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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Quando fui visitar a Jessica (Parte 1)


Já lhes contei anteriormente sobre Jessica, uma doce e garota inocente que eu e meus amigos acabamos brincando de orgia quando eramos mais novos.

desde então, não tivemos mais motivos para voltar pra Monteiro Lobato, afinal, depois do episodio, a avó de Caue se mudara do interior para a capital, e eu e meus amigos nao tinhamos mais como voltarmos pra lá.

Eu devia ter meus 22 anos, eu estava solteiro na época, era um dia quente de verão, e eu estava com o saco cheio de esperma. Não me masturbava a um bom tempo, e ja fazia algumas semanas que nao saia com nenhuma garota. Então, me lembrei da pobre Jessica, lá de Monteiro Lobato.

Liguei para um velho amigo, Caue, no qual tambem participou da suruba.
Neste grande periodo de tempo, nós sempre comentavamos sobre ela, ela havia sido a nossa primeira musa, e a  nossa primeira experiencia. Depois daquilo, eu e ele ja haviamos ido em alguns bares de Strippers e comido algumas prostitutas juntos, mas, eu queria mesmo era falar sobre a pequena Jessica. Ele nao sabia sobre ela, mas, imaginou que talvez a guria morasse no mesmo lugar que antes.

Não me sobrou hesitação, peguei o carro, enchi o tanque de gasolina e parti para o interior de São Paulo, encontrar a pequena menina.

Cheguei por lá, a cidade praticamente nao muda. Varias placas dizendo que ja havia internet no local me deixou bastante alegre, a cidade finalmente esta crescendo.

Passei por onde a minha avó morava, a casa foi totalmente reformada e estava morando uma familia de jovens casais nela. Andei mais um pouco, por mais uns dois quarteirões e cheguei em frente a casa de Jessica. Por sorte, a encontrei na sacada do segundo andar, lendo um livro.
Sabia que era ela pelo cabelo. Estava mais linda do que nunca, vestindo um conjunto adoravel de uma regata branca e um shortinho pequenino, o calor tambem estava presente ali. Estacionei o carro em frente a casa dela, a mãe dela estava no jardim molhando algumas plantas, me notou e foi logo para um abraço, me reconheceu sem demora.

A ninfeta la na sacada notou que a mãe estava com visita, e esticou o pescoço para o jardim, para ver quem era. Enquanto eu comprimentava a velha mãe de Jessica, eu a vi olhar para mim, olhos tremulos e misteriosos. Pude ver os peitos da garota, uma tremenda diaba vestida com roupas de verão. Ela soltou um grito e correu para me ver, afinal, devia fazer quase 8 anos que não nos viamos, desde o episodio lá na casa abandonada.

A mãe dela gostava de mim, eu era o unico no qual ela gostava, ja que, era sempre eu quem a convidava para jogar bola conosco, apesar de Jessica voltar toda machucada, a mae dela gostava que a convidavamos, assim ela aprendia que nao devia brincar com garotos.

Do jeito que a mãe dela foi atenciosa e carinhosa comigo, conclui que, talvez Jessica nunca tivesse contado para a sua mãe sobre o episodio na casa abandonada, afinal, poderia ter sido considerado um estupro.

Jessica chegou até o jardim, me abraçou e me deu um beijo no rosto, dizia que estava com saudades de mim e de todo o pessoal. Conversei com ela e com a sua mãe, me contaram como as coisas ficaram naquela cidade, aos poucos estava crescendo, o ensino ficando bom, e que Jessica ja tinha capacidade para passar no Vestibular, e que poderia se mudar pra São Paulo capital pra estudar. Eu, com meu sorriso de sedutor barato, estava com o braço por cima do ombro de Jessica, fingindo ser um grande amigo gay dela, demonstrei estar muito atencioso, disse que até poderia ajudar no caso de Jessica encontrar algum lugar para morar, ja que conhecia muita gente na capital.

Qunado houve uma brecha nos assuntos, convidei Jessica para irmos tomar um sorvete no centro, ela aceitou sem demora, olhou para si mesma e eu a tranquilizei dizendo que aquela roupa estava perfeita. Alias, eu estava louco para continuar vendo aquela roupinha pequena nela. Ou fora dela, claro.

Eu estava excitado a todo tempo, decidimos ir caminhando, ja que a cidade toda é proxima do centro, fomos conversando sobre estudo, eu a falei que estava fazendo faculdade, e ela alegre em começar a fazer uma. Eu falei sobre algumas namoradas, e ela sobre um garoto que a traiu alguns anos atras.
Fui direto ao ponto, perguntei se eles haviam dito uma relação mais quente um com o outro, e ela me garantiu que não, mas tambem nao tocou no assunto sobre a casa abandonada.

