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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Gabriella (Parte 4)


Olá caros leitores, caso tenham perdido os outros episodio das aventuras com a Gabriella, segue os links:
Parte 1, Parte 2 e Parte 3. Agora é só curtir a parte final dessa saga com a morena.


No sexto dia, quando acordamos, fomos fazer algumas panquecas, ensinei para ela a receita que aprendi vivendo com a minha tia-avó nos EUA por um longo tempo. E a minha conta bancaria só diminuindo, eu precisava mesmo voltar para São Paulo, tocar de novo meu emprego ou ir procurar alguem da minha família e pegar uma grana. Após o café conversei com ela a respeito de voltar para São Paulo, para minha alegria ela aceitou numa boa, mas me vez prometer (isso segurando o meu pau e ameaçando apertar as minhas bolas), que eu voltaria assim que conseguisse uma grana para visita-la. Prometi que sim, claro, e marcamos de nos encontrar novamente depois de dois meses.

E o nosso dia a dia continuou normalmente. Ela foi para o serviço dela, eu fiquei para ajeitar a casa e aproveitar os últimos momentos das minhas ferias em Brasília.
Quando marcou 3 da manhã fui busca-la no serviço, como sempre saiu um pouco atrasada e chegamos em sua casa as 4. Ela parecia não querer sexo naquela noite, parecia querer apenas estar comigo. "Sentir seu cheiro e gravar em mim", como ela dizia. Nos deitamos depois de um banho sem muita putaria, ela me abraçou e nos cobrimos com o edredom. Eu disse para ela que sentiria muito a falta dela, do cheiro, do sorriso e principalmente das fodas. Ela riu, e acabou desabando em lagrimas.
Depois que acabou com os soluços, ficamos de papo furado até o dia amanhecer, o relógio marcava 6:40, decidimos subir no telhado para ver o sol nascer, uma vista linda que ficou imortalizado com um beijo longo. Já estava no sétimo dia, hora de partir.



Quando descemos para fechar a minha mala, ela me socou um beijo mais quente e abriu o zíper da minha calça. Eu disse para ela que tinha que partir e ela apenas com um sorriso malicioso me jogou no sofá. Eu não ia perder a oportunidade de comer aquela Deusa morena, puxei ela comigo e comecei a beija-la como nunca havia feito. Passando as mãos em seus seios, ela começava a puxar a minha calça de olhos fechados, e eu a tirar o seu sutiã com força. Ela subiu em cima de mim e começou a esfregar a xota já úmida dentro da calcinha no meu pau entesado dentro da cueca. Ela abaixou a minha cueca tirando apenas meu pau para fora, e eu coloquei a sua calcinha de lado o bastante para penetra-la. Ela começou a cavalgar, e eu a mexer o seu quadril pedindo mais velocidade. Ela riu, sabia que eu queria era fode-la de todas as maneiras, eu passei a subir em cima dela, neste momento tirei minha camisa e tirei por completo a camisa dela que já estava pela metade acima dos seios. Continuei metendo, controlando a minha respiração.


 Ela passou a gemer, e eu a gemer junto dela. Queria que ela soubesse que a foda com ela era muito boa, e que eu gemia de prazer a todo instante. Entesava o meu pau ainda mais dentro da buceta dela, afim de atingir o ponto G daquela criatura cheia de libido. Ela passava a contrair a buceta e a prender o meu pau dentro dela, e nessas horas eu metia com mais força, fazendo os gemidos dela ficarem mais agudos, e ela sorria de prazer. Segurei a sua bunda e a levantei do sofá, fui metendo em sua buceta e a levando para o quarto, ela me abraçando forte continuava gemendo, sem parar. Quando já não estava mais aguentando a joguei na cama. Ela ficou de quatro como se estivesse faminta por pica na bunda. Eu montei em cima dela e ela pediu. Não pensei duas vezes, lambi minha mão, e passei na porta do anus dela toda saliva que consegui e comecei a penetrar. Ela se inclinou para frente, a primeira pontada que meu pau deu em sua bunda chegou a assusta-la. Segurei seu ombro e ela se apoiou na cabeceira da cama. "Vai".


Comecei a enfiar no seu cuzinho, e ela a gemer mais alto, parecia ser dor, mas ela queria. Quando hesitei em continuar metendo, ela me deu uma traseirada, encaixando o meu pau todo dentro do seu cu apertado, dando carta livre pra eu continuar penetrando no meio daquela bundinha deliciosa. Ela se ajoelhou na cama, eu atrás dela, segurando seu seios não parava de meter. Enfiava meu pau todo dentro daquele cu delicioso e molhado dela, ela não parava de se masturbar nenhum segundo, a sua buceta já estava pingando libido. Ela me deu uma traseirada tirando o meu pau de dentro dela, se virou para o meu lado e começou a chupar o meu pau todo, passou o libido de sua buceta na cabeça do meu pau e inclinou a sua bundinha de novo para mim.
  
Comecei a penetra-la novamente, agora mais fácil com o libido da xota dela. Não parava de penetrar, colocou uma mão minha em cima de seu seio, e eu coloquei uma mão em sua buceta e comecei a vibra-la o mais rápido que eu pude. Ela abaixou a cabeça, se apoiou novamente na cabeceira da cama enquanto o meu vai e vem equivalia a tapas em sua bunda. O seu cu apertado esfolava o meu pau, e em cada segundo que eu hesitava tira-lo ela me dava uma traseirada e requebrava o quadril, querendo mais, querendo mais, e eu continuava metendo. Não aguentei e acabei gozando dentro do cu dela.

