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terça-feira, 24 de julho de 2012

Gabriella (Parte 1)


Olá pessoal!

Faz tanto tempo que não passo por aqui, mas, vou tentar resumir para vocês o que acabou acontecendo comigo para o tal sumiço!

Ao mesmo tempo que tentava contar tudo que já havia acontecido na minha vida sexual, acabei entrando em uma nova saga cheia de pimentas e gozos que acabaram me tirando fora da rede por todo este tempo!

Bom, primeiramente vou contar sobre a minha ultima noite, a dias já venho saindo com uma garota chamada Gabriella, ah, só para avisar, estou passando uns tempos aqui em Brasília, sempre quis conhecer a cidade por causa da famosa arquitetura, e, nunca achei que passaria um bom tempo era dançando com garotas nuas. Conheci Gabriella numa das noites na cidade, estava eu experimentando um bom vinho num restaurante do centro, ouvindo um bom acorde de violão, foi quando vi a garçonete mais linda do mundo passar pela minha mesa. A chamava a toda hora afim de tirar um bom argumento para continuar conversando com a garota. Sempre me atendia com um leve sorriso e sempre deixava o seu doce aroma. Gabriella me enfeitiçou, até que na quinta vez que a chamei, ela já foi ate a mesa com um tom mais amigável: "Quer que eu me sente aqui?" -- Brincou. E eu como não sou bobo já disse: "No seu horário de trabalho não, mas quem sabe na sua folga".
Ela riu, sabia que eu não sairia do barzinho antes de ter o telefone dela.

Conversa vai, conversa vem, sai do bar sem o telefone dela naquela noite. Para muitos isso seria o fim, mas não para mim.
Fui para o hotel e só conseguia pensar na garota, sabia seu nome apenas por causa do colar que a mesma usava com o seu nome, já estava sentindo falta da garota. No dia seguinte apareci por la novamente, ela estava no bar servindo as bebidas e fui direto para o balcão, o que é uma grande vantagem, assim ficaria todo o tempo do lado dela.
Discutimos um pouco sobre o emprego dela, sobre dia ficar de garçonete e dia ficar no bar, havia outros dias em que ela tinha apenas que ficar na cozinha lavando os copos e os pratos, discutimos um pouco sobre o pessoal sem educação e sobre os jovens que saem da faculdade e vão direto para o lugar ficar gritando e falando bobagens, e fui logo perguntando sobre a folga da garota.
Ela foi logo dizendo que toda segunda ela folgava, mas que costumava não sair de casa, já que vivia num barzinho durante todos os dias, petiscos e cerveja já não era o apetite dela para todos os dias. E fui logo dizendo que adoraria assistir a um bom filme com ela, "Seja na sua casa ou no hotel onde estou hospedado, você escolhe" - ela se sentiu curiosa, afinal, qual garota não se sente curiosa por um cara autônomo que vive viajando o Brasil e o Mundo: A profissão sempre me ajudou a ter as garotas.

Bom, a primeira folga dela foi bastante light, fui até a casa dela, que ela ganhou da avó, uma casa pequena e bem velha, com 4 cômodos, muito grande para uma garota que mora sozinha. Seus pais se mudaram para São Paulo para investir em um restaurante, mas ela ficou em Brasília por ser a cidade onde toda a sua família mora, e seus amigos. Eu contei para a mesma que estava pensando era em comprar uma casa ali em brasília (mentira, claro), pois havia adorado a cidade.
Não demorou muito e ela pensou em ligar para uma amiga, afim de nos conhecermos.

Passou-se os dias, eu já estava com o contato de Gabriela e da amiga, e o meu interesse pelo coração de Gabriela já estava mais do que obvio, na quarta feira da mesma semana consegui o primeiro beijo de Gabriella na saída do seu serviço, quando fui dar uma garota para a mesma com o carro alugado.

Na quinta o encontro foi light, mas na sexta tive a impressão de já ter o coração de Gabriela nas mãos. Nos beijamos e ela me convidou para ir ate a sua casa, já devia ser as 5 da manhã, e ela inventou de assistirmos a um filme romântico. Não ia recusar, mas, nos primeiros 10 minutos do filme, nos beijamos novamente e ela dormir no meu ombro.

