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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Quando fui visitar a Jessica (Parte 2)




Olá caro Leitor, para voce que perdeu a primeira parte desta tremenda viagem a Monteiro Lobato, fica aqui o link da primeira parte. Segue.
Boa Leitura.


Fomos direto para o carro. Ela no banco do
passageiro, chupou meu pau como nunca. Adorando ele, ela o lambia de cima em baixo, passava a lingua como nunca, o socava as vezes, com dedinhos deliciosos, abria os olhos e me penetrava com olhares diabolicos. Era mesmo uma ninfeta adorável. Ela passava a língua em toda a extremidade do meu pau, conseguia usar a ponta da linguá no buraco da cabeça roxa do meu pinto. Segurava as minhas bolas e as massageava com carinho, eu conseguia sentir cada espermatozoide de dentro de mim se acalmando com aqueles dedos mágicos de Jessica. Ela continuou me chupando, enfiou o meu pau inteira na boca, a cabeça do meu pinto atingiu a sua goela, mas ela não soou barulho nenhum, eu acabei ejaculando muito libido em toda a sua boca, ela tirou a boca e continuou chupando, tomando cada libido que saiu da cabeça molhada do meu pau. Meu pau estava pulsando, eu queria muito enfiar a minha pica naquela garota deliciosa, fogosa, atraente, GOSTOSA!



Partimos pro banco de tras do carro, ali, ela ficou de quatro, e eu pude meter nela com tudo, metia bombando aquela xotinha o maximo que pude. Queria gozar mais segurei, ela tambem gemia, indo pra frente e pra trás, no meu ritmo. Eu, só de joelhos no banco, comecei a pegar um ritmo adoravel de vai e vem, ao segurar a goza no meu pau, senti que poderia dar bombadas mais fortes, entao comecei.



Um, dois, tres, quatro, cinco, seis bombadas que fazia a cabeça dela bater no vidro do carro, ela começou a gemer mais alto, e a bucetinha dela, além de muito molhada, começava a apertar o meu pau. Eu nao parei, e isso foi motivo pra meter ainda mais. O meu saco começou a bater na xota dela com mais força. Ela pos as maos no vidro do carro, queria aguentar mais as bombadas, começou a me dar bundadas mais fortes, queria o meu pau todo dentro daquela buceta apertada. Comecei a bombar ainda mais, segurei os peitos dela e apertei os bicos, ela começou a gemer com um tom de voz diferente, parecia que ia desmaiar, e continou com os sonoros: "Vai, continua, mete mais, mais, mais, não para, não para".

Eu pude bombar mais 8 vezes com uma força de machucar o meu saco que balançada pra lá e pra cá. E então ela parou, parecia cansada. Senti jorrar a minha goza pra dentro dela, e ela devolver com o libido quente, feminino, diabolico.

Ela tirou o meu pau, e foi direto pro meu pau, pra chupa-lo. Ficou chupando e nao demorou muito gozei denovo. Ela deixou que eu gozasse em seus peitinhos deliciosos.

A beijei por alguns minutos, e sentamos lado a lado. Ela ficou com os pés no meu pau, cansado. Estavamos suados, precisavamos de um bom banho, fora inesquecivel aquele encontro louco com Jessica.

E ela, fogosa ainda disse: "Podemos repetir a dose no riacho, e toda vez que vier pra cá, que tal?"

Eu, como sempre, acabei pensando com o pinto, e a fiz o convite: "Venha morar comigo em são paulo, e vamos repetir a dose todos os dias".

Ela me beijou com muito tesão.

Parti para São Paulo no mesmo dia, com o saco vazio de tanto gozar naquela deliciosa ninfeta. Voltariamos a nos encontrar com mais frequencia, e admito, a buceta dela é a que mais me fascina, quando está quase gozando, ela aperta como um elastico preso no pinto com muitas voltas. Jessica tem mesmo uma buceta adoravel.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Quando fui visitar a Jessica (Parte 1)


Já lhes contei anteriormente sobre Jessica, uma doce e garota inocente que eu e meus amigos acabamos brincando de orgia quando eramos mais novos.

desde então, não tivemos mais motivos para voltar pra Monteiro Lobato, afinal, depois do episodio, a avó de Caue se mudara do interior para a capital, e eu e meus amigos nao tinhamos mais como voltarmos pra lá.

Eu devia ter meus 22 anos, eu estava solteiro na época, era um dia quente de verão, e eu estava com o saco cheio de esperma. Não me masturbava a um bom tempo, e ja fazia algumas semanas que nao saia com nenhuma garota. Então, me lembrei da pobre Jessica, lá de Monteiro Lobato.

Liguei para um velho amigo, Caue, no qual tambem participou da suruba.
Neste grande periodo de tempo, nós sempre comentavamos sobre ela, ela havia sido a nossa primeira musa, e a  nossa primeira experiencia. Depois daquilo, eu e ele ja haviamos ido em alguns bares de Strippers e comido algumas prostitutas juntos, mas, eu queria mesmo era falar sobre a pequena Jessica. Ele nao sabia sobre ela, mas, imaginou que talvez a guria morasse no mesmo lugar que antes.

Não me sobrou hesitação, peguei o carro, enchi o tanque de gasolina e parti para o interior de São Paulo, encontrar a pequena menina.

Cheguei por lá, a cidade praticamente nao muda. Varias placas dizendo que ja havia internet no local me deixou bastante alegre, a cidade finalmente esta crescendo.

Passei por onde a minha avó morava, a casa foi totalmente reformada e estava morando uma familia de jovens casais nela. Andei mais um pouco, por mais uns dois quarteirões e cheguei em frente a casa de Jessica. Por sorte, a encontrei na sacada do segundo andar, lendo um livro.
Sabia que era ela pelo cabelo. Estava mais linda do que nunca, vestindo um conjunto adoravel de uma regata branca e um shortinho pequenino, o calor tambem estava presente ali. Estacionei o carro em frente a casa dela, a mãe dela estava no jardim molhando algumas plantas, me notou e foi logo para um abraço, me reconheceu sem demora.

A ninfeta la na sacada notou que a mãe estava com visita, e esticou o pescoço para o jardim, para ver quem era. Enquanto eu comprimentava a velha mãe de Jessica, eu a vi olhar para mim, olhos tremulos e misteriosos. Pude ver os peitos da garota, uma tremenda diaba vestida com roupas de verão. Ela soltou um grito e correu para me ver, afinal, devia fazer quase 8 anos que não nos viamos, desde o episodio lá na casa abandonada.

A mãe dela gostava de mim, eu era o unico no qual ela gostava, ja que, era sempre eu quem a convidava para jogar bola conosco, apesar de Jessica voltar toda machucada, a mae dela gostava que a convidavamos, assim ela aprendia que nao devia brincar com garotos.

Do jeito que a mãe dela foi atenciosa e carinhosa comigo, conclui que, talvez Jessica nunca tivesse contado para a sua mãe sobre o episodio na casa abandonada, afinal, poderia ter sido considerado um estupro.

Jessica chegou até o jardim, me abraçou e me deu um beijo no rosto, dizia que estava com saudades de mim e de todo o pessoal. Conversei com ela e com a sua mãe, me contaram como as coisas ficaram naquela cidade, aos poucos estava crescendo, o ensino ficando bom, e que Jessica ja tinha capacidade para passar no Vestibular, e que poderia se mudar pra São Paulo capital pra estudar. Eu, com meu sorriso de sedutor barato, estava com o braço por cima do ombro de Jessica, fingindo ser um grande amigo gay dela, demonstrei estar muito atencioso, disse que até poderia ajudar no caso de Jessica encontrar algum lugar para morar, ja que conhecia muita gente na capital.