Ela riu. Estávamos suados, tirei meu pau e a porra toda escorreu. Ela ainda de costas para mim agarrou o meu pau e continuou masturbando-o. "Não vou aguentar", eu disse. Mas ela queria mais: "Eu que não vou aguentar ficar sem a sua pica". Ela subiu em cima de mim, agora de frente e me pôs a deitar. Começou a esfregar o meu pau semi duro em seu clitóris. Me sentei e a abracei, comecei a mordiscar os mamilos deliciosos dela, e com os gemidos que ela foi soltando o meu pau foi voltando ao normal. Endurecido em suas mãos, ela o endireitou na entrada de sua bucetinha molhada, e começamos o vai e vem delicioso novamente. Ela pulava feito uma boiadeira em cima de mim, não parava nem pra respirar, sua cabeça ia e vinha, e eu massageando os seus seios, não tinha muito o que fazer a não ser aguentar o meu pau duro e revirar os olhos de tanto tesão que sentia a cada estocada que o meu pau dava dentro de sua buceta pingando goza.


Ela com as mãos no meu peito parava apenas para dizer que queria mais e mais, e que meu pau não podia parar. Puxei ela contra mim e segurei o seu corpo contra o meu. Pus força nas minhas pernas e comecei a penetra-la com mais força. Comecei a bombar naquela xota como nunca. Senti suas contrações, senti ela gozar com meu pau dentro dela. Então gozei junto. Jarros e jarros de tudo que tinha dentro do meu saco, senti também o meu esperma sair de sua buceta e passar pelo meu pau. Ela não estava cansada, queria mais. Ainda em cima de mim, ficou de costas e começou a esfregar a sua bunda no meu pau, na esperança de não deixa-lo enfraquecer. Ele continuava entesado, e ela foi logo enfiando ele no seu cu de novo. quando meu pau entrou todo dentro do cuzinho dela, a segurei novamente contra o meu corpo, ela fechou os olhos e pediu para eu bombar!


Bombei como nunca. Não aguentava mais, estava exausto, mas queria foder ela para não deixa-la se sentar nos próximos dias. Com as pernas apoiadas na cama, eu metia naquele cu sem parar um segundo. Ela gemia num ritmo sem folego, meu pau não estava aguentando, no meio das bombadas frenéticas no seu cu ele começou a amolecer, e com a força que eu estava fazendo ele parecia querer quebrar. Ela percebeu a minha perda de ritmo. Parou tudo, se levantou rápido feito uma bala, abocanhou o meu pau com tudo, segurou as minhas bolas e começou a massageá-las. Enquanto lambia minhas bolas passou a masturbar o meu pau. Não deixou ele amolecer. Subiu ate meu rosto e começou a beijar meus lábios, mordiscou minha orelha, me fez arrepiar. Beijou meu pescoço, e não parou de me masturbar. Meu pau voltou ao normal. Pedi para ela ficar de quatro, e disse que ali seria o fim. Ela riu, disse que iriamos nos ver em breve, mas admitiu que queria meu jorro naquele cu mais do que tudo.


Já devia marcar meio dia no relógio, e eu bombando dentro daquele cu delicioso. Sentia pressões vindo de dentro, talvez de uma garota que não esta acostumada dar tanto do cu, mas ela no chuveiro devia fazer o serviço perfeito, já que não tivemos problema nenhum com um cu mal cheiroso. Isso me animava ainda mais. Me excitava em saber que sabíamos o que estávamos fazendo ali. Ela de quatro, apoiada na cama que fazia nheco nheco, pela ultima vez, o meu pau indo e vindo, a pele cansada e vermelha da minha pica, e ate o cu assado dela. Os gemidos cansados, de dor e de prazer, misturados com o nosso suor, o quarto escuro alimentado por uma fresta deixada da janela, a luz vindo do quintal. O edredom lançado entre nós.

O meu clímax já estava no máximo, meus olhos já nem se mantinham mais abertos, eu estava exausto, meu sangue todo no meu pau, o vai e vem me cansando.
Gozei, gozei dentro dela e desmontei em cima daquela deliciosa garota. Ela riu, também estava exausta, se virou para mim e me prendeu com as pernas. Me abraçou bem forte e não largou por um longo tempo.

Ela continuava dizendo bobagens. Dizia que o cu estava assado, e que eu havia a descaderado. E que ia sentir saudades desses dias maravilhosos cheios de gozo.

Estava partindo para São Paulo, meu voo seria as 15:00. Fomos para o banho, meu pau nem reagiu vendo aquela tesuda pelada. Ela sorria, as vezes dava de chorar, mas no final falava que me amou como nunca, e que continuaria me amando. Coloquei as mãos no meio dos seus seios, olhei para seus olhos e pela primeira vez falei serio com Gabriella: "Eu vou voltar". Afinal, nunca cheguei a exaustão metendo em alguem. Nunca tive que desmontar em cima de uma garota por não ter sangue suficiente para me manter acordado. E admito, por pouco não desmaiei em cima daquela deusa.