Na sua folga, ela convidou a amiga para comermos uma pizza em sua casa, a amiga levou um amigo gay, e então ficamos todo o tempo ali, na cozinha batendo um papo e jogando baralho. Contei sobre minhas aventuras no exterior (é claro, sem as historias sexuais) e quando percebemos já era de manhã.
Na terça feira, quando deu umas 13 da tarde, estava eu conversando com um fotografo de uma agencia de modelos do centro da cidade, quando Gabriela me ligou, dizendo que não estava bem, e que queria companhia. Sai correndo do estúdio e fui ate a casa da gata.

Chegando la, ela estava apenas de camisola. "É hoje" pensei, e não deu outra.

A sua casa estava uma bagunça, por causa de ontem a noite, ela disse apenas para eu não ligar e fomos para o quarto, a cama com o edredom todo bagunçado, ela disse que não estava bem, e que queria eu por perto. Se deitou e eu deitei logo ao lado. Ela pediu para que eu tirasse as botas, assim que tirei ela ergueu o edredom para eu entrar nele.
Debaixo do edredom, trocamos alguns beijos antes de ela começar a tocar o meu peito. Segurei a nuca dela e não deixei o beijo parar, aproximei minha perna das coxas dela, e ela já foi se inclinando para perto de mim, num abraço quente.

Quando deu a primeira encostada com a xota na minha perna, ela já sentiu o meu pau duro dentro da calça. Neste instante ela não parou os beijos, e subiu em cima de mim, com as pernas gélidas, ela foi desabotoando a minha calça, e eu me preocupando em tirar o sutiã dela.

Quando tirei o sutiã ela parou com o beijo, e eu fui logo chupando aqueles seios lindos de Gabriella, nada grande demais, mas eram perfeitos. Ela adorou a chupada nos seios, eu fui tirando a minha calça e ela me esperando ansiosamente. Terminei de tirar a calça toda e ela já montou em mim com velocidade, com voracidade, continuou com os beijos e já fora esfregando a xota molhada em cima do meu pau. Não demorou que sem esforço nenhum o meu pau já encontrara a vagina dela, ela gemeu de leve enquanto eu vibrava o meu pau e íamos na mesma sincronia penetrando de pouco a pouco.



Ela encostou a cabeça ao lado da minha e começou a gemer no meu ouvido, eu segurei a sua bunda, abrindo bem o seu cu e a sua buceta, guiei meu pau com a mão para encaixar perfeitamente na dentro da ninfa.
Ela gemeu mais um pouco, e então começou o vai e vem. Ela ia de leve, mas de um jeito gostoso. Ela não parecia ter pressa nenhuma, e eu no pompoarismo para aguentar aquela dança e aquela montaria dela em cima de mim por horas.

Ela com os seios encostados no meu peito, parecendo um pouco tímida não se levantou em nenhum momento, nem mesmo aumentamos o ritmo da foda, ficamos só ali, ela gemendo no meu ouvido, eu enfiando de pouco em pouco nela, e os nossos quadris em uma sintonia quente.
Eu já suava, o quarto dela estava com as janelas fechadas e o edredom só fazia nos transpirar. Olhei para ela e ela estava molhada, pingando suor.

"Eu não estou mais aguentando, acho que Te Amo, e te quero toda noite" ela disse no meu ouvido.
Como todo bom cafajeste (me desculpe as damas), "Eu Te Amo mais Gabriela, e a nossa dança esta me fazendo explodir de prazer".

Dei mais algumas bombadas, a buceta dela contraiu e vibrou depois de ter ouvido o meu Te Amo. O cheiro doce dela já estava em meu suor, quando tirei o meu pau e pedi para gozar. Ela se sentou em cima de mim e olhando nos meus olhos, sem sorriso algum, apenas o ar de superioridade de uma dama em cima do cavalo, ela começou a socar uma punheta com as suas duas mãos. Comecei a chupar os seios dela sem parar. Gozei nos seus dedos, satisfeita, ela se deitou do meu lado, buscou uma caixinha de lenços no criado mudo, e ficamos ali, olhando para o teto por um bom tempo.

...Continua..

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