Qunado houve uma brecha nos assuntos, convidei Jessica para irmos tomar um sorvete no centro, ela aceitou sem demora, olhou para si mesma e eu a tranquilizei dizendo que aquela roupa estava perfeita. Alias, eu estava louco para continuar vendo aquela roupinha pequena nela. Ou fora dela, claro.

Eu estava excitado a todo tempo, decidimos ir caminhando, ja que a cidade toda é proxima do centro, fomos conversando sobre estudo, eu a falei que estava fazendo faculdade, e ela alegre em começar a fazer uma. Eu falei sobre algumas namoradas, e ela sobre um garoto que a traiu alguns anos atras.
Fui direto ao ponto, perguntei se eles haviam dito uma relação mais quente um com o outro, e ela me garantiu que não, mas tambem nao tocou no assunto sobre a casa abandonada.

Pagamos pelo sorvete e continuamso caminhando pela cidade, tranquila e silenciosa. Passamos em frente a casa abandonada, onde haviamos 'brincado' a muito tempo atras, a casa agora estava toda reformada, porem fechada.
Comentei com ela sobre aquela tarde, no inicio, pedi desculpas para ela, com a voz tremula, disse para ela que voltei para a cidade porque me arrependi pelo que fiz, queria recomeçar com ela, e aceitei que o fato de termos enfiado o pau na xotinha virgem dela tinha sido uma coisa muito errada.

Ela aceitou as desculpas, disse que tambem, na epoca nao sabia o que estava fazendo, ou se deixando levar. Aceitou as minhas desculpas e me abraçou. Jessica disse que nunca contou para ninguem, e que guardou profundamente o segredo, e que queria  me mostrar algo. Pediu para que eu a levasse para uma fazenda, proximo ao centro de monteiro, lá tinha um riacho ela disse, e queria fazer um pequinique comigo por lá.

Perguntei o motivo, e ela apenas disse que era tudo que sempre sonhou, passear com um antigo amigo.

Aceitei, claro, afinal, ficar com ela estava sendo otimo, poderiamos ser amigos, mas, isso tudo só aumentava as minhas chances de usar um charme barato nela e conseguir trepar denovo, e desta vez, nao com uma garota sem pelos na xota, mas sim, com uma ninfeta com peitos e libido de sobra.

Fomos até esta fazenda, na verdade, invadimos umas cercas de propriedade de alguem, e, debaixo de um morro, atras de algumas arvores, poderiamos ficar a sós, de frente para um lago maravilhoso. O calor devia estar mais de 35 graus. Então, tirei a camisa, meu corpo nunca foi definido, nunca fiquei horas na academia, mas tambem nunca tive barriga de chopp. Ela suspirou um 'uui' quando me viu sem camisa. E mergulhou na agua de roupa e tudo. Quando levantou, seus seios estavam todos a vista, ja que nao usava sutia e só uma regata branca.

Deliciosa, conseguiu me deixar excitado e com muito desejo. Mergulhei e fui na direção dela. Eu olhava diretamente nos olhos dela, ela prendeu o cabelo e sorriu. Tambem me olhava nos olhos, com um certo sorriso malicioso no canto da boca. Ela passou os braços por cima da minha cabeça, me abraçou, encostou bem os seios em mim e sussurrou: "Desde aquele dia, eu tenho muito fogo".

Não precisou falar muito, segurei a sua cintura e direcionei minhas maos nos botoes do shorte dela. Ela facilitou que eu o tirasse. Ela estava usando uma calcinha, mas nao era problema algum. Começamos a nos beijar, e o beijo dela ainda estava com gosto de sorvete. Ficamos nos beijando por varios minutos, enquanto ela direcionava seus dedos até o meu short e o começava a abaixa-lo. Ela pode sentiu o meu pau grosso apontando para ela. Agarrei as suas nadegas, e a levantei. Na agua nao era tao dificil. Ela mesmo colocou a calcinha de lado, e começou a mordiscar a minha orelha. O unico trabalho que tive foi de continuar segurando ela com as duas mãos, a penetraçao do meu pau todo na sua xota foi a parte mais excitante.



Senti meu pau explodir, eu queria era bombar, mas fiquei com pena da garota. comecei a meter devagar nela. A levantando apenas com meus braços, ela pra cima e pra baixo. Estavamos em silencio, a nao ser pelo suspiro dela. A paisagem verde das arvores ao nosso redor nos dava a sensação de estarmos sendo observados por qualquer coisa que seja que tenha na natureza. Mas isso nao era motivo pra ela se abalar, começou a mexer com vontade o quadril, eu só precisava segurar a sua bunda, e ela mandou a ver no meu pau. Saracoteando ele com vontade, pra cima e pra baixo, com muito tesão.

Ela começou a arranhar as minhas costas, e eu consegui beijar e mordiscar os seus seios, ainda por cima da regata, ela sentia o prazer de qualquer jeito, e por fim, soltou um gemido estrondoso.
Gozei logo em seguida, depois desse gemido de prazer que ela soltou. Continuamos abraçados na agua. Ela queria mais, e então, eu tive a ideia de leva-la para o carro.

Nos beijamos por mais alguns minutos, meu pau ainda estava excitado, ela segurou bem nele e queria chupa-lo.

"Vamos continuar isso lá dentro querida"

... Esta historia Continua aqui.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Prima Helena!


Este conteúdo NÃO insentiva ou incita a prática de sexo ilegal como incesto, pedofilia, bestialidade e necrofilia! 

Eu sei que soa estranho o Incesto, parece ser coisa do diabo, coisa extritamente proibida por Deus, mas, acontece que, é ali onde acontecem os maiores aprendizados sexuais da nossa infancia: COM AS PRIMAS.

Eu por sinal, tenho o azar de ter apenas 3 primas na familia, tanto por parte de pai quanto de mãe. Duas moram aqui no Brasil e uma na Italia, com a irmã do meu pai.

As minhas duas primas daqui, chamam-se Luana e Helena, sempre foram mais novas do que eu, quando eu tinha meus 14 anos, elas tinham 12 e 13. Helena sempre aprendera comigo sobre tudo, tanto ler, quanto escrever, correr, brincar, montar lego e jogar video game. Assim como eu aprendi com ela a como se fazer um bom sexo oral.

É claro que, nao tinhamos noção nenhuma do que estavamos fazendo, é claro, tudo começou assim.

Eu e Helena nos reuniamos todo os sabados, foi uma epoca agradavel, eu ainda tinha sonhos molhados com Jessica de Monteiro Lobato, morria de vontade voltar pra la, mas, infelizmente, a poucos meses a minha a avó de Caue ja havia se mudado, e entao nao tinhamos mais motivos pra ir para aquela cidade. Prometi para mim mesmo voltar e reencontrar Jessica, mas isso é historia pro futuro.

Então, como nao tinha Jessica pra enfiar a cabeça do meu pau, comecei a cobiçar a xoxotinha de Helena. Ela por sinal, havia se menstruado a poucos meses, ja estava se sentindo uma mocinha grande, embora, tivesse fortes cólicas sempre que estava para menstruar.

Certo sabado, fiquei na casa dela, os pais dela haviam saido, ido fazer compra ou qualquer outra coisa, e eu e ela iriamos ficar sozinhos pela tarde toda. Iriamos jogar video game, se ela nao tivesse ficado doente.

Ela não queria se levantar, queria ficar só deitada. O quarto dela era espaçoso e bem gelado, nao era um dia quente, estava para chover e o tempo estava nublado. O dia seria tedioso e chato. Ela percebeu o meu tedio, e disse que eu poderia me deitar com ela debaixo da coberta, mas que acima de tudo, ela precisava era dormir.