Me vesti, e ela se esforçando para se manter abraçada comigo. Fomos devolver o carro alugado e cheguei no aeroporto a tempo. Trocamos um beijo longo no meio do saguão, pude sentir a tristeza dela, quando dei as costas pude sentir ate mesmo o meu coração querendo mais por Gabriella. Foi o namoro mais rápido, foram os dias mais quentes.

sábado, 28 de julho de 2012

Gabriella (Parte 3)



Olá caros leitores. Para voce que perdeu as primeiras partes dessa saga Gabriella, segue os links:
Parte 1 e Parte 2. Bom aproveito!

O Quinto dia foi mais hardcore do que poderia imaginar. No meio da noite ela acabou se deitando do meu lado, acordei com o massagear dos dedos dela no meu saco, ela parecia estar querendo me excitar comigo dormindo, ou tentando me acordar de maneira fogosa. Vendo que eu não acordei, ela foi logo mergulhando para debaixo das cobertas para me chupar. Fingi dormir e ela começou a socar o meu pau bem fundo de sua garganta. Gozei sem avisar, e ela foi logo tomando toda a goza. Se levantou e foi preparar um café. Peguei os lenços dela e comecei a me limpar, pedi para tomar um banho e ela insistiu em ir comigo.



Como se não bastasse, metemos no chuveiro e fomos pelados ate o sofá, metemos por mais algumas horas ali, enquanto passava os desenhos da manhã, enquanto passava o jornal do almoço, não parávamos de meter por nenhum minuto. Sentia meu pau enfraquecer durante as fodas, e ela começava a reclamar de que a sua buceta estava assada, mas ela não queria perder nenhum momento da foda. Disse que iria passar na farmácia, comprar um energético para mim e uma pomada para a xoxota.

Eu fiquei na casa dela, arrumei a casa, e quando ela chegou da farmácia levei ela para o serviço. As 4 da manha fui busca-la e desda vez nem esperamos chegar em casa para começar a noite de prazer, ela foi logo chupando o meu pau enquanto eu dirigia.
Entramos na casa dela nos despindo, deixei minha camisa perto da porta, a calça dela no sofá, a camisa e o sutiã dela ficaram no chão próximo do banheiro, minha calça ficou na porta do quarto, minha cueca no pé da cama, a calcinha dela foi parar no ventilador de teto do quarto, e só na manha seguinte notamos que deixamos a chave da casa na porta e pro lado de fora da casa.


Deitei em cima dela e sem demora já fui metendo, dando bombadas nervosas, ela arranhando as minhas costas e eu metendo sem parar. Meu pau latejava de ardência, e os gemidos de prazer dela passaram a ser gemidos de dor, ela já não aguentava com a buceta vermelha e assada. Pediu para eu parar, passou saliva nos dedos e começou a esfregar na xota, mas não adiantou. Ela disse que ardia demais, nunca tinha contraído tanto e por isso a sua buceta já não aguentava mais levar ferro, pediu para que eu pegasse na sacola da farmácia a pomada para vagina e assadura, e aproveitei para tomar o energético.

O energético não serviu para nada no momento, nem a pomada, a buceta dela continuava irritada e vermelha, parecia ate estar inchada. Deitamos juntos, ela segurou meu pau e não parava de movimenta-lo, me olhou triste e se desculpou por não aguentar mais levar pica na buceta. Eu disse que tudo bem, e que poderíamos continuar outro dia.
Beijei sua testa, sabia que meu pau também não aguentaria muito tempo.

Foi quando ela levantou correndo, abriu uma gaveta, abriu outra, e debaixo de um roupão laranja ela encontrou um sachê de lubrificante. Me mostrou e riu, eu sabia o que estava por vir. Ela se deitou do meu lado com o sachê na boca, intacto. "Topas?", ela disse. " Só pode estar brincando, Nunca comi uma bundinha antes" (Mentira claro, mas só pra animar a deliciosa). Ela viu alto, e me disse no ouvido:

"Também nunca dei minha bunda para ninguém".


Mais tarde ela me contou que estava guardando aquele sachê quando começou a sair com um cara a uns dois meses atrás, o cara só dizia em comer o cu dela, certo dia ela comprou o sachê para fazer uma surpresa para ele, mas ele a decepcionou com algo, não perguntei o porque.

Abri o sachê, e ela foi logo ficando de quatro, comecei a espalhar no anus dela delicadamente, nas bordas e então penetrei o meu dedo indicador bem no fundo. Ela gemeu de leve, olhou para mim e continuava com o sorriso safado. Comecei a botar e a tirar o dedo do cuzinho apertado dela, ela repetia os mesmos gemidos, ainda não eram de prazer. Com a outra mão comecei a massagear a sua xota queimada, quente e vermelha. Ela mudou o gemido, pediu para que eu ficasse apenas no cuzinho, então, passei as duas mãos para o cuzinho apertado dela.
Ainda de quatro, eu de joelhos na cama, e com os meus dois dedos indicadores comecei a abrir o cuzinho dela, devagar, eu abri com um e enfiava o outro, mantendo o mesmo ritmo até ela começar a mexer os quadris deliciada. Quando cansou da brincadeira ela puxou um braço meu com tudo para perto de seio, e me disse: "Para de brincar, me atola logo". Meu pau já havia se recuperado, montei em cima dela e comecei a enfiar meu pau. O lubrificante ajudou com toda eficacia, o meu pau não parou um segundo, penetrou ela inteira e a vez soltar o primeiro gemido louco deste que havia ficado de quatro.