Pagamos pelo sorvete e continuamso caminhando pela cidade, tranquila e silenciosa. Passamos em frente a casa abandonada, onde haviamos 'brincado' a muito tempo atras, a casa agora estava toda reformada, porem fechada.
Comentei com ela sobre aquela tarde, no inicio, pedi desculpas para ela, com a voz tremula, disse para ela que voltei para a cidade porque me arrependi pelo que fiz, queria recomeçar com ela, e aceitei que o fato de termos enfiado o pau na xotinha virgem dela tinha sido uma coisa muito errada.

Ela aceitou as desculpas, disse que tambem, na epoca nao sabia o que estava fazendo, ou se deixando levar. Aceitou as minhas desculpas e me abraçou. Jessica disse que nunca contou para ninguem, e que guardou profundamente o segredo, e que queria  me mostrar algo. Pediu para que eu a levasse para uma fazenda, proximo ao centro de monteiro, lá tinha um riacho ela disse, e queria fazer um pequinique comigo por lá.

Perguntei o motivo, e ela apenas disse que era tudo que sempre sonhou, passear com um antigo amigo.

Aceitei, claro, afinal, ficar com ela estava sendo otimo, poderiamos ser amigos, mas, isso tudo só aumentava as minhas chances de usar um charme barato nela e conseguir trepar denovo, e desta vez, nao com uma garota sem pelos na xota, mas sim, com uma ninfeta com peitos e libido de sobra.

Fomos até esta fazenda, na verdade, invadimos umas cercas de propriedade de alguem, e, debaixo de um morro, atras de algumas arvores, poderiamos ficar a sós, de frente para um lago maravilhoso. O calor devia estar mais de 35 graus. Então, tirei a camisa, meu corpo nunca foi definido, nunca fiquei horas na academia, mas tambem nunca tive barriga de chopp. Ela suspirou um 'uui' quando me viu sem camisa. E mergulhou na agua de roupa e tudo. Quando levantou, seus seios estavam todos a vista, ja que nao usava sutia e só uma regata branca.

Deliciosa, conseguiu me deixar excitado e com muito desejo. Mergulhei e fui na direção dela. Eu olhava diretamente nos olhos dela, ela prendeu o cabelo e sorriu. Tambem me olhava nos olhos, com um certo sorriso malicioso no canto da boca. Ela passou os braços por cima da minha cabeça, me abraçou, encostou bem os seios em mim e sussurrou: "Desde aquele dia, eu tenho muito fogo".

Não precisou falar muito, segurei a sua cintura e direcionei minhas maos nos botoes do shorte dela. Ela facilitou que eu o tirasse. Ela estava usando uma calcinha, mas nao era problema algum. Começamos a nos beijar, e o beijo dela ainda estava com gosto de sorvete. Ficamos nos beijando por varios minutos, enquanto ela direcionava seus dedos até o meu short e o começava a abaixa-lo. Ela pode sentiu o meu pau grosso apontando para ela. Agarrei as suas nadegas, e a levantei. Na agua nao era tao dificil. Ela mesmo colocou a calcinha de lado, e começou a mordiscar a minha orelha. O unico trabalho que tive foi de continuar segurando ela com as duas mãos, a penetraçao do meu pau todo na sua xota foi a parte mais excitante.



Senti meu pau explodir, eu queria era bombar, mas fiquei com pena da garota. comecei a meter devagar nela. A levantando apenas com meus braços, ela pra cima e pra baixo. Estavamos em silencio, a nao ser pelo suspiro dela. A paisagem verde das arvores ao nosso redor nos dava a sensação de estarmos sendo observados por qualquer coisa que seja que tenha na natureza. Mas isso nao era motivo pra ela se abalar, começou a mexer com vontade o quadril, eu só precisava segurar a sua bunda, e ela mandou a ver no meu pau. Saracoteando ele com vontade, pra cima e pra baixo, com muito tesão.

Ela começou a arranhar as minhas costas, e eu consegui beijar e mordiscar os seus seios, ainda por cima da regata, ela sentia o prazer de qualquer jeito, e por fim, soltou um gemido estrondoso.
Gozei logo em seguida, depois desse gemido de prazer que ela soltou. Continuamos abraçados na agua. Ela queria mais, e então, eu tive a ideia de leva-la para o carro.

Nos beijamos por mais alguns minutos, meu pau ainda estava excitado, ela segurou bem nele e queria chupa-lo.

"Vamos continuar isso lá dentro querida"

... Esta historia Continua aqui.

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