Ficamos ali deitados, ela estava apenas com os olhos fechado, e ficavamos convesando aos poucos sobre alguns jogos do Super Nintendo. Ficamos comentando sobre o 4º castelo do Super Mario World, ela ria e a sua cólica aumentava. Ela ficou deitada de lado, e eu, como nao era bobo, levantei a coberta para ver o corpinho dela. Ela estava deitada só de calcinha, o que fez meu pinto levantar e ficar duro de vontade penetrar aquela garota.

Resolvi fingir que estava com frio, agarrei a minha prima e fiquei encostado nela. Passei meu braço por cima dela e deixei a minha mão logo a frente do seios dela. Meu pau duro estava encostado na bunda dela. Ela estranhou, foi um pouco para frente ficando longe do meu pinto duro, e eu acompanhei ela, encaixando o meu pau naquela bundinha redonda.
Ela virou para mim e disse que algo estava incomodando ela, eu disse que era normal, e ja que nao ia mais incomodar. Ela ficou encostada em mim, e eu tentando encaixar o meu pau ainda mais na fenda daquela bundinha. Meu pau estava molhado de prazer, parecia que eu ia gozar. Ela se encheu daquilo e se virou para mim, olhou por debaixo da coberta e viu o volume do meu pau.

_Nossa, o que é isso? 
Ela sabia o que era um penis, e sobre o fato dele ficar ereto, mas com o rosto vermelho de verdade, ela ouçou fazer a questão.

_É que eu fiquei animado vendo voce de calcinha, desculpa.
Ela aceitou as minhas desculpas, e continuamos deitados, meu pau nao amolecia. Apesar de ter ficado envergonhado por ela ter visto o meu pau ereto com um grande volume na calça, ela tambem ficou envergonhada por eu ter falado sobre a calcinha dela.

Eu fechei os olhos, fingi que ia dormir pra ela dormir tambem, qunado ela dormisse, eu poderia me aproveitar e espiar a xotinha dela. Mas para a minha surpresa, ela tinha algo melhor em mente.
Senti seus dedos no meu pinto, aos poucos, ela o agarrou por completo. Eu abri os olhos e ela estava olhando para ele debaixo da coberta.

_Primo, posso espiar?

Obviamente que a deixei, "Claro prima, mas com uma condição". Ela sabia o que viria após esta minha frase: "Quero ver a sua [bucetinha] tambem", e aceitou, eu mal terminei de dizer a frase e ela ja estava abaixando a minha calça para ver o meu pau duro.

Ele estava molhado, meu pau estava pulsando de vontade enviar naquela bucetinha dela. Ela estava de meia, começou a passar o pé no meu pau, e dizendo o quanto ele era duro. Perguntou-me se era duro sempre, ou se era só quando via uma calcinha, eu disse que ele ficava duro toda vez que eu estava perto dela.
Ela avermelhou toda, nao sabia o que dizer. Ela então o tocou com as mãos, eu quase fechei os olhos de prazer, mas, resolvi guia-la. Segurei as suas mãos e comecei a guiar ela, pra cima e pra baixo, me masturbando. Ela não dizia nada, eu apenas disse: "É assim que voce tem que fazer pra ele amolecer". Ela pareceu com olhos bem atentos, queria aprender como me satisfazer. Eu comecei a aumentar o ritmo da masturbação, até não conseguir segurar, acabei gozando na mão dela. A minha goza era pouca coisa na época, era mais um libido, nao tinha tanto espermas. Ela se assustou, e sorriu, "O que eu faço com isso?". Eu nao sabia o que dizer a Helena, tambem nao sabia o que fazer com a porra, então, disse pra ela que poderia limpar na cama.

E então, com a maior cara de pau do mundo, pedi para ela pra mim ver a bucetinha. Ela abaixou a calcinha até as coxas. Era fascinante. Poucos pêlos e uma xotinha fechada. Era apenas um risco no meio da pele, algo fechado, puro e inocente, Eu oucei tocar a xota dela, mas ela tirou a mão, disse que aquilo nao era certo.

Eu olhei profundamente nos olhos dela e disse: "Talvez nunca mais tenhamos a mesma chance", puxei a calcinha dela até o pé, ela continuou deitada e eu abri as pernas dela. A bucetinha se abriu por um instante, parecia molhada, mas continuava fechada. Eu me aproximei da xotinha dela para sentir o cheiro. Era um cheiro forte, de pelos, libido, que acabou fazendo eu entesar denovo. Meu pau estava renovado, pronto pra mais uma loucura.

Loucura foi o que me veio na cabeça, tudo que eu queria era comer aquela bucetinha, e foi o que eu acabei fazendo literalmente, eu abri a boca e parti com a lingua pra dentro daquela fenda deliciosa. Ela gritou de susto, nao esperava a  minha lingua passando de cima pra baixo e baixo pra cima na fendinha. A fenda foi se abrindo aos poucos, e ela estava muito molhada. Ela estava tremendo, a minha prima nao sabia como reagir as minhas lambidas, ela começou a gemer, e a dizer que estava bom. Ela só repetia essas palavras: "Esta bom, esta bom...", e o meu pau ainda pulsando instintivamente. Eu nao conseguia parar de chupa-la. No meio da fenda, encontrei uma pequena carne rosada (que mais tarde descobriria que era o clitoris, e que toda mulher possui). Comecei a lamber aquele pedacinho de carne ela estremeceu ainda mais, seu quadril ficou mais firme, e vi que ela ficou apenas com a ponta do pé apoiada na cama, o quadril dela começou a se mexer com velocidade a cada lambida e chupada que eu dava naquele grelinho molhado. A xoxotinha dela estava molhada por completo, ja havia molhado o meu queixo, e eu continuava a chupando, a minha lingua toda nela. Ela segurou o meu cabelo com as mãos, gemia tão alto que, chegou um momento em que o quadril relaxou. A carne rosada que eu tambem chupava como uma bala se contraiu, e a bucetinha inteira dela começou a se mover, os musculos começaram a se contrair e a se abrir sozinhos. Eu olhei para o meu pau e eu tambem ja tinha gozado, embora ele continuasse em pé. A minha prima estava deliciada, com os olhos fechados e com a buceta toda molhada, ela disse mais tarde que havia sido a melhor sensação do mundo.

Depois disso, soube que todas as garotas gostam de uma boa chupada. E como Shakespear diria: "Trepar é Humano, Chupar é Divino".



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sexo no café da manhã!


Quando morava com a Emily, admito, eu me preocupava muito com a minha saúde  desde um dia em que fomos trepar e eu deu 4 gozadas rápidas, e ela disse que eu devia prender melhor essa porra, literalmente.

Eu fazia caminhada e corria cerca de 10 quilômetros todos os dias, chegava exausto e cansado em casa. Geralmente, ela ja tinha preparado o nosso café, tomávamos café juntos e íamos fazer o que tínhamos que fazer: Sexo.
Depois pensávamos no trabalho.

Houve um dia em que estava correndo, e vi um grupo de mulheres correndo juntas, todas fofocando a vida de não-sei-quem e sorrindo, mas, o que me chamou atenção em todas elas foram as roupas de ginastica.

Malditas roupas de ginastica pra deixar o pau duro, é instantâneo  voce pode estar pensando em Ursinhos Carinhosos, mas você viu uma bunda daquelas, pronto, a sua mente entra em frenesi, e tudo que é pornográfico, excitante e explosivamente entesante, vem a sua mente.