Ela gritou para falar a verdade, comecei o vai e vem, segurando com as duas mãos a sua bunda, metia no que chamam de posição do cachorrinho, na minha cadelinha. Ela gemia alto, a entrada do seu cu estava lubrificado, mas o que a incomodava era o aperto do seu cu. O meu pau ia entrando e saindo e o cu dela começava a se contrair. Comecei a apalpar os seios dela, e ela a se acostumar com o pau dentro de sua bundinha. Aos poucos ia requebrando o quadril, num ritmo bem lento, eu ia metendo de pouco em pouco no cu dela, não queria gozar logo nas primeiras bombadas, mas, ao meu ver, era ela a apetitosa ali na cama! Passou de assediada para carrasca, ela me deu uma traseirada que enterrou o meu pau todo dentro dela. Ela segurou a cabeceira da cama e disse para irmos. Outra traseirada.

Fiquei sem rumo, e ela riu. 'vamos, mete'. E outra traseirada. Na quarta vez que ela veio com tudo para em cima do meu pau eu a agarrei. Levantei o corpo todo dela, deixei ela de joelhos na cama, e comecei o vai e vem nervoso! Penetrava ela com muita facilidade por causa do lubrificante e ela encantada, colocou o rosto ao lado do meu ouvido e começava a falar bobagens sacanas: "Me fode mais, enfia mais, enfia tudo que voce conseguir. Enfia suas bolas no meu cuzinho". Eu não parava de bombar. A sua bunda já estava vermelha com os impactos que eu causava no corpo dela. A cama voltou a fazer o nheco nheco  ela começou a gritar, mas dessa vez mais violentamente. Perguntava se eu estava gostando, e eu só mordia o seu ombro, e beijava o seu pescoço. Louca, ela mesmo começou a masturbar a sua xota deliciosa, e no ritmo frenético que estávamos ela pediu arrego.

"Para... para.. para...".
Tirou meu pau de dentro do cu dela e todo o lubrificante junto com a minha goza escorreram pela cama. Eu havia gozado umas duas vezes dentro do cu dela, esgotado e com o pau semi duro, ela se virou e me abraçou. Me encheu de beijos e continuou abraçada no meu colo: "Eu Te Amo Edgar. Você é foda".

Ficamos abraçados ali por um momento, não a soltei. Meu pau amoleceu de vez, e ela voltou a se deitar, agora com o cu ardendo igual a buceta. Mas com toda certeza fora um dia inesquecível para nós dois...

...Continua....

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Gabriella (Parte 2)


Olá caros leitores, para voce que perdeu a primeira parte desta historia, segue o link da Parte 1
Boa Leitura! ;D

Eu e Gabriela chegamos a nos encontrar todos os dias. Quando eu não ia para o trabalho dela, ela ficava me ligando ou mandando mensagens.
Já estava em Brasília já faziam mais de 15 dias, meu apartamento em São Paulo já estava me chamando, e o hotel de Brasília já não me agradava mais. A comida começou a ficar enjoativa e eu comecei a sentir no bolso esta viagem.
Pedi para Gabriela se podia ficar na casa dela por alguns dias, e foi no ato, aceitou sem criar confusões. Eu estava pensando em ficar apenas mais alguns dias, talvez uns 3 no máximo, mas acabei ficando mais uma semana.

A semana que se ocorreu seria um tanto quanto monótoma se eu nao estivesse com Gabriella, e o fato de eu estar com ela fez com que a semana fosse muito agitado. Eu já havia tirado todas as fotos de Brasília possível, meu álbum já estava completo quando me mudei para a casa de Gabriela temporariamente, alguns trabalhos que deixei para fazer em São Paulo já estava me voltando a tona, algumas ligações de empresários e garotas que eu já havia dado um cartão. Estava atrasando todos os compromissos para ficar com Gabriella.

Na primeira noite foi uma maravilha, nos encontramos as 4 da manha, na saída do trabalho dela, nos beijamos quase  a viagem toda ate a casa. Chegando, em vez de desfazermos as malas, fomos logo tirando as nossas roupas, parecia lua de mel. Fui jogando ela no sofá, e ela segurando o meu pau duro nas mãos. Foi beijando e foi o primeiro oral que ela me fez. Antes de gozar avisei ela, e ela acabou fazendo me gozar em sua mão. Foi logo trepando em cima de mim e rebolando com tudo que pode, cavalgando violentamente. Após a terceira gozada ela se sentou do meu lado, pegou a caixinha de lenço e limpou a bucetinha, me pediu para que eu fizesse uma oral nela, e fiz com o maior prazer. Chupei ela passando a linguá em forma de 8, de cima para baixo, de baixo para cima, sugava todo aquele grelo delicioso e molhado dela, e fazia ela saltar de explosões.


No segundo dia, quando chegamos em sua casa, eu expliquei para ela que eu ficaria ali apenas por mais alguns dias, não iria poder ficar muito porque minha vida estava em São Paulo. Ela disse que tudo bem, mas me fez prometer que quando tivesse oportunidades eu teria que ir visita-la. É obvio que prometi, afinal, Gabriella era a minha Deusa do momento.

Naquela noite comecei chupando-a. Fiz uma massagem demorada nela, e ela pegou no sono, dormi sem gozar nenhuma vez, o que ja foi diferente no terceiro dia. Ela inventou de ver o mesmo filme romântico,mas, quando deram os mesmos 10 minutos de filme eu já estava abrindo as suas pernas e tirando meu pau para fora. Ela guiou meu pau até a sua buceta ainda seca, mas úmida por estar passando os dedinhos lentamente na xota, fui penetrando de pouco em pouco, do jeito que a fazia rir, e a fazia envermelhar todo o rosto de forma notável. Sentia seu cheiro entrando na minha pele, um cheiro que me excitava toda vez que metia a vara naquela xota depilada.

