, ficou de costas para mim e começou a cavalgar. Eu segurei nos seus ombros e comecei a dar bombadas fortes, batendo meu corpo todo naquela bunda deliciosa que vibrava com o meu ritmo.

Neste momento houve vários tons de gemidos, ela gemia de leve, passou a dar gritinhos de prazer alucinados. Passou a masturbar seu clitóris com uma velocidade extraordinária e a gritar de prazer, com gemidos alucinantes. Então ela acabou gozando. Melou todo meu pau, acabando comigo, me fez gozar de novo.

Deitada em cima de mim, transpirando, trocando suores, ela me convidou para ir até sua casa outro dia, para mostrar o que era fazer sexo de verdade.

***

Este foi o primeiro encontro com Beatriz, a louraça belzebu e provocante mais louca que conheci, mas o BDSM ainda esta por vir, aguardem. Se gostaram do conto, DEIXE SEU COMENTÁRIO.


6 comentários:

  1. belo conto, bela beatriz.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom que gostou, volte sempre!!!

      Excluir
  2. Respostas
    1. Que bom que ficou com tesão com o blog. Volte sempre, nunca perca as atualizações pra continuar ficando molhadinha!!! ;D

      Excluir
  3. ...se todos fudessem = a você...
    Adoro marca de chupão!!
    Mas vem cá, véio - chega mais: toda potranca que tu pegas é bonita e gostosa? Entonces tu deves ser um Allan Delon, hein?!
    0s perfeitinhos que pego são só os pagos - obrigação deles, né véro?!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olha, muitos caras fodem melhores do que eu, veja o exemplo do Jorge ou do Caue, que sempre falo sobre eles aqui no blog. Tambem amo marcas de chupão, adoro deixar pelo corpo todo da potranca.

      E, não, nem todas as garotas que eu pego sao bonitas e gostosas, muitas garotas sempre sao normais. Veja a Fernandinha, que é a minha atual amiga colorida, ela nao tem corpo nenhum, só apetite sexual. Eu a acho bonita, mas na faculdade, todos os garotos a chamam de nerd, e ela é a excluida.
      Não sou nenhum allan Delon nao, que isso, quem dera ser tao bonitao.

      Olha, eu ja disse, voce nao precisa pagar, eu to aqui e sou inteiramente gratis!

      Beijaço.

      Excluir