Voltei para o nosso apê, ainda pensava naquelas bundas correndo na minha frente, eram muito excitantes, eu não conseguia resistir, eu precisava socar uma punheta quando chegasse em casa, pensando nas bundas das senhoras que corriam no mesmo parque do que eu.

Quando abri a porta, dei de cara com Emily, só de calcinha, de costas para mim. Ela estava com a barriga encostada na bancada do apê, colocando café para nós dois;
_Bom dia amor, tudo bom?
Não aguentei, vi aquela bundinha deliciosa, só de calcinha, desprotegida e louca pra ser comida.

Agarrei Emily por trás  eu estava todo suado, mas ela nem ligou, sentiu que meu pau estava demasiado duro, e quando ele estava dessa forma, ela ria. Sabia que ali viria orgasmos multiplos, e que caso ela pedisse eu chuparia o grelo dela com toda felicidade do mundo. Eu comecei a beijar a sua nuca, ela mal falou, largou as xicaras de café na bancada e empinou a bunda para mim, sentindo ainda mais o meu pau entesado e pontudo na bunda dela. Ela colocou as mãos para tras, alisando meu cabelo, e eu continuava a beijando, teria que fode-la ali mesmo, segurei sua cintura, e ela ja sabia o que isso queria dizer. Ela colocou a calcinha de lado e eu abaixei a minha calça molhada, nao pensei duas vezes, METI COM TUDO NA XOTA DELA.

Ela gritou, sem premilinares nenhuma, ela estava arrepiada, e eu louco de tesão, estava com calor, e como ja contei aqui, o calor me deixa com frenesi na cama. Eu comecei a morder o ombro dela, ela segurou forte na bancada enquanto eu metia forte , e a bunda dela tremia. Fazia um barulho tremendo do meu corpo batendo no dela, ela dava cada baque pra frente, sendo empurrada. Mas eu nao estava com noção da minha força, estava metendo com tudo que podia nela.



De repente, ela me deu uma bundada pra tirar o meu pau de dentro dela. Ela se virou para mim, se sentou em cima da bancada e abriu as pernas. Só foi eu abraça-la denovo e o meu pau instintivamente se encaixou na bucetinha molhada dela, metia com tudo. Ela agarrada aos meus ombros continuava gemendo, quase gritando de prazer incontrolável  Estava gozando, mas nao conseguia parar. Acabei gozando dentro da xota dela, e ela não queria que eu parasse, continuou pedindo por mais, mais, mais.

Me agarrou com as pernas por tras, me prendendo nela, parei de bombar na sua xota, mas agora era ela que queria por mais sexo. Ela agarrada em mim, pulou da bancada, Agora estavamos de pé, eu segurando a bunda dela, a levantando pra cima e pra baixo, sendo apoiada apenas pelo meu pau, furioso, frenético!

Ela gozou, em cima do meu pau. Comprimiu toda a xota dela, apertando o meu pinto como nunca. Todos os seus músculos envolveram a minha glande, e eu tive que suspirar, gemi alto de prazer. Quando tirei meu pau, toda a minha goza escorreu da sua buceta.

E ela disse: "Toma o café, e vamos pra cama, não acabou não".

E isso era só o começo dos nossos dias a dois.

-- Se gostou, segue aqui o link do Audio Conto.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Amor no Colegial (Angela, parte 4)


Oi leitores do Cenas muito Quentes.

Hoje vou continuar contando as historias que tive junto com Angela, o meu amor no Colegial.

Angela era uma gracinha, inocente apesar de ser uma otima chupadora de pintos, inocente sim, bobinha sim, mas nada frigida. Sabia a hora de começar a massagear as minhas bolas, talvez por curiosidade.

me lembro de um dos nossos encontros, sempre eram em casa, das 15:10 as 17:50, sempre ficavamos na sala de casa ou no meu quarto, e faziamos amor a quase todo dia. Juntos, aprendemos a nos lembrar de sempre colocar a camisinha, porque, como ja contei no conto passado, passamos varias semanas desesperados, desde que gozei dentro da xota dela com tudo que pude.

Era um dia de calor, eu e Angela estavamos no meu quarto, estavamos tao excitados, principalmente porque as aulas de Biologias estavam falando sobre Sexo, e na sala de aula ficavamos nos entre olhando todo o tempo. A cada olhada dela, meu pau ficava duro, e nao tinha como esconder, ia toda hora ate a carteira dela, infelizmente, tinhamos que sentar longo, ja que as carteiras eram organizadas pela ordem Alfabetica.

Mas isso nao era problema pra nós, quando saiamos de lá, as 13:00, nos beijavamos por umas meia hora atras da pilastra do patio, onde ninguem via. E quando a turma do periodo da tarde chegava, as 13:45, nós saimos pelo portao. Para nossos pais, estavamos nos esforçando pra passar em provas de ensino Técnico, era o nosso segredo.
E depois dos beijos, como ja disse, as 15:10, eu abria a porta de casa, e ela entrava, sempre cheirosa depois de um longo banho e preparação para me ver.

Como eu ia dizendo, certo dia, estavamos morrendo de calor, e tambem estavamos excitados, desmontei ela na cama, meti com tudo que pude. Nesta epoca, estava ganhando resistencia na duração do sexo, assim como ela tambem estava ficando mais fogosa, ela estava com muito mais energia, e precisava que eu metesse por mais tempo na xota dela, ate ela tremer as pernas, que era o sinal de quando ja estava gozando. Experimentavamos varias posições novas, experimentavamos tudo de novo e que tinhamos em mente. O nosso primeiro 69, a primeira espanhola que tive na vida tambem foi com ela. E em dias de calor, eu sentia ainda mais fúria, talvez por causa do quarto fechado ou porque o suor me fazia ficar incansavel, mas eu metia nela furiosamente, meu saco ficava batendo na bunda dela com furia, que quando terminavamos, alem de dor nos musculos do estomago, o meu saco tambem ficava roxo, sem contar a bunda dela.

Depois do sexo, ficavamos trocando beijos, eu a masturbava ate ela dizer chega, sempre fora assim.

Foi um dia em especial que, quando comecei a masturba-la, depois do sexo, ela disse que queria mais. Olhei para o meu pau e ele nao se levantava, faziamos muito sexo, faziamos um dia sim e um dia nao, e no dia em que nao faziamos sexo, ela me chupava o pau e o saco, até esvazia-lo todo. Não aguentaria repetir a dose, entao decidi continuar masturbando-a, mas ela nao queria apenas isso, ela queria mais, pegou o meu pau ainda mole e começou a esfregar na xota, mas ele nao levantava, nao adiantava. Estavamos suados e exaustos, entao, propus um banho.

Ela aceitou, com o banho iriamos sossegar o fogo.
Foi o que tinha pensado ao menos.

Quando ligamos o chuveiro, e ela começou a esfregar os seios, pra tirar o suor, o meu pau começou a se levantar, ela riu e indagou que aquilo só podia ser brincadeira. Segurei-a pela cintura, ela agarrou o meu pau com as duas mãos e foi direcionando pra bucetinha. Foi a nossa primeira transa em pé, com a agua escorrendo os nossos corpos suados, naquele dia quente de verão, fodiamos endoidados. Ela rebolava no meu pau, tinhamos um ritmo frenetico, e ela nao parava de jeito algum. Toda a minha energia de adolescente de 16 anos estava indo embora. Ela ergueu uma perna, empinou a bundinha pra mim e eu mandei a ver, como todo bom dia de calor, bombava tao forte na buceta dela que o meu saco chegava a doer!