Comi ela de papai e mamãe e de quatro, enquanto ela assistia o filme. Depois subiu no meu colo e metia por trás, enquanto chupava seus lindos seios. Quando o filme marcava 1 hora de duração já não sabíamos se íamos pro quarto pra meter mais uma vez ou se dormíamos ali mesmo, metendo de ladinho.

O quarto dia ela decidiu não ir trabalhar, ficamos em sua casa, preparamos uma lasanha e mostrei meus dotes como um bom namorado, e não apenas como um cara que só pensa em sexo. Após um longo jantar nós fomos direto para a cama, ela vestiu uma camisola vermelha, e disse que havia usado apenas uma vez, com um ex namorado que ficou com ela por 6 anos. Ela me contou um pouco da historia triste e eu contei uma historia qualquer de alguma relação minha que não deu certo, não demorou muito e eu já estava com as mãos nos seios dela. As mãos desceram e foram para a xota dela, e la estava eu chupando aquela bucetinha de novo. Depois da chupada e do gozo na minha cara, ela montou em mim, sentada de costas para mim começou a cavalgar, mas de maneira que nunca tinha visto antes. Cavalgava com fúria, sentindo poder, as pernas dela eram incansáveis, o quadril dela não parava de se mover. Ela parecia querer arrancar o meu pau de alguma forma. Eu sentia toda a vibração de sua xota, apertada, e a caba golpe de prazer que ela tinha la dentro de sua vagina, eu conseguia sentir. Cada apertão e beliscão que eu sentia na cabeça do meu pau, que não saia do lugar, apenas ia para frente e para trás, e ela não parava de cavalgar. Suas pernas começaram a tremer, eu me sentei e segurei seus seios, e ela passou a gemer mais alto. Parecia querer acordar os vizinhos com a foda, a cama começou com o nheco nheco e batia na parece. Gabriella estava enfurecida.

Parou de cavalgar para frente e para trás, passou disso para pular no meu pau me fazendo de pula pula. A cada estocada que eu tava em sua xota era um grito que ela soltava, quando olhei para a sua bunda, e a ninfeta pulando em cima de mim, via gozo caindo em todo o meu corpo, ela não parava de gozar.

Suas pernas tremeram de novo e eu sentia a sua buceta contraindo cada vez mais. Ela descansou o corpo todo, e eu voltei a deitar, trazendo seu corpo comigo. Por um instante ela parou de cavalgar, com meu pau ainda dentro dela, ela sussurrou para eu gozar dentro dela, e que não teria problema pois tomava anti concepcional. Comecei a cavalgar lentamente nela, e ela foi pedindo com as mãos para que eu acelerasse as cavalgadas. Fui acelerando de pouco em pouco, cavalgando sem parar nela, a cama voltou com o nheco nheco e logo pude sentir seus dedos massageando minhas bolas. Não parei de meter até sentir a primeira pontada de gozo, não segurei, não me esforcei no pompoarismo, e gozei sem parar dentro dela. Gozei tanto que pude sentir a minha goza esquentando meu pau, e escorrendo para fora da xota da safada. Ela gemeu, sussurrou, arfou, suspirou e não saia de cima de mim, parecia querer dormir ali, com o meu pau amolecendo dentro dela.

Pegou minhas mãos e colocou em cima de seus seios, encostou a sua cabeça ao lado da minha e me beijou o rosto, eu com as mãos nos seios dela comecei a massagear o seio, ela logo pediu para que eu parasse. Puxou o edredom e queria dormir daquele jeito mesmo. Suados, molhados e gozados, e apaixonados. eu havia encontrado uma louca por sexo.

Pessoal, ainda não acabou, ainda faltam o quinto, sexto e o ultimo dia em Brasília!

...Continua...

terça-feira, 24 de julho de 2012

Gabriella (Parte 1)


Olá pessoal!

Faz tanto tempo que não passo por aqui, mas, vou tentar resumir para vocês o que acabou acontecendo comigo para o tal sumiço!

Ao mesmo tempo que tentava contar tudo que já havia acontecido na minha vida sexual, acabei entrando em uma nova saga cheia de pimentas e gozos que acabaram me tirando fora da rede por todo este tempo!

Bom, primeiramente vou contar sobre a minha ultima noite, a dias já venho saindo com uma garota chamada Gabriella, ah, só para avisar, estou passando uns tempos aqui em Brasília, sempre quis conhecer a cidade por causa da famosa arquitetura, e, nunca achei que passaria um bom tempo era dançando com garotas nuas. Conheci Gabriella numa das noites na cidade, estava eu experimentando um bom vinho num restaurante do centro, ouvindo um bom acorde de violão, foi quando vi a garçonete mais linda do mundo passar pela minha mesa. A chamava a toda hora afim de tirar um bom argumento para continuar conversando com a garota. Sempre me atendia com um leve sorriso e sempre deixava o seu doce aroma. Gabriella me enfeitiçou, até que na quinta vez que a chamei, ela já foi ate a mesa com um tom mais amigável: "Quer que eu me sente aqui?" -- Brincou. E eu como não sou bobo já disse: "No seu horário de trabalho não, mas quem sabe na sua folga".
Ela riu, sabia que eu não sairia do barzinho antes de ter o telefone dela.

Conversa vai, conversa vem, sai do bar sem o telefone dela naquela noite. Para muitos isso seria o fim, mas não para mim.
Fui para o hotel e só conseguia pensar na garota, sabia seu nome apenas por causa do colar que a mesma usava com o seu nome, já estava sentindo falta da garota. No dia seguinte apareci por la novamente, ela estava no bar servindo as bebidas e fui direto para o balcão, o que é uma grande vantagem, assim ficaria todo o tempo do lado dela.
Discutimos um pouco sobre o emprego dela, sobre dia ficar de garçonete e dia ficar no bar, havia outros dias em que ela tinha apenas que ficar na cozinha lavando os copos e os pratos, discutimos um pouco sobre o pessoal sem educação e sobre os jovens que saem da faculdade e vão direto para o lugar ficar gritando e falando bobagens, e fui logo perguntando sobre a folga da garota.
Ela foi logo dizendo que toda segunda ela folgava, mas que costumava não sair de casa, já que vivia num barzinho durante todos os dias, petiscos e cerveja já não era o apetite dela para todos os dias. E fui logo dizendo que adoraria assistir a um bom filme com ela, "Seja na sua casa ou no hotel onde estou hospedado, você escolhe" - ela se sentiu curiosa, afinal, qual garota não se sente curiosa por um cara autônomo que vive viajando o Brasil e o Mundo: A profissão sempre me ajudou a ter as garotas.

Bom, a primeira folga dela foi bastante light, fui até a casa dela, que ela ganhou da avó, uma casa pequena e bem velha, com 4 cômodos, muito grande para uma garota que mora sozinha. Seus pais se mudaram para São Paulo para investir em um restaurante, mas ela ficou em Brasília por ser a cidade onde toda a sua família mora, e seus amigos. Eu contei para a mesma que estava pensando era em comprar uma casa ali em brasília (mentira, claro), pois havia adorado a cidade.
Não demorou muito e ela pensou em ligar para uma amiga, afim de nos conhecermos.

Passou-se os dias, eu já estava com o contato de Gabriela e da amiga, e o meu interesse pelo coração de Gabriela já estava mais do que obvio, na quarta feira da mesma semana consegui o primeiro beijo de Gabriella na saída do seu serviço, quando fui dar uma garota para a mesma com o carro alugado.

Na quinta o encontro foi light, mas na sexta tive a impressão de já ter o coração de Gabriela nas mãos. Nos beijamos e ela me convidou para ir ate a sua casa, já devia ser as 5 da manhã, e ela inventou de assistirmos a um filme romântico. Não ia recusar, mas, nos primeiros 10 minutos do filme, nos beijamos novamente e ela dormir no meu ombro.

Na sua folga, ela convidou a amiga para comermos uma pizza em sua casa, a amiga levou um amigo gay, e então ficamos todo o tempo ali, na cozinha batendo um papo e jogando baralho. Contei sobre minhas aventuras no exterior (é claro, sem as historias sexuais) e quando percebemos já era de manhã.
Na terça feira, quando deu umas 13 da tarde, estava eu conversando com um fotografo de uma agencia de modelos do centro da cidade, quando Gabriela me ligou, dizendo que não estava bem, e que queria companhia. Sai correndo do estúdio e fui ate a casa da gata.

Chegando la, ela estava apenas de camisola. "É hoje" pensei, e não deu outra.

A sua casa estava uma bagunça, por causa de ontem a noite, ela disse apenas para eu não ligar e fomos para o quarto, a cama com o edredom todo bagunçado, ela disse que não estava bem, e que queria eu por perto. Se deitou e eu deitei logo ao lado. Ela pediu para que eu tirasse as botas, assim que tirei ela ergueu o edredom para eu entrar nele.
Debaixo do edredom, trocamos alguns beijos antes de ela começar a tocar o meu peito. Segurei a nuca dela e não deixei o beijo parar, aproximei minha perna das coxas dela, e ela já foi se inclinando para perto de mim, num abraço quente.

Quando deu a primeira encostada com a xota na minha perna, ela já sentiu o meu pau duro dentro da calça. Neste instante ela não parou os beijos, e subiu em cima de mim, com as pernas gélidas, ela foi desabotoando a minha calça, e eu me preocupando em tirar o sutiã dela.

Quando tirei o sutiã ela parou com o beijo, e eu fui logo chupando aqueles seios lindos de Gabriella, nada grande demais, mas eram perfeitos. Ela adorou a chupada nos seios, eu fui tirando a minha calça e ela me esperando ansiosamente. Terminei de tirar a calça toda e ela já montou em mim com velocidade, com voracidade, continuou com os beijos e já fora esfregando a xota molhada em cima do meu pau. Não demorou que sem esforço nenhum o meu pau já encontrara a vagina dela, ela gemeu de leve enquanto eu vibrava o meu pau e íamos na mesma sincronia penetrando de pouco a pouco.



Ela encostou a cabeça ao lado da minha e começou a gemer no meu ouvido, eu segurei a sua bunda, abrindo bem o seu cu e a sua buceta, guiei meu pau com a mão para encaixar perfeitamente na dentro da ninfa.
Ela gemeu mais um pouco, e então começou o vai e vem. Ela ia de leve, mas de um jeito gostoso. Ela não parecia ter pressa nenhuma, e eu no pompoarismo para aguentar aquela dança e aquela montaria dela em cima de mim por horas.