E o melhor de estar de saco vazio é que se mete e nao goza nunca. O cansaço vem, a dor no pinto vem, a dormencia chega, mas voce nao para de meter, ela começou a gemer alto, fiquei com medo dos visinhos ouvirem, mas, "foda-se", pensei, estava mandando ver na minha namorada, estava fazendo ela gozar de prazer, ela estava com os bicos do peito muito duros, e rebolava com muito prazer, com muita vontade! De repente, senti uma ejaculação em cima do meu pau, as pernas dela tremeram e a fez cair de joelho no box do banheiro. Ela teve uma ejaculação, assim como o homem tem, e que para nós, que ja somos velhos e experientes no assunto, sabemos que algumas garotas sao capazes disso.
Naquela época, eu e ela nos entre olhamos e pensamos: "Uau, isso realmente aconteceu?"

Meu pau estava vermelho, ja nao aguentava mais nada, ele ficou duro por um tempo mas, depois da gozada que ela deu no meu pau, nao queria mais saber de pintos. Tomamos o banho e fomos para o meu quarto, acabamos dormindo.


Acordamos era as 20 horas, meus pais ja estavam em casa, e eu tive que apresenta-la para toda minha familia. Nao foi sacrificio nenhum, e isso me fez ganhar uma mesada extra do meu pai. E uma aproximação dele tambem. Foi bem melhor sair com uma garota linda do meu quarto do que um garoto. E dizer que caimos no sono fez tão bem aos ouvidos do meu pai que só depois disso que ele viu que eu nao era apenas um garoto estranho que gostava de fotografias e playboys, eu era o que todo pai espera de seu filho: Um Fodedor de Bucetas Virgens!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Amor no Colegial (Angela, parte 3)


Olá pessoal, hoje vou terminar aquele conto que estava contando sobre a Angela, e a nossa tarde de muito Amor, e sobre quando começamos a namorar!

Pequenina Angela
Aquela tarde, eu ficaria sozinho em casa ate certa das 22 horas, e entao, convidei a deliciosa Angela pra ficar comigo. Ela confessou que nunca havia chupado ninguem atras da escola, e o que acontecia no colegio era que todos a zoavam por ela ser curiosa, em todos os sentidos. A historia estava muito mal contada, mas eu nao queria nem saber, ela estava chupando as minhas bolas no sofá de casa.

Não aguentei, nao conseguia aguentar, disse pra ela ficar pelada, e que eu tinha que penetra-la ali mesmo, no sofá. Ela tirou toda a roupa, o sutia e a calcinha eu nem notei ela tirando, ja estava se sentando no meu colo, segurando a cabecinha do meu pau e endireitando nos labios vaginais dela. Ela se sentou gostoso no meu pau, foi entrando pouco a pouco. Ela colocou o rosto ao lado do meu, e ficava sussurando poucas palavras, sedutoras, que fazia o meu pau pulsar: "Vai, isso, isso... Assim".

Já era o suficiente pra mim saber que ela queria mais. Segurei a sua bunda com tudo que pude, enchi a mao pra segurar tudo, e abrir bem aquela bundinha que ela tinha, e comecei a mandar ver, pra cima e pra baixo, quando eu cansava, era ela que continuava o ritmo, freneticamente, sussurrando que queria mais no meu ouvido.





Eu estava para gozar pela terceira vez, mas, notei que ela nao ficaria satisfeita, ainda nao tinha dito os tremiligues na perna, que dava sempre antes de dizer que estava tudo dormente. Entao, a deitei no sofá, a coloquei de costas pra mim e comecei a meter, continuava metendo naquela bucetinha apertada de Angela sem pensar em mais nada, eu nao queria gozar, eu fiquei segurando com o maximo que pude, chegou uma hora que nao consegui mais fazer nada, tive que gozar, e como sempre, eu deixava uma camisinha ao lado de onde estavamos, mas eu nunca me lembrava de usa-la!

Mesmo com todo aquele papo de lembrar de usar a camisinha, ou de andar com a camisinha no bolso, a camisinha do nosso lado, eu sempre começava a penetração sem colocar a porra da camisinha.

Continuei metendo nela e gozando, nao conseguia parar, ela sentiu o gozo na xoxotinha, e começou a gemer alto, dizia que era isso que ela queria sentir, era assim que ela queria que fosse, empinou a bundinha e, quando parei de bombar batendo meu saco na xota dela, foi ela que começou a rebolar no meu pau, engolindo ele todo.

Finalmente, tremeu as pernas, sabia que ali era o orgasmo dela, e ela se inclinou pra frente, tirando o meu pau todo melado da xotinha dela. Ela olhou pra mim, sorrindo como nunca. Ao me perguntar como eu havia deixado ao xotinha dela ainda mais quente, eu expliquei que tinha gozado dentro dela.

Pronto, este foi o fim daquela tarde agradavel, no qual estavamos repletos de sentimentalismo, sexo oral, e bombadas na xota dela. Ela se levantou desesperada e tivemos que correr pra um posto de saude, pra ter uma aula chata sobre Anti concepcional, pilulas do dia seguitne e sobre a porra da Camisinha.

Apesar de termos passado um pequeno desespero nos 7 primeiros dias, tendo pesadelos sobre gravides e tudo mais, tudo voltou ao normal, inclusive, de forma diferente, ja que agora eramos namorados.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Amor no Colegial (Angela, parte 2)


Depois dos acontecimentos que tive com Angela, aos meus 16 anos
Voltamos a nos encontrar muitas outras vezes, não assumíamos um compromisso, até porque, nao queria ter a fama de namorara a garota no qual era conhecida como chupadora de saco atras da escola, ou chupadora de bucetas no banheiro feminino.

Certo dia, ja estava louco pra meter nela novamente, no intervalo, mandei entregar uma carta pra ela, que dizia sobre quando iriamos nos encontrar denovo, e ela me respondeu que pra mim estava disponivel o tempo todo.

Fiquei feliz com a resposta dela, mas, na verdade, eu queria era outras respostas.

Foi na mesma epoca, meus pais nunca ficavam em casa das 15 as 18 horas, mas, naquele dia, meus pais tinham compromissos mais longos, e eu estaria sozinho em casa das 15 até la pelas 22 horas. Resolvi a convidar, para abrir o jogo e saber quem ela realmente era.

Ela chegou as 15:10, estava cheirosa, banho tomado, e perfumada, estava com os olhos pintados, uma gracinha. Mas, uma coisa havia mudado naquela bela garota, ela havia acabado de vir do dentista, e estava usando aparelho dentario.

Só pra observação, o meu plano, naquele dia, era dizer pra ela que queria uma chupetinha deliciosa, e durante o ato, eu iria perguntar se era verdade os boatos que se espalhavam sobre ela. Mas, confesso que fiquei morrendo de medo ao ve-la de aparelho, entao, resolvi conversar com ela primeiro.

Chegamos no meu quarto, e em vez de fechar as cortinas, como fiz das outras duas vezes que haviamos transado ali, eu as abri, sentei na cama e disse pra ela se sentar do meu lado, comecei perguntando: "É serio, preciso de respostas, nao consigo mais te beijar enquanto nao souber, é verdade que voce chupa o pau do Marquinhos e de toda a garota dele no fundo da escola?"
Uma nota importante é informar que, Marquinhos era o maior comedor de todo o colegio, ja havia tirado a virgindade de umas 8 garotas mais velhas, a historia dele eu posso contar outra hora!

Ela abriu os olhos arregalados, nao sabia o que dizer, entao, foi logo me contando:
_Acontece que, ele fica me pressionando, ele quer mesmo que eu o chupe, assim como algumas garotas quando entro no banheiro, todos eles querem me zoar, fazer com que eu seja uma escrava sexual, mas admito que, nunca pus a minha boca no pinto de ninguem, e nunca ninguem me tocou.