Ela com os seios encostados no meu peito, parecendo um pouco tímida não se levantou em nenhum momento, nem mesmo aumentamos o ritmo da foda, ficamos só ali, ela gemendo no meu ouvido, eu enfiando de pouco em pouco nela, e os nossos quadris em uma sintonia quente.
Eu já suava, o quarto dela estava com as janelas fechadas e o edredom só fazia nos transpirar. Olhei para ela e ela estava molhada, pingando suor.

"Eu não estou mais aguentando, acho que Te Amo, e te quero toda noite" ela disse no meu ouvido.
Como todo bom cafajeste (me desculpe as damas), "Eu Te Amo mais Gabriela, e a nossa dança esta me fazendo explodir de prazer".

Dei mais algumas bombadas, a buceta dela contraiu e vibrou depois de ter ouvido o meu Te Amo. O cheiro doce dela já estava em meu suor, quando tirei o meu pau e pedi para gozar. Ela se sentou em cima de mim e olhando nos meus olhos, sem sorriso algum, apenas o ar de superioridade de uma dama em cima do cavalo, ela começou a socar uma punheta com as suas duas mãos. Comecei a chupar os seios dela sem parar. Gozei nos seus dedos, satisfeita, ela se deitou do meu lado, buscou uma caixinha de lenços no criado mudo, e ficamos ali, olhando para o teto por um bom tempo.

...Continua..

sábado, 7 de julho de 2012

Viagem à Chicago


Geórgia e Babi, foram duas garotas que conheci no metrô, em Chicago, durante as minhas viagens para a casa de uma tia-avó que tenho pra lá.

Na verdade, já era tarde da noite e eu resolvi pegar o metrô só para poder fotografar como era Chicago por inteira, estava com uma câmera ótima que tinha acabado de ganhar, e estava louco para testa-la. Havia estas duas garotas sentadas a poucos metros de mim, elas comentaram algo sobre a minha câmera, mas, não pensaram que eu poderia entender o que elas estavam falando. Eu estava vestido claramente como um brasileiro, estava com uma camisa do brasil, e com uma jaqueta jeans também com o emblema do Brasil no ombro.
Geórgia era ruiva, usava meias finas e uma saia preta, um óculos que demonstrava uma aparência bastante intelectual, e Babi era morena, cabelos curtos, piercing e vestida tradicionalmente como uma garota da cidade de chicago: Blusão e luvas.
Para minha sorte, não era um dia de tremendo frio, por isso consegui andar com a blusa jeans tranquilamente, mas os ventos de chicago são de arrepiar qualquer pelo na nuca.

As garotas se aproximaram enquanto eu tirava fotos lá fora, quando o metrô parava em alguma estação, eu descarregava o dedo de inúmeras fotos das paisagens. Primeiro veio Geórgia, me perguntou de que parte do Brasil eu vinha. Meu inglês nunca foi muito bom, consegui responder com poucas palavras, usando todo meu conhecimento horrível e com sotaque caipira.

Ela riu do sotaque, depois Babi se aproximou, pediu para ver a câmera. Disse que aquela era uma ótima versão, e que estava pretendendo comprar nas próximas semanas. Eu a perguntei o que elas faziam da vida, e elas responderam que eram operadoras de telemarketing, e que pegavam o metrô todos os dias. Depois disso, nos apresentamos, elas aparentavam ser um pouco mais velhas do que eu, na época eu estava com meus 24, sem vergonha alguma, perguntei a idade delas, Geórgia tinha 24 e Babi 25.

Continuamos conversando, eu não deixei de tirar fotos, em uma parada, Babi pediu para usar a maquina por um instante, pra sentir como era o peso e para ver a velocidade da maquina. A deixei, elas pareciam ser inofensivas.

Depois que tiraram, Geórgia disse que a próxima parada elas iriam descer, e então me convidaram para ir tomar alguma cerveja num bar próximo ao apartamento delas. Não fui nem um pouco bobo, aceitei o convite na hora. Afinal, ficar na casa da minha tia avó me faria ter que me masturbar vendo a programação pornô, e, ficar com as duas garotas poderia rolar alguma coisa.

Descemos na estação próximo ao centro de chicago, deviam ser umas 20 horas, assim que descemos na calçada elas já entraram numa porta de esquina, um bar tipico americano, rodeado de vidros com escrituras artísticas, o bar todo com luzes amareladas, vários quadros nas paredes, estilo caverna, feito de pedras rusticas.
Me pareceu que a especialidade do bar era a cerveja.

Nos sentamos em uma mesa redonda no primeiro andar, uma garçonete conheciam as duas, e ambas pediram o de sempre, esperaram meu pedido, e eu também pedi o de sempre.

Elas então me perguntaram sobre o brasil, o que eu fazia, e o que estava fazendo por lá.

Bom, a conversa tinha que ser rápida, e se eu quisesse alguma coisa com elas naquela noite, teria que me aprofundar na pornografia: "Eu sou fotografo de ensaios pornograficos, pra versão brasileira da Playboy e a revista Sexy", óbvio que era mentira. Ambas se entre olharam, pareceram interessadas. Então, me contaram sobre a relação de ambas, elas eram lesbicas, vieram de Nova York pra chicago porque já nao aguentavam a vida monótoma da cidade grande. Apesar de chicago ser tão grande quanto, ali elas estavam sempre protegidas do mundo por causa do frio e dos ventos.