Essa era a versao dela, nao sabia ao certo se tinha que acreditar ou nao mas, como o pessoal da escola era bem sacana, era capaz mesmo que estavam apenas a zoando, ou a defamando. Naquele momento, me surgiu a pergunta se aquela vez que transamos no meu quarto, fora a primeira vez dela, assim como fora a minha primeira vez oficializada. Mas nao me arrisquei a perguntar, na verdade, essa é a duvida que tenho até hoje, ela era ou nao era virgem?

Ficamos deitados por algumas horas, resolvemos assistir a um bom filme, desci na cozinha e preparei pipoca para nós, ficamos assistindo a Entrevista com o Vampiro, e, foi naquele dia o mais tranquilo dos nossos encontros, ela estava cheirando tao bem, que nao resistia, dava-lhe varios beijos. Quando chegou na metade do filme, a pipoca ja tinha acabado, nao resisti e tive que tenta-la. Fui beijando o seu pescoço, os ombros, coloquei o cabelo dela de lado e fui beijando atras da orelha. Senti o seu corpo todo arrepiar, ela estava ficando excitada.

 Angela se virou e me beijou com tudo que pode, pude sentir a diferença no seu beijo, a primeira garota que estava beijando de aparelho. Ela então me olhou com olhos bem profundos, sabia o que estava fazendo, abaixou o meu short, notou que eu estava com o pau muito duro, alisou o meu pau certa de umas 5 vezes e riu, com aqueles dentinhos engradados.
Tirou o meu pau da cueca e entao o lambeu, parecendo um picolé. Lambei novamente e eu ja estremeci, era uma sensaçao otima, nunca tinha sentido nada igual, ela foi lambendo, mais rapido, mais rapido, e entao, o enfiou na boca, bem devagar! Podia sentir o braço dela tremer, ela estava com medo de estar fazendo algo errado, e ria de desespero, pra querer me dizer que estava tudo bem.

Ela começou a chupar o meu pau com mais jeito, passava a lingua enquanto ele estava na sua boca, e ela ia, pra cima e pra baixo com a cabeça, lambuçando o meu pau todo na sua boca.

Quando estava prestes a gozar, nao sabia muito bem o que fazer, me desesperei, queria sentir o gozo enquanto o meu pau estava coberto pela boca dela, antes que pudesse a avisar sobre o meu gozo, acabei gozando na goela da garota. Ela levantou desesperada com um susto, e engoliu assim que abri os olhos.

Ela parece ter ficado brava comigo, correu pro banheiro, talvez pra vomitar, nao sei.

Demorou uns 10 minutos, ja estava na porta do banheiro perguntando se estava tudo bem com ela. Ela abriu a porta e quando a vi, estava sentado no chao do banheiro, chorando. Ela dizia que aquilo nao era certo, estavamos fazendo sexo e avançando na relação de maneira errada, e que deviamos ser namorados pra continuar. Não tinha muito o que dizer, teria que aceita-lha como namorada, infelizmente, ao aceita-la como namorada, eu teria que enfrentar os grandalhões da escola que queriam a boca dela no pau deles. Mas ela era uma gracinha, uma doce garota, branquinha, de pele parecida com a neve, ela era ruiva, mais puxado pro castanho, e o sorriso encantador, ainda mais com o aparelho.

Eu disse sim pra ela, e que iriamos assumir o namoro juntos pra todo o pessoal da turma, afinal, fora a primeira garota na vida que consegui comer primeiro e namorar depois, juro.

Ela ficou alegre, e ali mesmo no banheiro me disse as primerias coisas picantes que ouvi na vida: "Adorei a sua porra", ela segurou o meu saco, por cima do short, abaixei o short ate o chao, e ela se levantou um pouco pra chupa-lo denovo. Dessa vez, dei um tapinha no ombro dela quando estava para gozar, ela tirou a boca e terminou me masturbando.

Pessoal, amanha continuo o resto da aventura que tive com Angela naquela tarde.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Amor no Colegial (Angela, parte 1)


Quando eu tinha meus 16 anos, algumas garotas da sala de aula ja estavam com seios enormes, e as aulas de educação fisica eram uma tortura. Em vez de jogar bola, eu ficava desenhando garotas nuas nas ultimas folhas do caderno. todos achavam que eu ficava no canto com o caderno estudando, oras, aos olhos de todos, era o garoto mais estudioso da turma, só eu e meus fieis amigos sabiam que eu era o mais depravado e pervertido da turma.

Havia uma garota no colégio, da nossa turma que se chamava Angela, com carinha de anjo, ela não tinha tanto seios como as outras, nem uma bunda enorme, mas, ela tinha fama de ser louca por sexo. Pra aliviar a nossa pressão sexual, eu e meus amigos ficavamos investindo nela, mas sem resultado algum.

Nunca conseguiamos nada, mesmo dizendo pra ela como eramos fogosos na cama, e que iriamos dar muito prazer pra ela a toda hora e a toda noite, ela nunca caia no nosso papinho. E com aquele rotstinho encantandor, ela enganava a todos, seus pais achavam que ela era um anjo, e a turma da igreja acreditava que ela morreria virgem, mas nós do fundão sabiamos que os boatos que corriam a escola toda era que ela ja tinha chupado o pau do Marquinhos no fundo da escola e que já tinha chupado o grelo de algumas garotas da sexta série no banheiro feminino.

Eu ja nao aguentava mais ficar me masturbando a toda hora que pensava nos seios das garotas da escola. As vezes, tinha que sair da quadra e ir pro banheiro socar uma em cima da tampa da privada, porque nao aguentava ver a marca da calcinha das calças de ginastica das garotas.

Certo dia, perdi a paciencia com Angela, cheguei até ela, e por sorte a peguei sozinha no corredor da sala de Artes, ela costumava matar aquelas aulas, dizendo que o cheiro de tinta era forte demais. Cheguei nela e disse que queria chupar a bucetinha dela de um jeito que ela nunca esqueceria. Fazer com que ela vibrasse na minha cama como louca, e que depois da minha dose de prazer, ela iria querer denovo. E a louca aceitou, disse que eu falava muito e que nao devia fazer nada.

De tarde, das 15 as 18, eu ficava sozinho em casa, meu quarto parecia um inferno, ja que eu deixava as janelas fechadas pra poder me masturbar o dia todo. Saimos da escola as 13, corri pra casa, arrumei meu quarto, e quando eram as 14 eu ja estava pronto, ja tinha camisinha pronta no criado mudo da minha casa. Meus pais sairam as 14:50 em ponto, e ela chegou as 15:10. Foram os vinte minutos de espera mais desesperadores da minha vida!

Ela chegou de calça jeanz e uma camisa curta verde. Nao demoramos, trocamos beijos enquanto subiamos as escadas pro meu quarto, nao eramos intimos, mas parecia que eramos namorados a séculos. Fui tirando o sutiã dela por dentro da camisa. Quando chegamos no meu quarto, ela deitou na minha cama, fui tirando a calça jeanz dela com delicadeza, mas, meu pau ja estava explodindo dentro do short. Tirei o short e ela arregalou os olhos ao ver meu pau enorme e pulsando por uma boa foda. Ela recolheu as pernas, mas afastou os joelhos, estava esperando eu chegar junto e penetrar. Ela começou a me beijar, pegou a minha mao e colocou na xotinha peludinha dela. Começou a guiar os meus dedos numa masturbação deliciosa nela. Ela fazia eu ficar nos sentidos circular e de cima pra baixo, até que começou a gemer, e a sua xotinha ficou toda molhada. Nos primeiros gemidos dela eu acabei gozando na cama.


Ela riu, mas meu pau nao amolesceu, eu queria mais, eu queria ela. Ela subiu em cima de mim e foi enfiando meu pau na xotinha dela devagar, ela suspirava de dor, mas o meu pau foi entrando perfeitamente na xotinha dela, na metida que ia se abrindo, até entrar toda minha cabeça. Ela começou a rebolar em cima de mim, a se mexer devagarinha pra frente e pra tras, esfregando o seu clitoris em mim, nos meus pelos. Nao demorou muito ela ja estava gemendo, se esfregando mais rapido, e com o meu pau dentro dela. Ela fez todo o serviço. Suspirei no ouvido dela que iria gozar, ela se levantou e continuou me masturbando com aqueles dedinhos magicos e deliciosos, eu gozei na sua mão, e disfarçadamente ela limpou toda a goza no lençol da minha cama. Aquela garota deliciosa se deitou, e me puxou pra deitar do lado dela.

Ficamos nós dois ali, deitados, nus, falando sobre a vida, e sobre a nossa primeira vez juntos. Se ela era ou nao virgem, eu nunca vou saber, mas que aquela vez foi a primeira que posso considerar que fiz Sexo com uma garota da minha idade, com certeza foi.


Pequena Angela, marcou a minha vida como nenhuma outra.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Minha querida Emily


Quando comecei a namorar a Emily, foi um Diabólico namoro, faziamos sexo todos os dias, todas as horas! Ainda mais que haviamos comprado nosso primeiro apartamento juntos, eu como Fotografo e ela como escritora de uma revista jovem.
Todo tempo em que estavamos juntos, e isso era MUUITO tempo, ja que trabalhavamos no nosso apê, faziamos sexo, era em todas as posições, em todos os lugares! Faziamos no banho, na cama, no sofá, na mesa da cozinha, na bancada americana entre copa e cozinha, no banheiro, durante a escovada de dentes e até na poltrona da varanda!
Querida Emily!

Ela era fogosa, sabia como vibrar e como rebolar no meu pau, me fazia gozar o dia todo, e quando trepavamos de noite, sempre lá pelas 2 da manha, depois do programa do Jô, meu saco ja nao tinha mais nada pra gozar, ela ficava o chupando a toda hora, mas nada saia de lá.

Ela andava de calcinha pela casa, e eu como nao era bobo, quando nao estava pelado, estava apenas de roupão e cueca.


Foram os 8 meses mais feliz da minha vida, afinal, ela levava algumas amigas dela para fazer fotografias lesbicas que vendiamos na internet por um preço absurdo. Por meses e meses vivemos apenas com as fotos vendidas, mal precisavamos trabalhar direito.

As amigas delas eram peitudas, algumas bundudas, e quase todas tinham uma tara por ficar se esfregando em vibradores, algumas tinham até vibradores multiplos, que traziam para o nosso apartamento, que nos finais de semana mais parecia Sodoma e Gomorra.




Certo dia, estavamos ja com a cabeça toda enfiada em champagne, e as amigas de Emily todas em Vodka. Decidiram fazer uma orgia comigo, tres garotas me agarraram na cama do quarto, enquanto uma chupava as minhas bolas, Emily esfregava sua xotinha no meu pau, que ficava duro rapido, enquanto a terceira garota sentou-se na minha cara pra eu poder chupar aquele grelo delicioso.

Eu chupava com muita vontade, enfiava a lingua dentro daquela xota deliciosa e cheirando a sabonete caro. Emily cavalgava freneticamente no meu pau, enquanto a outra chupava minhas bolas, parecendo que queria arranca-las de dentro do meu saco.

Quando Emily gozou em cima do meu pau, ela desceu e se deitou do meu lado, a amiga chupadora de saco se deitou em cima dela, enquanto trocavam beijos quentes, arrepitou bem a bunda pra mim poder enfiar com tudo. Foi uma das unicas vezes que me senti obrigado a comer o cu de alguem! Enfiei com tudo que pode naquele cuzinho delicioso! Ela gritou de prazer e dor, depois as tres começaram a rir, queriam ser fodidas freneticamente no cu, queriam ser cavalgadas! A terceira garota estava se divertindo sozinha com o vibrador que haviam levado, ela estava tão molhada que o lençol ja estava umido.


Quando estava prestes a gozar no cu da chupadora de Saco, segurei o mais firme que pude, no pompoarismo masculino, segurei a cintura de Emily abaixo dela e comecei a penetrar dentro do cuzinho dela. O Mais apertado que ja vi na vida! Ela gritava de dor, que era abafado pelos beijos quentes da amiga de quatro em cima dela.

Meti bombando a toda hora, a todo vapor no cu de Emily, dava pra ver claramente a sua xotinha comprimindo varios e varios orgasmos! E ela gritou, como quem quer desabafar algo.

Tirei o pau, nao tinha conseguido segurar, gozei em cima do cu e das xotinhas das duas.


Infelizmente, meu saco ja estava vazio, nao consegui fazer nada pra desmaiar a terceira garota de prazer, mas elas entenderam, ficaram por mais uns 30 minutos chupando e alisando o meu pau, enquanto eu continuava chupando e mordiscando a xota da terceira garota, que ficou só com o vibrador!

Que pena que meu namoro com Emily nao deu certo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Katja, em Berlim


Há alguns anos, fui para Alemanha, conhecer Berlim sempre foi um sonho, correr por Hamburgo também.

Nessa minha viagem conheci Katja, uma fogosa morena com um rabo delicioso. A mesma também é fotografa, e tinha o emprego de fazer fotografias eróticas.

Não preciso nem contar muita historia pra dizer que fomos logo para o apartamento dela, como eu não falo alemão, só um pouco de inglês, os nossos diálogos eram sempre curtos e grossos: "Let's have sex before or after dinner?" (Vamos transar antes ou depois do jantar?).


Nunca vou me esquecer do cheiro que senti quando comecei a beijar o seu pescoço, cheiro de sabonete caro, misturado com o cheiro poluído de transito, uma vez que ficamos durante o dia todo andando de moto, pois, além de me apresentar um emprego que me fez sonhar alto, ela também foi a minha guia turistica por toda Berlim.
O cabelo liso estava todo embaraçado, meus dedos enrolavam no cabelo dela, e isso a fez excitar e rir.

Na cama ela foi subindo em cima de mim, tirou minha calça e eu fui chupando seus seios, levantando seu sutiã.
Ela fui se abaixando depois de certo tempo, se despindo aos poucos me pagou um boquete delicioso, passando a língua na cabeça do meu pau, não deixou nenhum centímetro para trás.

Quando voltou em cima de mim meu pau já estava entesado a ponto de querer explodir, tirei sua calcinha e comecei a penetração. Ela não gemia, ficava sempre muda, beijando meu pescoço e minha orelha. Em alguns instantes dizia 'fuck fuck' mas era só. Bastante fria.
Comecei a meter com mais velocidade, a unica coisa que conseguia arrancar dela eram suspiros. Ela arfava bastante, o clima começou a ficar quente e os suores em nossos corpos apareceram. Deliciosa Katja, mexia sua bunda deliciosamente, jogando meu pau pra frente e pra trás, e cada vez mais fundo dentro de sua buceta molhada. Cavalgava calada, as vezes pronunciava em Alemão algo, mas quando percebia que comigo tinha que falar em inglês pedia para eu esquecer, e continuava metendo aquela xota pesada em mim sem parar.

Senti as primeiras contrações em sua buceta depois de longos 30 minutos metendo. A coloquei de costas para mim, grudei em seus seios e continuei metendo. Ela gemeu um pouco mais, logo, saquei o ponto fraco e a posição favorita da morena deliciosa.