Elas me pareceram meio desmioladas, ou talvez, a minha tradução e conversa em inglês com elas é que não estava tão boa. Elas me convidaram para ir até o apartamento delas, e que eu poderia tirar algumas fotos delas, juntas. Depois de 4 taças de cerveja, elas disseram que as fotos teriam que ser na banheira.

Opa, meu pau já começou a bocejar, estava acordando, e a minha testosterona já estava acordando. Nos levantamos, elas estavam sorridentes e mais soltas. Fomos caminhando até o apartamento delas, Geórgia grudou no meu braço e fomos enganchados até o apartamento delas. Era no 5º andar de um prédio cinza e com detalhes bege, nunca vou me esquecer da cara do porteiro que parecia um rato.

Entramos e fomos direto para a cozinha, tomamos um gole de café sem açúcar, ambas começaram a ficar a vontade, tiraram a blusa e socaram um beijo longo, na minha frente. Não podia perder a oportunidade, saquei a câmera e surpreendi elas com um flash.
Elas riram, olharam para mim mordiscando os lábios inferiores, se levantaram e foram para a cama. Babi me disse que eu devia registrar cada momento, e que eu ganharia muito pelo serviço, a principio recusei o pagamento, eu queria mesmo era estar entre aquelas duas.

Deitaram na cama, começaram com beijos demorados, Babi foi a primeira a tirar a camisa de Georgia, e depois Georgia já foi direto nas calças de Babi. Ambas não paravam de se beijar, os dedos de Geórgia percorria as pernas adoráveis de Babi, até chegar na xotinha dela. Colocou a calcinha de lado e mandou a ver nos dedos mágicos. Babi se deitou, se aconchegou no travesseiro grande da cama de casal delas, levantou a camisa e começou a apertar os bicos dos seios.

Neste momento eu já devia ter tirado mais de 60 fotos delas juntas. Não estava usando o flash, só a iluminação do abajur dos dois criados mudos ao lado da cama já dava o contraste perfeito para uma noite de lésbicas adoráveis. Meu pau, nem preciso dizer, queria muito mordiscar aquelas Aranhas deliciosas e molhadas.

Consegui pegar um close ótimo da calcinha molhada de Georgia, assim que ela tirou a saia. Babi, fogosa se sentou na cama, começou a alisar e a segurar as nádegas de Georgia. Abriu bem a bunda dela, consegui pegar um close ótimo da xota molhada e do cuzinho rosado da fogosa. Babi usou muito bem a lingua naquilo tudo, começou a trespassar seus dedinhos indicadores e o do meio na xota molhada de Georgia, alisou devagar no começou, até chegar no clitóris, onde começou a massagem ondular. Começou a masturbar Georgia como só uma garota faria, com cuidado, delicadeza e certa velocidade controlada. Georgia começou a gemer, pude ouvir, e eu já não aguentava mais, meu pau já estava molhado de prazer.
Queria apimentar tudo aqui, sugeri a ideia que surgiu no bar: "How about swimming?".

Ambas riram, deram um longo beijo e foram se despindo até o banheiro. Babi ligou a agua para encher a banheira, e eu fui reprogramando a câmera, no intervalo, comentei com elas que eu estava louco de prazer, e que elas eram incríveis. Não surtiu efeito, elas não me convidaram para entrar na brincadeira. Conclui que eram lésbicas e safadas, e que não gostavam de um pinto entre elas.


Não demorou e a banheira já estava no ponto. Elas entraram e continuaram com os beijos, Babi grudou Geórgia contra a parede e começou a beija-la a nuca, passou a mão para trás da nádega e começou a masturbar a deliciosa Geórgia. Eu não parava com as fotos nenhum segundo, as duas gemiam de prazer, a goza de Geórgia já escorria a sua perna, e Babi não parava de masturba-la, sua mão parecia nunca cansar, fazia sempre os mesmos movimentos bruscos pra masturbar a namorada. Geórgia não aguentou, se contorceu pra beijar Babi na boca, um beijo adorável, a língua de fora, consegui um close de saliva nos lábios de ambas.
Elas se sentaram na banheira, dessa vez foi Georgia que começou a chupar Babi que ficou em pé, com a bucetinha na sua cara. Não parava de chupar. Os movimentos de sua língua entraram em sincronia com os movimentos do quadril de Babi que já não estava aguentando, e descarregou libido na cara da deliciosa Geórgia, que espalhou aquela goza nos peitos, onde Babi correu pra chupar.

Babi ficou mamando nos peitos de Geórgia por alguns minutos, e tudo acabou num apertado abraço e num adorável "I Love You".

Perguntaram para mim se as fotos haviam ficado boas, eu ri, e mostrei o volume da minha calça para ambas, havia gozado junto com elas, sem masturbação nem nada. E ambas riram, sabiam que eram fogosas e adoráveis, mas não podiam me ajudar.
Fomos para o pc da casa delas, descarregamos as fotos, e ambas chamaram uma pizza para jogarmos conversa fora.

 Bem, terminei que nao comi ninguem naquela noite, mas o que valeu foi o otimo filme porno ao vivo que ganhei, e os pedaços de pizza que comi. Muito melhor do que ter passado a noite na casa da minha tia avó.