Bombei mais naquela xota gostosa, senti o gozo dela saindo para beiradas de sua buceta, escorrendo pelo meu pau. O animo e o cheiro de sexo me animaram ainda mais. Bombei com mais gosto, via sua bunda sendo espancada pelo meu corpo e ela aumentando o volume dos gemidos, agarrava-se na coberta da cama como se não fosse aguentar.

De repente agarrou minha cabeça e começou a morder minha orelha de leve, continuou apenas com os suspiros de leve, mas sabia que estava gozando freneticamente. A fiz contrair por mais de algumas vezes e ela não pedia tempo, não pedia para parar, apenas aguentava as contrações, e mesmo com a xota sensível e vermelha ela continuava querendo pica, mais, mais e mais.

Até que não aguentei mais segurar. Aquele momento infelizmente chegou, a goza saltou das minhas bolas para o pinto e do pinto para fora sem que eu conseguisse avisa-la ou segurar. Gemi como um cavalo cansado de meter.


E ela rebolando aquele corpo todo me tirou de cima dela. Exausta. Não reclamou de eu ter gozado dentro de sua buceta. Quando tirei meu cacete, a porra começou a escorrer. Ela passou os dedos, apanhou um pouco da minha porra e lambeu por entre seus dedos. Ela se sentou, riu da minha cara abestalhada após o gozo. Se deitou e disse que dormiria.

Sempre havia ouvido que as mulheres alemãs (assim como as Russas) são bem frias na cama. Bom, ao meu ponto de vista, Katja só precisava era da posição correta pra começar a esquentar.


Deliciosa, mantivemos contato durante todo o tempo em que estive na Alemanha, até mesmo acompanhei ela em alguns trabalhos em paralelo que ela havia conseguido. Assisti alguns ensaios de lindas garotas alemãs que queriam fazer um book com pouca grana.



Katja é um dos presentes internacionais que recebi nas minhas grandes viagens, nunca vou escrever aquela Alemazinha fogosa!

No Hotel do Rio de Janeiro, Márcia Fogosa!


Ainda me lembro de quando viajei para o Rio de Janeiro, como todo bom boemio, fui direto para a Esquina famosa da Avenida Augusta, tomar uma caipira, e escutar um bom samba.

Estava na cidade a trabalho, iria fotografar algumas garotas contratadas por uma agencia de modelos que eu conhecia a alguns anos.

Nao demorou muito, ja estava indo para a agencia, onde encontrei 8 garotas, morenas, loiras, ruivas, negras, com bundas enormes e outras magrinhas. Fotografa-las foi facil, elas ja sabiam a posição certa, ja haviam dito treinamento de qual posição cada uma ficava melhor.
Depois de 5 horas de fotos, todas ja estavam exaustas, mas eu ainda estava animado, fotografa-las estava sendo otimo, até o estilista e aconselhador delas (Renato, viadinho) ja estava cansado e com a cara vermelha por causa do calor. Todos me dizeram obrigado, começamos a passar as fotos para o computador, e, no meio das conversas afiadas e risos das garotas, soltei uma frase que nunca vou esquecer: "E agora? Quem vai comigo pro ensaio sensual no hotel onde estou hospedado?".
As garotas pararam tudo na mesma hora, de rir, de se mexer, e ouço em dizer que pararam até de respirar!

Eu ri, o Renato riu, e depois as garotas se descontrariaram, riram juntos e aquela minha frase ficou esquecida por um tempo.

Na hora da saida, devia ser uns 18:30, eu estava na calçada, eu e o meu maldito ex-vicio de fumar, estava parado, apenas pensando um pouco no que iria fazer no hotel, dormir, e o que iria fazer logo amanha de manha, partir pra São Paulo denovo. Foi onde uma das garotas chegou até mim, de regata branca, Saia florida e cabelo solto, era uma das loiras do estudio, seu nome era Márcia.

Marcia tinha peitos grandes e coxas de dar inveja, sem contar que aquela belezinha descida do céu sambava pra frente, feito uma dessas deusas do Samba, nao é qualquer uma.

Ela me perguntou se a piada havia sido sério, e como seria o ensaio, se houvesse sexo por dinheiro ela nao toparia. Deu toda certeza que o ensaio sensual seria vendido apenas para uma revista que pagasse no minimo 50 mil pelas fotos.
Marcia topou na hora.


Fomos para o meu hotel, comecei a montar o tripé, a maquina e preparei as iluminações, a Principa, a luz de Preenchimento e a luz de Fundo. Posicionei um puf do hotel mesmo pra ela ficar sentada no meio, e abri o meu estojo de maquiagem. Nao sou muito bom nisso mas, para as fotos ficarem boas, eu sei disfarçar bem. Apesar da garota nao ter imperfeição alguma, com seus 22 anos, ela tinha apenas algumas marcas de cravos no nariz.

Vamos entao para a sessão de fotos, aos poucos ela ia tirando a regatinha, apalpando os seios, depois levantou a saia, abriu as pernas e começava a fazer cara de safada. Tirou o sutiã na hora certa e depois de algumas fotos em pé com a lingua pra fora tentadoramente, ela foi abaixando a calcinha branca. Consegui um close otimo de sua xotinha e o seu cuzinho apertado, do jeito que eu gosto de fazer closes.
Ela era uma deusa, uma divindade ali, se despindo para as minhas fotos!


Pedi por uma pausa, ninguem é de ferro e o meu pau ja estava todo molhado.
Fui até a cozinha, abri um vinho para nós dois, começamos a tomar ali na cozinha mesmo, e a conversar, sobre a vida e sobre as façanhas. Ela estava usando um roupão do Hotel, e estava maravilhosamente Sexy. Pedi por outra sessão de fotos, agora com o roupão e nada por baixo. Ela apoiaria a perna no sofá do Hotel e eu tiraria as fotos de sua xoxotinha rosada no vão que ficaria do Roupão. E como nao sou de perder tempo, disse 'envergonhado' que estava muito excitado, e que aquelas fotos valeriam mais do que 100 mil.

A garota se animou, e notou que os meus contatos com agencias eram bastante altos, e entao começou a me dar mole.

Afinal, garota solteira, sem compromisso algum, no hotel de um outro cara solteiro, dizendo que esta excitado, nao tem outra. Fingi que iria fazer um close nela, e me aproximei pra ajeitar o cabelo dela atras da orelha, nao deu outra, nos beijamos por alguns minutos, um beijo que queria dizer algo. Agarrei a sua cinturinha e ela se entregou por completo. Coloquei minhas maos por dentro do roupão e comecei a alisar suas costas, fui descendo para a bunda e ela começou a beijar o meu pescoço. Agarrei a sua bunda e ela cruzou suas pernas na minha cintura, fui a levando para o quarto, beijando-a a todo segundo.

A deitei na cama e fui beijando as suas pernas, suas coxas e dei uma otima chupada naquela bucetinha rosada da garota, que gemia como uma virgem.
Quando terminei de chupa-la, ela foi logo subindo no meu colo, colocando meu pau molhado na sua xotinha ja toda gozadinha. E cavalgando no meu pau, ela gemia feito louca!

Depois dessa foda, foi a vez dela chupar o meu pau, chupava com uma carinha de anjo que nunca vou esquecer. Me chupou até eu ficar seco de vez. A doidinha dormiu em cima de mim, com aqueles seios no meu peito, nao teve como nao ficar excitado mais algumas vezes, e mandar ver naquela xoxotinha deliciosa!

A minha gozada principal foi nos pézinhos dela, uma delicia que só.